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Colunas

Detalhes das eleições para presidente do Flu

A data foi decidida pelo atual mandatário, Pedro Abad que antecipou a decisão que seria no fim do ano. O presidente do Conselho tem uma reunião nessa quinta-feira com Abad, e por conta disso o clube ainda não se pronunciou. A antecipação das eleições foi comunicada em 20 de dezembro do ano passado, no mesmo da retirada de um impeachment por falta de quórum no Conselho Deliberativo. Por imensa maioria no dia 26 de janeiro, os sócios do clube aprovaram a proposta de antecipação do pleito.

Ex-Xerém viaja para Itália sem autorização e pode ser punido por clube atual

Wendel pode ser punido pelo Sporting. O meio-campo fez uma viajem para Itália para prestigiar o jogo Juventus x Ajax, mas foi sem autorização do clube.

O jogador compareceu normalmente ao treino da equipe portuguesa nessa quarta-feira, porém foi convocado por membros da diretoria do time. O assunto foi considerado interno e será conduzido pela jurisdição do time.

Política no Flu

Foto Shoreline Films.

“Coronelismo, piscina e voto.” Eleições Fluminense 2019. Reflexão, por André Ferreira de Barros.

Foto Shoreline Films;

“Coronelismo, piscina e voto”

Em primeiro lugar, o título deste artigo se inspira na monumental obra “Coronelismo, enxada e voto”, de lavra do grande jurista e acadêmico Victor Nunes Leal (1948).

Em segundo lugar, numa democracia digna do nome, merece respeito e consideração toda e qualquer proposta que não emule ódio ou violência, tampouco veicule supremacia ou discriminações odiosas. Mesmo as proposições das quais, no mérito, discordamos veementemente. Aliás, principalmente as propostas das quais discordamos veementemente devem ser respeitadas.

Neste ano, Graças a Deus, mais dia, menos dia, haverá eleições nas Laranjeiras. Delas pode resultar a nossa salvação ou a nossa irreversível desgraça. E, nós, eleitores, jogamos um papel fundamental nisso.

Num livre exercício de abstração, avisto quatro núcleos de propostas possíveis para o Fluminense F.C.

A primeira delas retoma uma ideia que começou a ser ventilada ainda na gestão de Gil Carneiro de Mendonça (1996). Vale dizer, o Fluminense deixaria de praticar futebol profissional. Ou seja, viraria um respeitabilíssimo clube social, com o departamento de esportes olímpicos, enfim, se tornando uma referência nacional. Construir-se-iam piscinas e quadras belíssimas e ultramodernas, em torno das quais as famílias alegremente se reuniriam, principalmente nos fins de semana. À base desta proposta estaria o “gap” financeiro aberto pelo Flamengo, que seria irreversível e, pior, crescente. O cenário que se projeta seria negro, quase apocalíptico, algo assim: em 10 anos, o Flamengo venceria 7 Taças Guanabara, 7 Taças Rio, 6 Campeonatos Cariocas, 3 Copas do Brasil, 4 Campeonatos Brasileiros, 2 Copas Libertadores da América, 2 Recopas e, pelo menos, 1 Campeonato Mundial. Em contrapartida, para o Tricolor das Laranjeiras, no mesmo período de 10 anos, sobrariam parcas 3 Taças Guanabara, 2 Taças Rio, 2 Campeonatos Estaduais e, com muita sorte, 1 Copa do Brasil ou 1 Copa Sul-Americana. Vencedores de campeonato com pontos corridos nunca mais seríamos. Idem para a Copa Libertadores da América. Como o Fluminense não tem vocação para “sparring”, seria preferível fechar as portas do Departamento de futebol condignamente. Convenhamos que é grande a aderência dessa proposta à realidade. Por isso, o seu hipotético autor teria o meu respeito – pela clareza de propósitos -, mas não o meu voto. Algo como quem defende a monarquia como o melhor regime de governo para o Brasil.

Uma segunda opção também tem grande aderência à dura realidade: o Fluminense assumiria como irreversível e crescente o desvão financeiro em desfavor do Flamengo. Nessa toada, o Fluminense aceitaria o papel de “sparring”. Com times medianos – ou medíocres, cheios de Rodolfo e Júnior Dutra -, dar-se-ia por satisfeito com a conquista, em dez 10 anos, de 3 Taças Guanabara, 2 Taças Rio, 2 Campeonatos Estaduais e, com muita sorte, 1 Copa do Brasil ou 1 Copa Sul-Americana. Seria mais do mesmo, algo como outra Flusócio, um apequenamento institucional tido como inelutável – sempre com o apoio dos piscineiros e do Departamento de Esportes Olímpicos. Desde que a proposta seja formulada previamente às eleições, o autor mereceria o meu respeito enquanto democrata. Mas ele não teria o meu voto. Afinal, “sparring” é a… (olha o respeito!!!).

A terceira opção é uma variação da segunda. Aliás, tem o mesmo ponto de partida, mas bastante diferente é o ponto de chegada. Por outras palavras, assume-se o “gap” financeiro em relação ao Flamengo como irreversível, mas decrescente. Deixando de lado pueris diferenças com o Vasco/RJ e o Botafogo/RJ, buscar-se-ia uma aliança contra a superpotência rubro-negra. No ponto, não se deve esquecer que aos americanos e ingleses aliaram-se os russos contra os nazistas. Ao depois, juntar-nos-íamos a Cruzeiro/MG, Atlético/MG, Internacional/RS e Grêmio/RS e tentaríamos implodir o sombrio mecenato da Rede Globo de Televisão ao clube da Gávea, causa maior – mas não a única – de nosso infortúnio. A médio prazo – 05 ou 06 anos -, com doses cavalares de trabalho, criatividade e competência, poderíamos – notem bem, amigos, poderíamos – voltar a ser protagonistas do futebol brasileiro. Se formulada com critério, clareza e honestidade, tal proposta tem o meu respeito e, quiçá, o meu voto.

A quarta, e a última proposta, é do tipo “make Fluminense great again”. Sem dizer como, via powerpoint, prometem-se mundos e fundos, passando, claro, pela formação de um supertime de futebol. Afinal de contas, o Fluminense tem futebol no próprio nome do clube. Com que recursos financeiros? Isso não resta claro, ao menos para mim! Talvez seja desimportante! Aderência à realidade? Nenhuma! Em tempo, os piscineiros que se explodam, tais quais os integrantes do Hamas, nas detestáveis palavras de um Deputado Federal. Parafraseando Lorde Keynes, a médio prazo estaremos todos mortos. Logo, esta proposta é música para os nossos sofridos e sensíveis ouvidos. Paradoxalmente, a proposição pode não ter o meu respeito, mas o seu autor(es) pode(m) coletar(em) o meu voto. Aliás, seu(s) autor(es) pode(m) receber uma enxurrada de votos, até mesmo dos piscineiros mais atentos e céticos. E se não forem cumpridas as promessas? Culpa-se a Flusócio, simples assim. Afinal, ao contrário do senso comum, cria(m) ele(s) que “… a casa estava em ordem…”. Afortunada ou desafortunadamente, todos os candidatos que se apresentaram até agora proclamam, em alto e bom som, esta última proposta.

Reflitamos nós, reflitam vocês,

Saudações tricolores



TRE-RJ aprova urna eletrônica e Fluminense deve ter data da eleição definida essa semana

Foto: Nicholas Rodrigues/Canal Flunews

Após ter aprovado pelo TRE-RJ o pedido para utilização das urnas eletrônicas nas eleições do clube, o Fluminense deve anunciar até o final dessa semana a data exata do novo pleito. Data essa que deve ser confirmada entre o final de maio e início de junho.

De acordo com informações obtidas pelo Canal Flunews, o TRE-RJ disponibilizará ao clube até a próxima terça-feira (16) as datas que o Fluminense terá a sua disposição as urnas eletrônicas.

Com a data em mãos, o clube definirá até o fim da semana o dia exata do pleito. Podendo esse acontecer como já informou o presidente da Assembléia do Clube, Fernando Leite, em entrevista exclusiva ao Canal Flunews, até a primeira quinzena de junho. Já se sabe no entanto conforme noticiado pelo portal O Lance !, que elas só estarão disponíveis a partir de 8 de junho. A razão é a votação para prefeito em Iguaba Grande, marcada para o dia 2 de junho, cujo TRE estará concentrado.

Como já foi informado também em primeira mão pelo Canal Flunews, a eleição deve ser disputada pelo cenário de momento por dois candidatos: Mário Bittencourt, que deverá ter o apoio de Celso Barros, pela grupo Tricolor de Coração, e, Ricardo Tenório ex integrante do grupo, mas que anunciou sua saída e chegada como um no forte na briga para assumir a cadeira de presidente Tricolor.

Opinião do nosso colunista LAURO CERNICCHIARO, sobre o momento político no Fluminense FC.

Guerreiros da Sul,Tricolindas e Tricolores.

Ontem foi um dia muito conturbado politicamente para o clube, aconteceu um RACHA no triunvirato, onde o Dueto Mario & Tenorio juntos desde a campanha de 2016, quando tiveram uma votação expressiva.
Ricardo Tenório em uma reunião segunda feira última bateu pé firme e impôs e cobrou que deveria ser o candidato a presidente. Como sabemos em uma pesquisa realizada por telefone encomendada pelo próprio triunvirato houve um “empate” técnico entre o Dr. Celso e o Mário, com Pedro Antonio em terceiro e Ricardo Tenório lá atrás, na frente do Júlio Bueno apenas. Baseados nesse dados tentaram um consenso, como não chegaram a um acordo o mesmo pulou fora para carreira solo. E agora? Quem será o vice geral do Biunvirato? Dr. Celso? Não creio, pois com certeza ele tem que assumir o futebol e tem que ser remunerado para tal. E concordo plenamente com isso, pois pagamos Angioni, Teixeira e Simoni para que? Pagam os Marcus Vinicius e Emanuel para que? Qual será a alternativa deles para vice presidente? Esportes olímpicos é a saída? Do outro lado quem Tenório irá procurar? Flusócio? Não acredito, queimação de filme total. Será que empresários tricolores com Xerez farão uma aliança com ele? E os Buenos? Muito quietinhos só corujando. E mais será que o Pedro Antonio ressussitaria das cinzas igual a uma Fênix? Só sei de uma coisa. Nessa suruba da política tricolor não existe fidelidade ou confiabilidade.
Sabe aquela garota de programa deliciosa que todo homem quer, mas sabe que não presta, que tem a certeza que vai se dar mal, perder um dinheiro, botar o casamento em risco e trazer problema e stress pessoal, mas mesmo assim não larga? Ela é o cargo de PRESIDENTE DO FLUMINENSE!
Clube praticamente falido, mergulhado em dívidas e penhoras, sustentação ZERO, sem estrutura, todo despedaçado, mas mesmo assim todos desejam estar lá na cadeira de PRESIDENTE.
Fico pensando. Será que desejam realmente reerguer nosso clube? Será que eles têm realmente a mesma paixão que a nossa? Será que sentem na pele a zoação nas ruas e são sacaneados e bombardeados nas redes sociais após duas derrotas seguidas em Fla Flu? Particularmente estou cansado e enjoado disso tudo. Até onde o Sr. dos anéis mongol está envolvido nisso com a sua seita do mal? Na véspera da carta aberta do Tenório todos juntos e sorridentes assistindo ao jogo da copa do Brasil como se nada tivesse acontecido ou se nada seria escrito ou publicado no dia seguinte. Enfim LAMENTÁVEL, DEPRIMENTE, mais uma ducha de água fria em muitos tricolores como eu que tinham alguma esperança. Afinal de contas. Por que esse cargo é tão atrativo para pessoas romperem amizades, alianças e traições inesperadas acontecerem?
E não me venham com essa conversinha de que são adversários políticos e não inimigos. Aqueles que exercem o cargo expondo ao ridículo o clube por simples váidade pessoal ou jogo de interesses, com incompetência e discaso total, afundam e destroem meu Fluminense, é sim meu INIMIGO!
Enojado de tudo isso e totalmente desacreditado, sigo em frente.
No mais,
Saudações Tricolores e Vitória na Guerra!

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