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Colunas

Análise do cenário do Brasileirão

Amigos da FluNews

Fiz uma análise dos jogos que faltam para os times da parte debaixo da tabela, e cheguei a alguns números que acho que no fim serão esses, lógico que futebol não é um ciência exata mas tirando um jogo pelo outro cheguei aos seguintes números.

Pra mim o número de corte será 43.

Fluminense faz mais 15 a 19 pontos, no mínimo chegando a 44 pontos ,

Botafogo faz mais 15 pontos total : 44
Cruzeiro faz mais 17 pontos total : 42
Fortaleza faz mais 14 pontos total: 42
Ceará faz mais 14 pontos total : 40
CSA faz mais 13 pontos total : 39
Avai : caiu
Chapecoense caiu.

Olhando a tabela , analisando os jogos , em casa e fora , é uma visão que tenho , venho falando de 43 pontos como ponto de corte a um bom tempo, e continuo achando isso.
Em relação ao Flu , fiz um esboço quando faltavam 24 jogos , e dava 47 pontos, hoje faltando 12 jogos refiz
o cenário é da de 44 negativamente e 49 positivamente , ou seja não acredito em queda.

E temos chances de pegar uma vaga na Sul Americana.

Obviamente o Futebol não tem uma ciência exata, e nem sou dono da razão, mas fiz uma análise fria de números e possibilidades, até com um pouco de otimismo para os que estão lá embaixo e para nós.

Alexandre Vilella

“Dois erros não fazem um acerto” André Ferreira de Barros e Eduardo Rodolfo Alves

“Dois erros não fazem um acerto”
André Ferreira de Barros e Eduardo Rodolfo Alves


Mário Bittencourt tem pouco mais de 03 (três) meses à frente do Fluminense F.C.
Seria, portanto, bastante leviano atribuir-lhe todas as agruras por que passa o Fluminense. Grande parte desse quadro caótico cai na conta da Flusócio e os seus blue caps.
Mais, Mário Bittencourt, realmente, parece ser apaixonado pelo Fluminense.
Mas o processo decisório de Sua Senhoria carece de aperfeiçoamentos. E como carece!!!
Afinal de contas, no afã de corrigir um erro, Mário Bittencourt comete um erro ainda maior.
Vamos pela ordem.
Com Fernando Diniz, contratado pelo então Presidente Pedro Abad, o Fluminense jogava um futebol vistoso, mas, via de regra, saía de campo derrotado. Fernando Diniz conseguiu uma proeza: o Fluminense empilhava chances de gol, dava 30 chutes por partida, não assinalava nenhum tento e permanecia, rodada após rodada, na zona do rebaixamento. Somados prós e contras, Fernando Diniz precisava sair – eis o sentimento majoritário da torcida tricolor.
Diante da tragédia – esportiva e financeira – que se avizinhava, Mário Bittencourt demitira Fernando Diniz e trouxe, para o lugar dele, o jurássico Oswaldo de Oliveira.
Com isso, o Presidente conseguiu tornar mais fortes as vozes das “viúvas” do Diniz. Aliás, se fosse feita uma enquete sobre quem recaía a preferência do torcedor tricolor – sobre o Diniz ou sobre o Oswaldo, o primeiro ganharia – talvez com 100% dos votos.

Ocorre que Diniz e Oswaldo não eram os únicos treinadores da face da Terra.
Poucas – e irreversíveis – rodadas depois, o Presidente caiu em si. “Foi um erro contratar o Oswaldo”, pensara Mário Bittencourt com os seus botões. “Vou demiti-lo”, sentenciara o supremo mandatário tricolor.
Para corrigir esse erro crasso, o Presidente cometeu um ainda maior, efetivou o Marcão.
Ora, Marcão é gente muito boa, comeu o pão que Asmodeu amassara na Terceira Divisão, foi capitão do time por algum tempo, fez gol em jogo que valeu título (2005), fez gol de bicicleta, porém nada disso o credencia para ser técnico do Fluminense – ao menos do Fluminense que aprendemos a amar.
Embora o Athlético/PR tenha um time muito melhor do que o nosso, boa parte da derrota de ontem vai para conta do Marcão e, claro, de quem o escolhera, Mário Bittencourt.
É um erro manter o Marcão, Presidente!

O tempo urge!

Por favor, não desfaça esse erro cometendo um ainda maior, como a efetivação do Ailton ou a contratação de um Enderson Moreira.
Pense grande, Presidente!
Saudações tricolores!

Rodada ruim, mas nem tanto assim…

Foto: Athletico-PR

O Fluminense foi derrotado por 2 a 1 de virada para o Athletico-PR na noite da última quinta-feira (17) no Maracanã.

O jogo que poderia ter deixado o Tricolor mais próximo do G-6, acabou deixando o clube verde, branco e grená, mais próximo do Z-4.

Embora tenha se mantido na mesma 14° colocação com 29 pontos, o Flu viu a distância para a zona da degola diminuir com o empate entre CSA e Atlético Mineiro, resultado que deixou o clube alagoano com 26 pontos, três atrás do Tricolor. Porém, o Flu ainda leva uma vantagem no número de vitórias: oito contra seis.

A distância para o G-6 também aumentou. Se antes da rodada era de 12 pontos, com a derrota somada ao vitória do Internacional contra o Avaí, pulou para 13 pontos.

Sem VAR, para atrapalhar

Com um árbitro de qualidade e de personalidade dentro de campo, não tem VAR nem meio VAR. O juiz de Fluminense x Bahia teve sempre o comando do jogo, decidiu todos os lances como devia decidir e a partida fluiu sem acidentes nem incidentes. E sem as enervantes paralisações que vinham sendo a tônica nesta Brasileirão.Tanto que os acréscimos foram de um minuto no primeiro tempo e de quatro minutos no segundo. Parabéns ao catarinense, que em boa hora mostrou que há vida inteligente no futebol longe do VAR!

Por Argeu Affonso

Política no Flu

“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

Carta aberta da Frente Ampla Tricolor aos Torcedores.

UNIÃO E GESTÃO PARA TRANSFORMAR

O Fluminense não precisa mais de diagnósticos, pois temos todos, sabemos das principais doenças (amadorismo, clientelismo, populismo, incompetência, falta de dinheiro…), mas o momento é de buscar alternativas urgentes para sairmos desse imbróglio em que o clube se meteu.

O pensamento de longo prazo é importante para qualquer instituição, não podemos nos afastar de um Fluminense com a sua vocação para a eternidade.

Contudo, o momento é de extrema gravidade e, como tal, há a necessidade de soluções corajosas, desprendidas e urgentes.

Não há “bala de prata”, milionários, mecenas… a solução está em pequenas, mais muitas mudanças.

O clube hoje tem mais “colaboradores remunerados” que sócios na sede, pois estes há muito, não frequentam o clube. Está na hora de estabelecer prioridades. Alguns salários (ou muitos), sejam CLT e/ou PJ, precisam de análise e comparação, pois encontram-se completamente fora do mercado. Se compararmos com o nível de entrega baixíssimo, essas remunerações tornam-se estratosféricas.

Quanto custam os Esportes Olímpicos e toda a sua estrutura?

Há necessidade de se gastar dinheiro com alguns esportes inexpressivos e com resultados questionáveis?

O que fazem alguns ex- atletas em Xerém sem a devida qualificação profissional para os cargos que ocupam?

O clube precisa ser gerido com profissionalismo, austeridade, projeto de recuperação, prioridades bem definidas, para o resgate da sua imagem, ou seja, gestão eficiente e corajosa.

Precisamos resgatar o fascínio e o respeito pelos valores de um clube bem organizado e bem gerido.

Não temos dúvidas que essas medidas não serão suficientes para sairmos dessa crise (a maior do clube), contudo o choque de gestão, atrai a confiança e possíveis parceiros, além de resgatar a esperança dos Tricolores.

Outra questão é o clima de guerra que não arrefece, muito pelo contrário, afastando Tricolores e quadros que muito poderiam contribuir.

A união de forças para enfrentar o momento é imperiosa mas, para isso, a nova gestão precisa buscar talentos, aglutinar os sócios, torcedores, além de criar convergências.

A manutenção do Fluminense na Série A une todos nós. Precisamos acreditar nisso, lutar até o fim por isso.

Precisamos de rapidez ou pode ser tarde.

FRENTE AMPLA TRICOLOR

05/09/2019

Opinião – Independente do resultado, que vença o Fluminense

Foto: Nicholas Rodrigues/CanalFlunews

Neste sábado (08), inicia-se um novo começo no Fluminense Futebol Clube, um começo que anuncia uma trajetória de grande dificuldade pra quem assumir a cadeira de presidente do clube.

Porém, essa dificuldade pode ser revertida com a vontade de reerguer o clube, a instituição. Vontade essa estampada nos olhos de ambos os candidatos.

Contudo, há de se destacar que o Fluminense não termina após a eleição, ela é só o começo, e isso tem que ficar bem claro principalmente para o derrotado nas urnas. Que o seu amor pelo Fluminense seja maior do que qualquer ego ou posição política, que se for fazer oposição, que seja coerente e defendendo os interesses do clube.

Ao torcedor, que fique também registrado a sua importância na hora de decidir o futuro de clube. Que após o pleito, esqueça de candidato A ou B e que pense restritamente no Fluminense. Se o candidato escolhido não cumpriu as promessas de campanha, cobre, não fique calado. Se por ventura votou no candidato derrotado, pense grande e torça pelo sucesso do eleito pela maioria, pois quem ganhará com isso não será Mário Bittencourt ou Ricardo Tenório, e sim o Fluminense.

Dito isto, Boa sorte ao vencedor e que vença o Fluminense, sempre !

Pedro Antônio comparece a evento mas não declara apoio a Tenório

Foto: Divulgação

Tido por muito como o fiel da balança nessas eleições, o idealizador do CT e ex vice de projetos especiais, Pedro Antônio, esteve presente no evento de lançamento da campanha de Ricardo Tenório à presidência do Fluminense.

Contudo, o ex dirigente não deu entrevista e nem declarou de forma oficial o apoio a Ricardo Tenório. Segundo o próprio Pedro Antônio, sua presença no local se decorreu devido ao convite feito por Tenório.

Tenório por sua vez jogou a “responsabilidade” para Pedro Antônio, dizendo que o apoio tinha que partir do ex diretor:

– As coisas acontecem naturalmente. Tenho conversado bastante com o Pedro Antonio, é um tricolor que nos ajudou muito e ainda pode nos ajudar muito. Mas esse apoio formal tem que vir dele. É uma pessoa importantíssima no processo político do Fluminense. Conto com ele como qualquer outro tricolor que deva assumir o Fluminense deve contar. Mas considero isso uma prova cabal de que estou conseguindo fazer a união que o Fluminense precisa – comentou Tenório.

O candidato ainda deixou as portas abertas para uma eventual ajuda na possível administração do clube:

– Todos estão se conscientizando que precisamos estar unidos para poder vencer esse grande obstáculo que é esse momento terrível político e financeiro que o clube vive. Estou aberto a conversar com todos os tricolores indistintamente de grupos. São pessoas que querem ajudar o Fluminense – completou Tenório.

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