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Opinião – Uma escolha racional

Definido que Odair Hellmann, catarinense, 42 anos, será nosso treinador nesse início de temporada.

Odair foi jogador, revelado pelo Internacional e com passagem pelo Fluminense em 1999. Encerrou a carreira em 2009, após trágico acidente de ônibus com a delegação do Brasil de Pelotas.

Deu início a carreira de auxiliar técnico na base do próprio Internacional, chegando à Comissão Técnica permanente dos profissionais em 2013. Foi auxiliar do time olímpico do Brasil medalha de ouro em 2016.

Assumiu o time profissional do Inter em final de 2017, ainda na série B e foi efetivado para 2018 levando o clube a 3° lugar no brasileiro. Em 2019 chegou às 4° de final da Libertadares, eliminado pelo clube campeão, e foi vice da Copa do Brasil, perdendo para o Athletico PR.
Seu aproveitamento foi superior a 60%.

É uma contratação que se passa longe dos sonhos da torcida, se encaixa bem na realidade financeira do clube. Odair trás consigo bons números de sua passagem no sul e terá tempo para remontar um elenco que deve sofrer muitas perdas. Aliás, esse foi um ponto que depôs contra a vinda de um técnico estrangeiro. A montagem do elenco passará por jogadores não aproveitados em outros clubes, destaques da série B e outros que retornam de empréstimos, tudo isso sem dinheiro em caixa.

Louve-se a ação rápida da diretoria para definir o comando técnico e agora é trabalhar.
Vamos torcer para que tenha sido acertada a contratação de Odair, vamos dar tempo para que ele desenvolva seus métodos. Vamos usar o estadual com inteligência, sem queimar etapas.
O Fluminense precisa de paz.

Histórias Tricolores…

Parece que foi ontem. No entanto, neste 2019 prestes a se encerrar fez meio século que um grupo entusiasta de tricolores, sob a bênçãos do então presidente Francisco Leitão Laport (um dos melhores que tivemos), colocou-se à disposição do Fluminense para fortalecê-lo mais ainda. O grupo tinha um nome, Jovem Flu, e reunia jornalistas, artistas, gente da melhor qualidade. Na linha de frente dessa juventude que não tinha conotação política ou qualquer outro interesse além de cultivar sua paixão, pontificavam os saudosos Hugo Carvana, Ronaldo Boscoli, Mieli e Elis Regina, além dos também consagrados Nelsinho Mota, Ivan Lins, Evandro Mesquita, Silvio Cesar, João Luiz Albuquerque e a menina Lucinha que depois casaria com o Ivan e cujo pai, o sempre lembrado Cláudio Viana, era diretor de patrimônio do Fluminense. Nunca esquecendo que a casa do Cláudio, na Tijuca, viu surgir um outro movimento, agora musical, que desaguaria nos célebres Festivais Universitários. Chico Buarque, dentro de sua timidez, integrava o Jovem Flu, mas num plano que o deixasse ao largo das badalações naturais dos admiradores pós o estrondoso sucesso de “A banda”. Uns infelizmente já se foram, deixando um rastro de luz vermelha-branca-e-verde, cores que eles amaram e honraram. Outros, ainda jovens e idealistas, felizmente ainda estão conosco. Idealistas sim, batalhando para a maior glória do Fluminense. Ainda jovens, de uma juventude que vem lá de dentro, uma juventude que resiste ao passar do tempo e a chuvas e trovoadas. Parece que foi ontem mas hoje e sempre vocês têm um capítulo especial em nossa história, bravo Jovem Flu!

Por Argeu Affonso

“Arte da guerra 3 – O resgate da credibilidade” opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Chegamos ao terceiro capítulo focado na sequência lógica de uma utópica administração 100% TRANSPARENTE e de um clube focado na sua origem (FOOTBALL), tendo neste campo de batalha milhares de torcedores (SOLDADOS) que tiveram a autoestima resgatada diante deste novo sonhado cenário que traz indiretamente investidores, patrocinadores e demais parceiros.
Evitei a palavra CREDIBILIDADE nos dois capítulos anteriores, porquê acredito que todo processo deve seguir um fluxo natural. Primeiro elabora-se um planejamento, uma estratégia; depois se apresenta estas táticas aos soldados; e diante da CREDIBILIDADE resgatada se obtém resultados.
O fenômeno de momento é comparar a apatia do nosso torcedor ao engajamento do rival da barreira. Alguns creditam a forma como eles se portaram no 4×4 contra o time das trevas. No entanto, eles se mobilizaram para o projeto “dívida zero” bem antes do clássico e se mobilizaram para a construção do C.T bem antes do clássico;
Concordo muito que nossa torcida seja acomodada, afinal, os feudos das Laranjeiras alimentaram esta característica.
Tenho convicção que ninguém aqui deposita dinheiro em c/c de partido político por ideologia, pois sabe como o sistema opera.
Guardadas as devidas proporções, o FFC precisa mostrar para o torcedor que não é mais “nenhum partido político”.
Não adianta muito arrecadar 2Mi no sócio futebol e gastar 3Mi nos esportes olímpicos; Não adianta muito arrecadar 2Mi no sócio futebol e gastar 3Mi com PJs, custos Administrativos injustificáveis…
O Mário tem uma grande oportunidade de mudar a cara do FFC. Se não tiver o rabo preso no passado, abre todas as contas de forma analítica, chama o MP para reverter o absurdo (contas Peter) e chama a torcida para montar um time, com total transparência e conta, com resumo de extrato aberto no site oficial, exclusiva do sócio futebol administrada como uma nova empresa específica para montagem do time. Tenho certeza que muitos acomodados levantarão das tumbas com tal transparência!
Na condição que chegou o FFC, Sétima maior receita do Brasil em 2018 e décima segunda da América Latina, não basta ser honesto, tem que transparecer muito isso!
Vejamos a seguir um esboço da repercussão após a publicação do segundo capítulo da “Arte da Guerra”:

Ambos estão diante da razão e ambos estão errados. O torcedor pode e deve “comprar a briga espontaneamente”, mas a obrigação de trazê-lo ao campo de batalha é do gestor.
Acredito muito na grande frase de Sócrates: “Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos”.
Sou do time que venda os olhos pela emoção, mas não vou desprezar o pensamento dos racionais, como venho observando nas postagens de alguns colegas.
Torcedor do FFC não é um ser de outro planeta, um ser com outro DNA e outra cultura, se comparado ao rival da colina, por exemplo. O fato é que torcemos para clubes com histórias bem diferentes. O FFC passou o último século achando “lindo” se apresentar como time da elite, enquanto nosso rival sempre fez questão de esboçar suas raízes operárias e construtivas com base nos esforços do seu torcedor. O FFC passou o último século se vangloriando das Laranjeiras, o berço do futebol, hoje “tombado e tombando”, enquanto nosso rival se orgulha de ter construído seu estádio, útil até hoje, pelas mãos do seu torcedor e hoje já possui projeto real para modernização e ampliação. Essas e outras sequências de fatos históricos definem características e isso sim afeta no comportamento de uma torcida diante de uma campanha de sócios, que é a grande febre da década para clubes mal geridos, com gestões arcaicas e até mal intencionadas em muitas ocasiões.
Conheço tricolores mais humildes, de áreas mais afastadas da Cidade, que jamais pisou nas Laranjeiras. Outros, que no máximo conhecem o gramado nos bons tempos de comemoração. Isso não significa apenas que estes não possuam condições financeiras para fazer o barato “tour na sala de troféus”, mas sim que o conjunto de características formadas pelo nosso clube criou uma aristocracia constrangedora aos mais humildes.
O FFC atual não é mais o clube da elite e precisa rediscutir sua essência. Oscar Cox e companhia nos trouxeram um projeto para que o RJ tivesse em menos de 1 década de fundação seu maior clube de Football e como a cidade era a vitrine do Brasil, naturalmente isso refletiria para todo território.
Qual o compromisso estatutário dos nossos gestores com nossa origem (maior clube de football do RJ)? Qual a dificuldade em compreender que o futebol mudou, passou a ser disputado por todas as classes sociais, mas que a esmagadora maioria é “pobre”? Qual a maneira de atrair estes torcedores? Certamente não seria fazendo uma explanação sobre nossos vitrais franceses!
Toda história deve ser respeitada, mas o FFC precisa enfim chegar ao século XXI. Precisamos de estratégias arrojadas para adesão de sócios torcedores. Precisamos compreender que temos em mãos um tesouro chamado Maracanã e que em 95% dos jogos no ano temos “50.000” lugares disponíveis para atrair novos torcedores, resgatar a relação com aquele torcedor que passou a optar pelo sofá e até mesmo aqueles que passam pela cidade (turistas) e levarão para sua terra o nome do FFC, a camisa comprada no estádio e as fotos de um Maracanã tricolor.
Sem perder minha sequência lógica, ressaltei que nossa “guerra começa dentro de casa – capítulo 1”, que diante de “ações ultra transparentes recrutaríamos soldados – capítulo 2” e que a conseqüência seria o resgate da autoestima, o poder de pertencimento e principalmente a ”Credibilidade – capítulo 3”.
Empresas sérias divulgam balancetes, fazem ações sociais e ambientais, mas vão além e apresentam ao mercado certificações Iso9000, por exemplo; Empresas de capital aberto gastam fortunas para proteger sua imagem, pagam para abafar roubos, crises e até para obterem prejuízo em uma operação que possa ser bem recebida pelo mercado…Daí nossos amadores gestores do futebol brasileiro não perceberam que isso refletiria no “quase fim dos grandes patrocínios” e passaram a última década permitindo que diariamente a instituição fosse achincalhada por atletas com nível de série D, por estarem com salários atrasados; recebendo negativas de outros medíocres, que se colocam acima da instituição, mesmo em ocasiões onde viriam por empréstimo sem custo; humildes funcionários que não recebem seu salário mínimo por dois ou três meses, enquanto o clube se enche de diretores, PJs e cria custos, como os camarotes do amigos de campanha; expondo o clube ao ridículo de não possuir uniforme para jogar, pois se aliou a empresa fornecedora sem nenhum know how; que não possui um departamento de marketing profissional; que sequer conseguiu por longo tempo tratar seu sócio com dignidade, seja o que “não tinha água na piscina”, seja o da arquibancada que acreditou em programas de sócios que enganou o torcedor por mais de 1 ano (fato reparado pela atual gestão).
Estas grandes empresas, meus amigos, seguem normas rígidas de gestão. Trabalham suas imagens como seus maiores ativos e mesmo sabendo que gastariam “10 vezes menos com marketing” para patrocinar um grande clube e obter muito mais exposição na mídia, preferem não atrelarem-se aos riscos (basta pesquisar quanto custa um anúncio de 30 segundos em horário nobre X uma partida de 90 minutos + jornal + web + camisa dos torcedores pelas ruas + a quantidade de seguidores de um clube + a quantidade de seguidores de um craque que joga neste clube…).
O resgate da Credibilidade traz de volta o torcedor, traz novos torcedores, traz investidores!
A próxima década será vital para que clubes centenários continuem sendo chamados de “grandes”. O cenário ficará ainda mais crítico no que tange aos investimentos. Novas maneiras de se captar recursos e atrair investidores já estão nas mesas de alguns clubes. Já há legalidade para capital externo, mas ele só virá com total TRANSPARÊNCIA, adesão plena dos SOLDADOS TORCEDORES, e essa CREDIBILIDADE nos trará recursos, solidez, capacidade de maturar e somente após retorno técnico vender bem nossas jóias da base e consequentemente brigar por TÍTULOS.
É óbvio que esta “guerra” teria muitos outros capítulos (batalhas), mas em termos de gestão estamos no “ensino fundamental” e não adianta aplicar conteúdo de “mestrado”.

Tricoluz:
Com certeza já ouviram a frase que “dinheiro atrai dinheiro”, mas caos administrativo traz caos esportivo e econômico. Colocamos o artilheiro do campeonato brasileiro sub-20 para jogar nos profissionais sem renovar o contrato, o cara faz 2 gols e agora somos refém de seus empresários para que consigamos algum retorno real em campo e algum retorno financeiro lá na frente. Genial;
Pagar os salários e antecipar parcelas do Profut com discurso das CND`s é um golaço, mas que seja apenas parte de um pacote que envolva redução drástica de despesas nos variados setores do clube, um marketing profissional, revisão de todos os esportes olímpicos, mantendo somente os que se pagam, a prometida apresentação do plano de sócios para janeiro…;
Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

“NOVOS ARES !!!!” Opinião Lauro Cernicchiaro

Bom dia galera ! Como vinha falando aqui, administrativamente e financeiramente sempre elogiei e acreditei no empenho e no trabalho incansável do Mario e equipe , não tinha dúvidas que com o tempo necessário chegaríamos a estabilidade , o clube foi abandonado a deriva , jogado as traças pela flu sócio e seus comparsas , sabia da situação catastrófica , chegando penhoras diárias , dívidas inesperadas , foi e está sendo um desespero , mas, ontem , com a posse dos novos conselheiros , será a hora da virada !!!

Notícias excelentes, foram dadas por nosso Presidente , que vem acertando salários atrasados de jogadores e também dos funcionários. Pagou em CINCO meses de gestão , OITO meses de salários e mais o 13 salário do ano passado. Portanto, 9 meses pagos em 5 !!!!! Quitou a dívida com o Profut , e, ainda adiantou 60 parcelas , com isso conseguiremos a tão sonhada CND ( certidão négativa de débitos ) , que abrirá cáminho para a chegada do nosso tão esperado Patrocinador Master , junto com a empresa renomada no mercado de material esportivo UMBRO . Confio e acredito muito no Mario . NOVOS ARES !!! Quitou também a dívida com a COISA RUIM RUBRO NEGRA , com relacão ao Maracanã , tenho divergências com relação ao futebol , como todos nós torcedores apaixonados temos , gostaria de mudanças no comando , como a saída de Angioni , que pode até ter sido dedicado , mas só lutamos desesperadamente para escapar da degola nos últimos 7 anos , e ele estava em 3 , 2014 , 18 e 19 . E, 2015 rebaixou o nanico da colina . Torço muito para acabar esse laboratório de jogadores de aluguel , sem real vinculo e comprometimento , que saem de graça a hora que desejam , que empresários sanguessugas sejam estuprados e afastados do LARANJAL e do nosso CT , que Xerem volte ao topo , com o Rui , excelente profissional e grande tricolor . Que finalmente possamos ter orgulho de voltar a sair na rua com nosso manto tricolor , orgulho de nosso clube e time de futebol. Que Mário e Celso conversem , ambas as partes cedam , e que juntos façam um belo trabalho de reerguer nossa paixão. Reforma das Laranjeiras inevitável e imediata. E você Tricolor , está mais do que na hora de se Associar , não importa a cidade que mora , distância , $ 35 reais é obrigação! São 3 cervejas , 2 lanches no Mac Donalds , não tem desculpa ! JUNTOS SOMOS MAIS FORTES !!! By Lauro Cernicchiaro / LUTEM ATÉ O FIM !!! 👊🏼🇭🇺

Política no Flu

Ex presidente Peter Siemsen responde sobre entrada na justiça contra prestação de conta de seu último mandato

Ex presidente do Fluminense, Peter Siemsen, obteve na justiça uma liminar que impediu o conselho deliberativo do Fluminense a executar a votação de seu último mandato, em 2016.

A votação aconteceria nesta sexta-feira (29), mas uma ordem expedida pela juíza Anna Eliza Duarte Diab Jorge, da 22ª Vara Civel, impediu a ação.

Siemsen usou suas redes sociais ainda na tarde desta sexta-feira (29) para responder a ação:

Veja a publicação completa clicando aqui

Liminar impede votação de reabertura de contas do último ano do mandato de Peter Siemsen

O ex presidente do Fluminense, Peter Siemsen, conseguiu via liminar judicial, a suspensão da reabertura de votação das contas referentes a 2016 – último ano de sua gestão, que seria realizada nesta sexta-feira (29).

A decisão foi concedida pela juíza Anna Eliza Duarte Diab Jorge, da 22ª Vara Civel, com o argumento de que Siemsen não teve o devido tempo para apresentar sua defesa, uma vez que o ex presidente alega ter sido notificado da reunião somente na última segunda-feira (25) e recebido apenas 72 horas para apresentar documentos.

A votação, em 2017, foi feita por contraste visual, e não por contagem dos votos de cada conselheiro. Os favoráveis foram convidados a levantar a mão. Ao constatar maioria, o presidente do Conselho encerrou o tema.

Diante de grandes erros contábeis, as contas foram receitas e mudaram drasticamente, mudando de um superávit de R$8 milhões para um déficit de R$13 milhões.

Uma reunião ainda tentou ser organizada na época em que Pedro Abad presidia o clube, porém, a mesma terminou em agressão física entre os conselheiros.

Caso o balanço seja reprovado, Peter Siemsen pode ser responsabilizado pelos prejuízos ao clube.

Ainda de acordo com a decisão da magistrada, uma reunião de conciliação foi agendada para o dia 14 de fevereiro de 2020.

Confira a decisão na íntegra:

” Pretende o Autor a concessão de tutela de urgência para suspender a realização de assembleia extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo do Fluminense Football Clube, ora 1º Réu, pelos fundamentos expostos na inicial. Para concessão da medida de urgência requerida, impõe-se a caracterização dos requisitos previstos no art. 300, do NCPC: a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. A probabilidade que autoriza o emprego da técnica antecipatória para a tutela do direito invocado na inicial se traduz na probabilidade lógica, isto é, o direito se afigura provável, a partir da análise das alegações e das provas que instruem a inicial. O perigo de dano e o risco ao resultado útil do processo, requisitos dispostos pelo legislador de forma alternativa, estão associados à urgência e devem ser interpretados como o perigo na demora, ou seja, há urgência quando a demora na tutela do direito possa comprometer sua própria realização, imediata ou futura.

A prova documental acostada aos autos demonstra a franca inobservância pelos Réus dos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, previstos no art. 5º, inciso LV, da CRFB. Os documentos de fls. 92/95 comprovam que o Autor foi cientificado da realização de assembleia extraordinária do Conselho Deliberativo do Clube, cuja pauta seria o reexame das contas prestadas pelo Autor, na condição de Presidente do Fluminense Football Clube, relativamente ao ano de 2016, sem prazo suficiente para apresentar defesa. A notificação foi encaminhada ao Autor por email subscrito pelo 2º Réu, em 25/11/2019, concedendo-lhe o prazo de 72 horas para apresentação de documentos que entendesse pertinentes à sua defesa, prazo claramente exíguo e que não encontra previsão no Estatuto do Clube, muito menos na lei.

Não há, também, indicação da data em que seria realizada a assembleia e não foram especificadas as razões que conduziriam à nova análise das contas. O email encaminhado pelo 2º Réu em 27/11/2019, somente neste informada a data da assembleia, apenas indica a existência de ´erros materiais´, o que em nada se traduz.

Note-se que os documentos de fls. 101/107 comprovam que estas foram regularmente aprovadas pelo Conselho Fiscal e pelo Conselho Deliberativo, além de ter sido objeto de apuração através de inquérito civil, arquivado por ausência de provas de irregularidades. E, ainda, não está acompanhada do termo de convocação dos conselheiros, na forma do art. 30, do Estatuto do Clube, a fim de que tenha conhecimento o Autor de seu conteúdo. Ademais, eventual reexame das contas já aprovadas pode gerar, em tese, responsabilidade civil do Autor, o que configura perigo de dano. Presentes, pois, os requisitos legais.

Isto posto, DEFIRO a medida de urgência requerida para suspender a realização da reunião extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo do Fluminense Football Clube, convocada para 29/11/2019, às 19:30 horas, sob pena de multa única no valor de R$ 100.000,00. Citem-se e intimem-se, com urgência, face à proximidade da data, por OJA. Certificado o correto recolhimento das custas, expeça-se o respectivo mandado. Encaminhe-se cópia desta decisão para o Plantão Judiciário. Designo audiência de conciliação para o dia 17/02/2020 às 14:50 hs, na forma do art. 334, NCPC.

Os Réus deverão comparecer à audiência de conciliação designada, acompanhados de advogado ou de Defensor Público, cientes de que seu desinteresse na autocomposição deverá ser comunicado a este Juízo, por petição, com no mínimo 10 (dez) dias de antecedência, contados da data da audiência (art. 334, §5º, NCPC). Neste caso, não se realizando a audiência, na forma do art. 334, §4º, inciso I, NCPC, o prazo para contestar correrá da data do protocolo do pedido de cancelamento (art. 335, inciso II, NCPC). Havendo, contudo, interesse dos Réus na tentativa de composição consensual, será mantido o ato designado e o prazo de 15 (quinze) dias para oferecimento da contestação computar-se-á da data da audiência (art. 335, inciso I, NCPC) “.

“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

Carta aberta da Frente Ampla Tricolor aos Torcedores.

UNIÃO E GESTÃO PARA TRANSFORMAR

O Fluminense não precisa mais de diagnósticos, pois temos todos, sabemos das principais doenças (amadorismo, clientelismo, populismo, incompetência, falta de dinheiro…), mas o momento é de buscar alternativas urgentes para sairmos desse imbróglio em que o clube se meteu.

O pensamento de longo prazo é importante para qualquer instituição, não podemos nos afastar de um Fluminense com a sua vocação para a eternidade.

Contudo, o momento é de extrema gravidade e, como tal, há a necessidade de soluções corajosas, desprendidas e urgentes.

Não há “bala de prata”, milionários, mecenas… a solução está em pequenas, mais muitas mudanças.

O clube hoje tem mais “colaboradores remunerados” que sócios na sede, pois estes há muito, não frequentam o clube. Está na hora de estabelecer prioridades. Alguns salários (ou muitos), sejam CLT e/ou PJ, precisam de análise e comparação, pois encontram-se completamente fora do mercado. Se compararmos com o nível de entrega baixíssimo, essas remunerações tornam-se estratosféricas.

Quanto custam os Esportes Olímpicos e toda a sua estrutura?

Há necessidade de se gastar dinheiro com alguns esportes inexpressivos e com resultados questionáveis?

O que fazem alguns ex- atletas em Xerém sem a devida qualificação profissional para os cargos que ocupam?

O clube precisa ser gerido com profissionalismo, austeridade, projeto de recuperação, prioridades bem definidas, para o resgate da sua imagem, ou seja, gestão eficiente e corajosa.

Precisamos resgatar o fascínio e o respeito pelos valores de um clube bem organizado e bem gerido.

Não temos dúvidas que essas medidas não serão suficientes para sairmos dessa crise (a maior do clube), contudo o choque de gestão, atrai a confiança e possíveis parceiros, além de resgatar a esperança dos Tricolores.

Outra questão é o clima de guerra que não arrefece, muito pelo contrário, afastando Tricolores e quadros que muito poderiam contribuir.

A união de forças para enfrentar o momento é imperiosa mas, para isso, a nova gestão precisa buscar talentos, aglutinar os sócios, torcedores, além de criar convergências.

A manutenção do Fluminense na Série A une todos nós. Precisamos acreditar nisso, lutar até o fim por isso.

Precisamos de rapidez ou pode ser tarde.

FRENTE AMPLA TRICOLOR

05/09/2019

Raposa poderá ser punida pela Fifa por conta de dívida referente à compra de Willian, mas já obteve recurso no TAS (Tribunal Arbitral do Esporte)

A Fifa tornou públicas as decisões dos seus órgãos colegiados, entre elas as sentenças sobre de sanções por falta de pagamento. Foram quatro sentenças relacionadas ao Cruzeiro que foram publicadas com cobranças: Morelia (do México) referente a Riascos; Tigres (México) referente a Rafael Sobis; Defensor (Uruguai) referente a Arrascaeta; e Al Wahda referente a Denilson. As punições dos casos são todas já conhecidas, e houve recursos por parte do clube. Em todas essas, o Cruzeiro reconheceu a dívida, mas alegou “circunstâncias excepcionais” para não quitar os débitos.

O Cruzeiro poderia perder seis pontos no Campeonato Brasileiro 2019 por conta dessa punição. A informação foi divulgada pela coluna do Ancelmo Gois, do jornal O Globo. O clube, no entanto, obteve recurso e adiou o pagamento do débito.

A determinação é da FIFA, que poderá obrigar a CBF a retirar 6 pontos da Raposa quando todos os recursos jurídicos do clube mineiro terminarem. Isso pode até mesmo rebaixar a Raposa pela primeira vez na sua história.

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