Risco de bala perdida é novo problema pelo qual o CT passa

No Centro de Treinamento Pedro Antônio Ribeiro, localizado na Barra da Tijuca, jogadores e funcionários circulam com um novo medo: o risco de bala perdida. Na sexta-feira passada, dois dias antes do confronto com a Portuguesa-RJ, pouco antes do treino, a reportagem do EXTRA diz ter escutado cerca de 11 disparos. Felizmente, ninguém feriu-se.

Os disparos foram ouvidos por volta das 15h30. Há 10 minutos, inclusive, uma ronda foi feita por policiais militares no entorno do CT. E não foram os únicos daquele dia. Funcionários contaram que, mais cedo, ouviram outros 3 disparos.

— É sempre assim. Isso é normal. Já achei até um pedaço de uma bala perto de um dos campos de treinamento —disse um funcionário, que pediu para não ser identificado

Tiros próximo ao CT foram ouvidos pelo EXTRA. (Foto: Marcos Nunes)
Tiros próximo ao CT foram ouvidos pelo EXTRA. (Foto: Marcos Nunes)

O EXTRA entrevistou moradores da região e funcionários do Fluminense, que disseram haver uma norma de segurança para quem quer ir ao local. A regra é praticamente a mesma das outras comunidades do Rio. Os veículos devem transitar em velocidade moderada, com os vidros abertos e o pisca alerta ligado.

– Pode seguir sem problemas, mas deixe o alerta ligado —disse um adolescente, que levava um rádio de comunicação, ao motorista do carro do Extra.

Por meio de nota, o clube garantiu que está em contato frequente com as autoridades, visando proporcionar mais segurança aos atletas, funcionários e jornalistas. Estuda-se a viabilização da construção de um muro no CT e a criação de um caminho alternativo para chegar à nova sede de treinos do Tricolor. Porém, o Flu nega conversas para a implantação de um código de segurança para chegar ao CT.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Nicholas Rodrigues

Jovem estudante, colunista do FluNews, tricolor fanático e amante do jornalismo, profissão que quer seguir. (Twitter: _NickNeves / Instagram: _nickneves)