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“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

A CULPA É DO ABAD!!! Coluna de Marcello Luna

Pedro Abad, quando decidiu antecipar as eleições, tinha a absoluta certeza de que o clube cairia nas mãos do Mário Bittencourt e Mário Bittencourt sabia, perfeitamente, que, de um jeito ou de outro, o clube restaria em suas mãos, caso as eleições fossem antecipadas.

Se as mesmas fossem realizadas em Novembro, a vitória do Mário Bittencourt não poderia ser dada como certa, uma vez que a “oposição” teria mais tempo para se organizar e assim tentar criar algum salseiro.

Todo esse processo de antecipação das eleições foi debatido, à exaustão, entre Pedro Abad e Mário Bittencourt, antes, durante e depois, em absoluta harmonia, bastando, inclusive, ver que diversas figuras que integravam a gestão passada ainda permanecem fagueiras e serelepes trabalhando no Fluminense (Fernando Simone, Angione, dentre outros, apenas para exemplificar), absolutamente intocáveis, em flagrante e inacreditável continuidade à gestão anterior, à gestão Flusócio. E novas “celebridades” entraram no circuito, cada uma mais deslumbrada do que a outra.

Nada mudou.
É a mais pura expressão da verdade a afirmação de que Mário Bittencourt sabia perfeitamente o que iria enfrentar, quando assumisse a presidência do Fluminense, pois, como dito, participou ativamente de toda a transição, inteirando-se, de corpo e alma, dos gravíssimos problemas que nos afligiam. E mesmo de longe sabia ele exatamente o que se passava dentro das Laranjeiras.
Nada lhe era estranho, portanto. Por conhecer à miúde os nossos problemas, Mário Bittencourt bradou aos 04 (quatro) cantos que sabia perfeitamente como enfrenta-los e que, portanto, sentia-se capacitado para assumir o comando do clube, apesar de não possuir, comprovadamente, qualquer experiência como gestor.
Ao que nos é dado saber, Mário Bittencourt jamais foi gestor e o Fluminense precisa, desesperadamente, de um gestor.
Após 03 (três) meses de gestão, o nosso cenário é ainda pior, mas, fiquem tranquilos, pois a horda dos honorius lamberes bagos ou, querendo, os honrados lambedores de bagos, remunerados ou não, já está espalhando que a culpa de nossa provável descida ao porão do inferno possui nome e sobrenome: Pedro Abad!

É o exemplo escarrado da covardia.
A culpa é do Abad e não daquele que chamou para si toda a responsabilidade, buscando desesperadamente os holofotes, a fim de propagar que detinha a solução para todas as nossas mazelas.
Durante anos, Mário Bittencourt disse para quem quisesse escutar que, assim que assumisse, teríamos um patrocinador máster, teríamos uma equipe competitiva, teríamos investidores aportando no clube recursos financeiros para fazer frente às dívidas de curto prazo (cerca de R$ 250 milhões), passando a imagem de ser uma pessoa muito bem relacionada, com largo trânsito no mundo empresarial.

O fato é que, até a presente data, não temos um patrocinador máster, nenhum reforço expressivo passou pela a portaria das Laranjeiras, nenhum investidor nos procurou para aportar recursos financeiros em nosso caixa, de modo a nos possibilitar a composição das nossas dívidas.
Enquanto isso não acontece, o valor da nossa marca se deprecia, em franco e incontido galope.

“A culpa é do Abad!”, assim gritarão os poltrões. Encontrar culpados é a melhor forma de encobrir os nossos erros e nossas limitações.
E em assim sendo, vamos de “a culpa é do Abad”.

Voltando à gestão, Mário Bittencourt não precisaria ser um gestor, na acepção exata da palavra, mesmo porque é ele, sabida e reconhecidamente, um Advogado. E nada há de errado em não ser ele propriamente um gestor, até porque bastaria estar cercado de um verdadeiro executivo, um profissional de mercado capaz de buscar soluções para os nossos problemas, como captação de recursos, e de gerar novas receitas. Infelizmente, ele não está ombreado com pessoas das mais capacitadas, em decorrência da composição política que se viu obrigado a aceitar, visando vencer as eleições, podendo ser dito que os nossos quadros estão muito aquém das nossas necessidades.

Hoje, pode-se falar, sem qualquer medo, que o maior erro cometido pelo o Pedro Abad foi o de ter antecipado as eleições.
Quem apoiou a antecipação e eu apoiei não imaginou que a nova gestão, mesmo a do Mário Bittencourt, teria a consistência de uma geléia.
O tempo está passando e na medida em que o tempo passa o Fluminense mergulha cada vez mais na decadência, na decrepitude.

É deprimente assistir pessoas que jamais foram comprometidas com o Fluminense, que jamais produziram nada de positivo, nesse particular excluo totalmente o nosso atual presidente, se arvorando em doutores do Fluminense, arrotando uma série de teses idiotas, enquanto presenciam, de camarote, literalmente, o nosso clube caminhando a passos largos para a segunda divisão. Não há alternativa, senão a que leva à união de todos nós, isso já cansou de ser dito. E, não obstante tratar-se de algo muito difícil, cabe ao presidente, democraticamente eleito, dar o primeiro passo, buscando o apoio de todos aqueles que sabidamente podem ajudar, a fim de evitar o mal pior.
Saudações Tricolores !
Marcello Luna

Palmeiras 3×0 Fluminense: Confira as notas dos jogadores na avaliação de João Eduardo Gurgel

O tricolor carioca foi derrotado na noite dessa terça-feira pelo placar de 3×0 para o Palmeiras em partida atrasada pela 16ª rodada do brasileirão. Confira as notas dos jogadores:

Muriel – 7,0 – Sem culpa nos gols palmeirenses. Ainda fez outras quatro defesas difíceis, salvando o tricolor de uma goleada. É o melhor jogador do Flu nos últimos jogos.

Gilberto – 0 -Novamente, um desastre. Erra tudo o que faz no ataque e não volta para marcar, deixando uma avenida na lateral direita. Os três gols de Luiz Adriano foram do lado dele. Impressionante como aquele Gilberto incontestável do ano passado, sumiu. Que volte o Julião, por favor.

Digão – 3,0 – Deixa muitos espaços e ainda está muito lento. No segundo gol, foi marcar o Dudu fora da área, deixando um buraco na zaga.

Nino – 4,0 – Um pouco melhor que o Digão, mas não conseguiu acompanhar o rápido ataque palmeirense.

Caio Henrique – 4,0 – Marcou bem e partiu sempre com muita vontade para o ataque. Mas não leva uma bola para a linha de fundo e não faz nada da diferente no ataque a não ser dar passes para trás. Precisa mudar esse estilo de jogo.

Airton – 2,0 – Lento, pesado e totalmente sobrecarregado. Não aparece para sair jogando como faz o Allan e de quebra, ainda tomou um amarelo, ficando suspenso para a próxima rodada.

Ganso – 3,0 – Sonolento. Apesar de colocar João Pedro na cara do gol, precisa jogar mais no meio. Cada hora está enfiado em alguma parte do campo, seja ataque ou na defesa. Ele é o cara que tem que dar o último passe sempre! E não os outros jogadores, como vem acontecendo.

Nenê – 4,0 – Único no meio campo que tenta algo diferente. Um chute de fora da área, uma enfiada. Não estava em um bom dia e também, errou bastante, principalmente, escanteios.

Wellington Nem – 2,0 – Errou passes e mais passes e não conseguiu dar velocidade ao ataque tricolor. Tomou um amarelo e não joga o próximo jogo.

Yony González – 1,0 – A falta de inteligência do jogador é impressionante. Sempre toma as decisões erradas em tudo o que tenta. Erra em todas as investidas, sempre achando que vai levar tudo na base da garra. Nos passes, sempre um tijolo ao próximo e acaba matando os ataques.

João Pedro – 3,0 – Tem só 17 anos, mas tem que ser cobrado como adulto já! Quer enfeitar muito com jogadas bonitas e habilidades, mas sempre erra na maioria dos casos. Quando o jogo estava 1×0, perdeu um gol INCRÍVEL, cara-a-cara com Fernando Prass, que com certeza, mudaria o rumo do jogo.

Dodi – SEM NOTA – Entrou no lugar de Ganso no fim da partida e não teve tempo para receber uma nota.

Yuri – 2,0 – Entrou no lugar de Airton, alteração já constante no time de Oswaldo. Mas fica sempre com medo de dar o passe á frente e acaba sempre tocando para trás. Não ajuda em nada.

Marcos Paulo – 2,0 – Entrou na vaga de Nem que parece ter sentido um desconforto muscular. Sumido em campo. Não ajudou nem no ataque e nem na defesa.

Oswaldo é o culpado pelo resultado de hoje?(Foto: Marcos Ribolli)

Oswaldo de Oliveira – 1,0 – O Fluminense foi presa fácil para o Palmeiras. Com o meio-campo extremamente lento e inoperante, o time não conseguiu criar muitas chances de gol. Mesmo com a posse de bola, o time não consegue converter isso em oportunidades. Até agora, ainda não entendemos o porque o Gilberto é titular desse time sendo que o Julião estava bem. E porque não tirou o Airton antes de levar o segundo gol. Apesar da vitória contra o Fortaleza, ainda parece estar perdido no comando do Fluminense. Precisa com urgência ajustar as suas peças e saber com que, realmente ele pode contar dentro do elenco, que pareceu estar abatido. Falta sangue, vontade e garra dos seus jogadores.

UNIR, ENQUANTO HÁ TEMPO, É A SOLUÇÃO!

Bom dia!
Toda democracia prima pela a diversidade de opiniões e pelo o respeito que todos têm que dispensar às opiniões alheias.
Assim, sem querer desrespeitar entendimentos diversos dos meus, deixo claro que essa negociação, envolvendo o Pedro, não pode ser interpretada como normal, tampouco como tendo atendido plenamente aos interesses do Fluminense, até porque não se deu dentro dos padrões com os quais estamos acostumados a ver, bastando citar que o Celso Barros e o Paulo Angione, sabidamente um bom negociador, sequer se fizeram presentes à reunião que definiu a entrega do Pedro à Fiorentina.
A ausência do Celso Barros pode até ser melhor compreendida, uma vez que o mesmo não tem qualquer poder decisório, além de ainda estar envolvido em questões jurídicas para lá de embaraçosas, ainda não resolvidas, frutos da gestão temerária imposta à UNIMED.
Prosseguindo, uma coisa é a necessidade do clube em vender o jogador que, por sua vez, cansou de externar o desejo de sair, e outra bem diferente é vende-lo de qualquer maneira, por qualquer preço, sob a justificativa de que o clube está a necessitar e muito de recursos.
A desculpa do cego é e sempre será a bengala.
A nossa necessidade é e sempre será a nossa bengala e é contra isso que temos que nos rebelar, sob pena de que amanhã não tenhamos mais nada para vender com o mínimo de valor, já que todos irão tentar tirar proveito da nossa cegueira, na nossa aflição.
Não podemos nos esquecer de que a eleição se deu em Junho/2019 e que MB disse, ainda em campanha, que Pedro ficaria por pelo menos mais duas temporadas no Fluminense, antes de ser negociado, e, na realidade, Pedro acabou se relacionando com a atual gestão por menos de 3 meses.
Prezados, perdemos um baita jogador que poderia nos ser de grande valia na luta desesperada contra o rebaixamento e eu não tenho a menor dúvida de que ele, Pedro, nos fará muita falta.
O dinheiro que iremos receber irá nos tirar, momentaneamente, dos aparelhos que nos oxigenam, mas não nos tirará da unidade de tratamento intensivo.
Se formos rebaixados e tudo indica que seremos, diante do que vimos hoje no Maracanã, perderemos muito mais do que
R$ 40 milhões. O prejuízo que nos será imposto será absolutamente incomensurável e absolutamente irreparável.
Se formos rebaixados e tudo indica que seremos, a atual gestão, certamente, irá jogar o fiasco na conta do Abad, seguindo à risca a cartilha dos irresponsáveis e dos covardes. Entretanto, Abad deixou o clube em condições bem melhores do que estava quando o recebeu, fora da zona de rebaixamento e motivadíssimo na Sulamericana. A atual gestão, em 10 jogos, com seguiu apenas uma vitória, assim mesmo contra o time mesclado do Internacional.
E não é apenas isso que merece ser observado, já que essa mesma negociação do Pedro, nos moldes em que se deu, deixa muito claro que, mais uma vez, o quanto fomos ludibriados, o quanto fomos presas fáceis de todo aquele marketing eleitoral. Muita pirotecnia, muita fanfarronice e absolutamente nada de concreto nos foi apresentado. E digo assim porque, ao reverso do que se fez propagado na época da campanha eleitoral, MB não tinha qualquer plano de ação, qualquer plano emergencial, qualquer patrocinador máster em processo de negociação, qualquer investidor apto e disposto a, de imediato, aportar recursos no Fluminense, o que será uma tarefa ainda mais difícil, na medida em que descemos ladeira, carregando para o fundo do poço a nossa marca, desvalorizando-a em cada derrota como a que sofremos para o CSA e para o Avaí.
Soma-se a isso o fato de que o nosso clube ainda mantém uma estrutura feudal, com guetos políticos completamente avessos às mudanças e árduos defensores dos seus antigos privilégios, o que inibe a chegada de qualquer potencial investidor.
Aquele que pretender investir recursos financeiros expressivos no Fluminense terá que ter, por garantia, o gerenciamento de cada centavo que lhe pertencer.
Não se esqueçam que aa própria UNIMED de Celso Barros cansou de entrar em embate com a gestão do Fluminense, haja vista recusar-se, terminantemente, a colocar o seu dinheiro no caixa do clube. E Celso Barros deve ter tido lá as suas razões para isso.
E por falar em Celso Barros novamente, e não há como isso ser negado, o que se percebe claramente é que já não possui ele a menor utilidade para a atual gestão, sendo, hoje, com todo o respeito que ele merece, uma figura facilmente descartável, a contar do dia 08/06/2019.
Celso Barros foi importantíssimo, até mesmo vital para a eleição do Mário Bittencourt, pois conquistou, sozinho, praticamente todos os votos do sócio futebol, todos os votos da arquibancada. Votos, diga-se, sem qualquer comprometimento com a nossa instituição, votos dos que mal conhecem a nossa história e quase nada sabem sobre a nossa realidade.
Sem o poder de fogo de outrora, Celso Barros é hoje uma figura meramente decorativa e acho que não irá demorar muito para entrar em frontal rota de colisão com o atual presidente.
Ontem, corria o boato de que ele pensa em renunciar a Vice-Presidência geral, o que, em sendo verdadeira a fofoca, será catastrófico.
Em relação ao Fluminense, cumpre dizer que não temos dinheiro, não temos qualquer forma criativa de captação de novas receitas, mas nos demos ao luxo de empregar Duílio, Ailton, Cadu e, recentemente, o Ronald, apenas para exemplificar.
Demitimos de Xerém profissionais de futebol e trouxemos esses ex-atletas, sob a justificativa de que a atual gestão queria contar com gente que tivesse a “pele tricolor”.
É mole?
E desde quando esses ex-atletas possuem “pele tricolor”?
E desde quando esses mesmos nomes possuem predicados profissionais a autorizar suas respectivas contratações, apesar dos salários pagos serem módicos, conforme comentam?
A gestão de uma instituição em estado pré-falimentar precisa, necessariamente, ser criteriosa ao extremo.
Eu sei que muitos votaram no MB, em Ricardo Tenório, outros tantos no MB por causa do Celso barros e outros vários sequer votaram, justamente por não acreditarem em nenhum desses nomes, e eu não estou aqui querendo contestar ou condenar a opção de cada um, longe disso.
O que eu quero é apenas chamar a atenção de cada um dos tricolores para o processo de diminuição da nossa própria grandeza a qual estamos nos submetendo, paulatina e vergonhosamente, de forma resignada.
Tivemos péssimas gestões, como as do Horcades, Peter, Abad e agora estamos entrando numa que é, nada mais nada menos, do que a mera continuação das 03 últimas, com o mesmo modus operandi, qual seja, o de vender os nossos ativos, as nossas jóias, para tampar os nossos buracos cada vez maiores.
Não desgosto, pessoalmente, do Mário Bittencourt, não tenho, pessoalmente, qualquer resistência ao nome dele e não me permito atacar a honra e a dignidade do mesmo, mas acho, com extrema sinceridade, que ele não possui um perfil de gestor, de executivo, e isso está agora mais do que evidente, bastando para tal conclusão olharmos para os nomes que integram a presente gestão.
Tudo o que ele precisava para tirar o Fluminense da lama era de um bom quadro de executivos, cada um dentro do seu segmento de atuação, e foi isso justamente o que ele não conseguiu formar.
Nossos quadros são fracos, que me perdoem os mais sensíveis.
Hoje, no Fluminense, poucos são os nomes que AINDA podem contribuir com alguma coisa para a nossa secular instituição, nomes que ainda têm peso no mercado, com expertise internacionalmente reconhecida, com larga experiência profissional, mas, infelizmente, nenhum desses nomes integra a equipe do Mário Bittencourt e jamais integrarão, conforme me foi relatado por um dileto amigo, vez esposar o nosso mandatário o infantil entendimento de que aquele que não votou nele é porque é seu fidalgo inimigo, porque era contrário ao nome dele.
Se isso for verdade, pobre Fluminense, vez que nem no gerenciamento de uma quitanda se admite esse tipo de raciocínio.
Vivemos há muito tempo mergulhados numa colossal mediocridade, a ponto, por exemplo, do Fluminense ter se dado ao luxo de abrir mão de um Júlio Bueno, um nome que, com toda a certeza, se tivesse sido instado a ajudar a sua grande paixão, muito teria feito pelo o nosso Fluminense.
Não há mais hoje tantos nomes de envergadura para nos abrirem as portas do mercado, restando apenas muito poucos ainda dispostos. E eu penso que é chegado mais do que o momento dessas pessoas serem chamadas para integrar um grupo de trabalho, um grupo voltado para gerir o Fluminense, na acepção exata da palavra, juntamente com o seu presidente democraticamente eleito.
Só nos resta aguardar que o nosso presidente desperte a sua sensibilidade, de modo a fazer a leitura correta da nossa real situação, chamando à mesa, urgentemente, todos os nomes que possam envidar desmedidos esforços em prol da nossa recuperação.
Não adianta negarmos óbvio e por isso é importante que todos tenhamos a consciência de que o Fluminense poderá terminar rebaixado o mês de Setembro, matematicamente falando.
Portanto, meus caros, a proposta é a de unir o Fluminense, enquanto ainda há tempo.
Saudações Tricolores !!!

Política no Flu

“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

Carta aberta da Frente Ampla Tricolor aos Torcedores.

UNIÃO E GESTÃO PARA TRANSFORMAR

O Fluminense não precisa mais de diagnósticos, pois temos todos, sabemos das principais doenças (amadorismo, clientelismo, populismo, incompetência, falta de dinheiro…), mas o momento é de buscar alternativas urgentes para sairmos desse imbróglio em que o clube se meteu.

O pensamento de longo prazo é importante para qualquer instituição, não podemos nos afastar de um Fluminense com a sua vocação para a eternidade.

Contudo, o momento é de extrema gravidade e, como tal, há a necessidade de soluções corajosas, desprendidas e urgentes.

Não há “bala de prata”, milionários, mecenas… a solução está em pequenas, mais muitas mudanças.

O clube hoje tem mais “colaboradores remunerados” que sócios na sede, pois estes há muito, não frequentam o clube. Está na hora de estabelecer prioridades. Alguns salários (ou muitos), sejam CLT e/ou PJ, precisam de análise e comparação, pois encontram-se completamente fora do mercado. Se compararmos com o nível de entrega baixíssimo, essas remunerações tornam-se estratosféricas.

Quanto custam os Esportes Olímpicos e toda a sua estrutura?

Há necessidade de se gastar dinheiro com alguns esportes inexpressivos e com resultados questionáveis?

O que fazem alguns ex- atletas em Xerém sem a devida qualificação profissional para os cargos que ocupam?

O clube precisa ser gerido com profissionalismo, austeridade, projeto de recuperação, prioridades bem definidas, para o resgate da sua imagem, ou seja, gestão eficiente e corajosa.

Precisamos resgatar o fascínio e o respeito pelos valores de um clube bem organizado e bem gerido.

Não temos dúvidas que essas medidas não serão suficientes para sairmos dessa crise (a maior do clube), contudo o choque de gestão, atrai a confiança e possíveis parceiros, além de resgatar a esperança dos Tricolores.

Outra questão é o clima de guerra que não arrefece, muito pelo contrário, afastando Tricolores e quadros que muito poderiam contribuir.

A união de forças para enfrentar o momento é imperiosa mas, para isso, a nova gestão precisa buscar talentos, aglutinar os sócios, torcedores, além de criar convergências.

A manutenção do Fluminense na Série A une todos nós. Precisamos acreditar nisso, lutar até o fim por isso.

Precisamos de rapidez ou pode ser tarde.

FRENTE AMPLA TRICOLOR

05/09/2019

Opinião – Independente do resultado, que vença o Fluminense

Foto: Nicholas Rodrigues/CanalFlunews

Neste sábado (08), inicia-se um novo começo no Fluminense Futebol Clube, um começo que anuncia uma trajetória de grande dificuldade pra quem assumir a cadeira de presidente do clube.

Porém, essa dificuldade pode ser revertida com a vontade de reerguer o clube, a instituição. Vontade essa estampada nos olhos de ambos os candidatos.

Contudo, há de se destacar que o Fluminense não termina após a eleição, ela é só o começo, e isso tem que ficar bem claro principalmente para o derrotado nas urnas. Que o seu amor pelo Fluminense seja maior do que qualquer ego ou posição política, que se for fazer oposição, que seja coerente e defendendo os interesses do clube.

Ao torcedor, que fique também registrado a sua importância na hora de decidir o futuro de clube. Que após o pleito, esqueça de candidato A ou B e que pense restritamente no Fluminense. Se o candidato escolhido não cumpriu as promessas de campanha, cobre, não fique calado. Se por ventura votou no candidato derrotado, pense grande e torça pelo sucesso do eleito pela maioria, pois quem ganhará com isso não será Mário Bittencourt ou Ricardo Tenório, e sim o Fluminense.

Dito isto, Boa sorte ao vencedor e que vença o Fluminense, sempre !

Pedro Antônio comparece a evento mas não declara apoio a Tenório

Foto: Divulgação

Tido por muito como o fiel da balança nessas eleições, o idealizador do CT e ex vice de projetos especiais, Pedro Antônio, esteve presente no evento de lançamento da campanha de Ricardo Tenório à presidência do Fluminense.

Contudo, o ex dirigente não deu entrevista e nem declarou de forma oficial o apoio a Ricardo Tenório. Segundo o próprio Pedro Antônio, sua presença no local se decorreu devido ao convite feito por Tenório.

Tenório por sua vez jogou a “responsabilidade” para Pedro Antônio, dizendo que o apoio tinha que partir do ex diretor:

– As coisas acontecem naturalmente. Tenho conversado bastante com o Pedro Antonio, é um tricolor que nos ajudou muito e ainda pode nos ajudar muito. Mas esse apoio formal tem que vir dele. É uma pessoa importantíssima no processo político do Fluminense. Conto com ele como qualquer outro tricolor que deva assumir o Fluminense deve contar. Mas considero isso uma prova cabal de que estou conseguindo fazer a união que o Fluminense precisa – comentou Tenório.

O candidato ainda deixou as portas abertas para uma eventual ajuda na possível administração do clube:

– Todos estão se conscientizando que precisamos estar unidos para poder vencer esse grande obstáculo que é esse momento terrível político e financeiro que o clube vive. Estou aberto a conversar com todos os tricolores indistintamente de grupos. São pessoas que querem ajudar o Fluminense – completou Tenório.

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