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“Basta! Até quando?” – Opinião Lauro Cernicchiaro

Bom dia guerreiros da Sul e Tricolindas!!!

Mais uma eliminação de uma competição esse ano, minha leitura é a seguinte. Chegamos no nosso limite nas duas, e fomos até longe, quartas de final, pois as equipes estão niveladas por baixo, tirando as três , mulambada, porcos e galinhas, enfim, Marcão é boa praça, tricolor, simpático, amigo de todos, o famoso Vaselina, gratidão eterna por só entrar em furada e nos livrar, obrigado, mas não é o técnico que precisamos!

O nosso futebol é covarde, medroso, entramos apenas para nos defender, sufoco o tempo inteiro, e rezamos por uma bola, um gol cagado, como a torcida batizou né? Kkkk.

Ontem quando virou o primeiro tempo zero a zero, já era para ter feito as substituições, voltar com uma equipe mais agressiva, mais leve e veloz, não o faz por omissão, acomodação ou seria por pressão de jogadores amiguinhos ou empresários?

Realmente não sei o que acontece nos bastidores.

Tenho certeza de uma situação, não dá mais para aturar os erros individuais repetidos dos mesmos jogadores, os dois laterais esquerdos falham seguidamente, e são falhas que alteram o resultado diretamente, pênaltis, expulsões, ou atitudes bizarras e grotescas. Por que a manutenção deles? Atletas de Eduardo Uram não podem ser barrados? Marlon ou Jefte não ganham oportunidade por que? Outra, o scout tem que ser alterado, CHEGA de jogadores medianos, de $150 ou $200 mil, são sete ou oito deles! Trocar por dois de $800 mil, que viriam para serem titulares absolutos e resolverem, no mais completa com Xerém, nossa fábrica de craques!

O Mário e o Angioni tem que rever essa leitura de contratações, até tentam, contratações de risco, mas não estão dando certo, Lucca, Abel,Wellington, Egídio, Dumbo, Cazares, etc…, BASTA de experiências, DEZ anos sem títulos, nem Carioquinha, temos que mudar essa situação, o que vocês acham?

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Saudações Tricolores !

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Nós, os covardes” – Opinião André Ferreira de Barros

“Nós, os covardes”

Enquanto nós ficarmos medindo palavras com medo de processos…

Enquanto nós ficarmos dizendo que não há provas de nada…

Enquanto nós ficarmos reclamando apenas nas 24 horas seguintes aos insucessos…

O GRANDE FILHO DA PUTA NADA DE BRAÇADA!!!!

Quando alguém, com densidade política bastante, vai chamar o canalha de canalha?

SOMOS UM AJUNTAMENTO DE COVARDES!!!

O texto é de total responsabilidade do autor.

” Há 20 anos” Opinião Antonio Gonzalez

Há 20 anos  (por Antonio Gonzalez)

Meu avô, um pouco antes de falecer em 1973, já com a diabetes em estado bem avançado, disse umas palavras que me servem de exemplo até os dias de hoje: “Meu querido neto: o tempo não passa, o tempo voa!”

E o Antonio Sanchez Barreiro, o velho Careca do Restaurante Yankee Brasil, na Rua Rodrigo Silva nº 32, em pleno pulmão centro da cidade, entre a 7 de Setembro e a Assembleia, tinha razão. Passadas quase 5 décadas, agora ele é uma estrela, eu um diabético problemático, emocional.  Sim a velocidade do tempo é cruel e, sem cuidado, pode ser definitiva.

A performance do histórico e lendário boxeador Evander Holyfield, neste fim de semana, traz consigo elementos de que a grandeza um dia alcançada passou porque o tempo voou.  E o grande campeão tornou-se uma presa de fácil alcance e curto recorrido. Provavelmente com o bolso mais recheado de dólares.

Beijar a lona é para valentes e voltar a ficar de pé é para HOMENS. Mas o querer só existe se acompanhado pelo verbo poder.  QUERER É PODER.

Vivemos o momento em que se honram as vítimas de umas das maiores barbáries que já existiram no planeta terra, quiçá em todo universo: os atentados perpetrados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda (além das  Torres Gêmeas também, naquele 11/09/2001, teve mais avião caindo: um no Pentágono e outro na zona rural perto de Shanksville, na Pensilvânia).  20 anos depois aquelas cifras assustam: Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores.

Lembro que naquele dia eu estava na antiga Academia Staff, que existia na Rua Machado de Assis. Meu treinador de boxe na época era o Márcio, um mago da arte de ensinar, que naquela manhã colocou-me para “apanhar gostoso”, num daqueles treinos em que o ar desaparece e os miolos dão cambalhotas. Uma vez finalizada a atividade, fui para a Sala de Cardio, 40 minutos de bicicleta. Do nada a televisão mostra uma das torres em chamas. Um terrível acidente, afirmavam. Corre-corre pelas ruas de Nova Iorque, incertezas.

Do nada, de forma totalmente imprevisível até para o mais futurista dos escritores apocalípticos, outro avião se choca contra a outra torre do World Trade Center… E o que era acidente deixou de ser, tornando-se o mais sanguinário atentado da história. 

Nada mais justo do que manter viva as imagens daquele dia. Fatídico, brutal, cruel. Infelizmente não pode, nem deve ser apagado das nossas memórias. A nossa luta tem que ser para que os homens deixem de se matar. Encontrar novas e acertadas soluções para a humanidade deve ser a missão.

Quase 3 meses depois, para ser exato era o dia 8 de dezembro de 2001, recebi uma missão oficial do Fluminense: fui designado pelo clube junto ao comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Curitiba, como o representante pelos 20 ônibus de torcedores tricolores que se dirigiram à capital do Paraná. Era a semi-final do Campeonato Brasileiro, 3 a 2 para o Athético Paranaense, fomos roubados… em campo e no regulamento: arbitragem caseira e disputa a um jogo.

Já na estrada, depois de sairmos das garras da PM (a porrada comeu e foi feia, tivemos mais de 30 torcedores baleados – bala de borracha – pela JUDARIA de quem deveria ter proporcionado segurança), muito puto com a derrota e com a 3ª colocação definitiva na competição, tive a sensação de que o Presidente David Fischel terminava o primeiro mandato com um forte processo de recuperação e resgate:  de campeão da Série C em 1999 a 3º no Brasileiro de 2001.  Pelo menos isso. Mas era muito pouco.

A história das falsas narrativas são direcionadas a tirar méritos e criar monstros: se não fosse o surgimento da Vanguarda Tricolor o Fluminense teria desaparecido, nenhum clube no mundo teria resistido a presidentes (consecutivos) como Gil Carneiro e Álvaro Barcelos que sucederam a um Arnaldo Santhiago que fez a dívida do clube saltar de 3 para 25 Milhões entre 1993 e 1995. Três presidentes com fortes laços de amizade com o feudalismo dos Esportes Olímpicos e a galera do Social que é comandada pela mesa do whisky (que existe até hoje e elegeu ao Peter, ao Abad e ao Mario).

Na primeira parada dos ônibus num posto de gasolina e com restaurante, carros da Polícia Rodoviária Federal nos aguardavam.  Dei graças a Deus, impossível qualquer tipo de confusão, queria estar chegando ao Rio no menor tempo possível.  Relaxei, depois de descobrir que não havia almoçado, era imperioso colocar combustível no corpo.

Pensar que 2 anos depois de passar pela penúria da 3ª divisão estávamos entre os 3 primeiros clubes do Brasil, merecia muito fincar os joelhos no chão e levantar as mãos ao céu…

Mas não representava nada para os 1.000 tricolores que estiveram na Arena da Baixada, gente que cresceu vendo ao Flu entrando em campeonatos para vencer.

Gritar “É CAMPEÃO!!!” é um orgasmo diferenciado. É muito mais do que ejacular. Choramos de prazer.

Mas a Vanguarda Tricolor cometeu um grande erro: em nome de uma pacificação política NÃO PUXOU A DESCARGA.

20 anos depois o tempo não passou, ele voou. A humanidade, apesar de parte dela ainda cultivar velhos hábitos de não convivência (racismo, xenofobia, homofobia), acelera à uma velocidade gigantesca, as novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.

E o Fluminense 20 anos depois? 

Vocês lembram dos 25 milhões de dívida que o Arnaldo Santhiago deixou?  Dizem que hoje são 750… mas com a opaca transparência alguns pensam na casa de 1 bi.

E ao não puxar a descarga a Vanguarda Tricolor permitiu que aqueles a quem ela derrotou com o discurso de limpar o clube, voltassem a ocupar lugar de destaque. E o pior, eleger o presidente do Flu.

A década de 1990 representou um Fluminense que vivia no reino de Alice no País das Maravilhas, um verdadeiro paraíso de empresários e as suas respectivas barangas.

20 anos depois da tragédia dos U.S.A., tirando a Era Unimed, o que temos para comemorar?

Nada! Mais do mesmo e as consequências daquela babaquice chamada “novo fluminense” criada para eleger o Peter Siemsen. Fábrica de factoides, sem projetos reais, criação de falsas narrativas, segmentação do ódio na divisão da torcida.

O Fluminense necessita uma mudança radical. O câncer tem que ser combatido, extirpado se necessário.  O modelo deste século é outro e a distância aumenta para com quem está à frente.

As novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.  Transformar a contratação em definitivo do mítico Caio Paulista em evento do ano é coisa de gente medíocre.

Tenho muito orgulho da campanha do voto ONLINE. Conhecer o Estatuto é fundamental. Não é um laboratório, nem se necessitam alquimistas, menos ainda sem personalidade.

Hoje jogaremos no Maracanã contra o São Paulo. O que acho? Espero vencer sofrendo como sempre e mantenho a ilusão de que tem possibilidade de ser campeão brasileiro.  Basta não atrapalhar.

Manter a ilusão? Sim. Nascemos para ser CAMPEÕES!!!

Me despeço com as palavras do Patrick Bruel, um cantor e compositor francês de origem judaica.

“No creo ya lo que hay pintado en la pared,
No creo ya el mismo rollo otra vez,
No estoy para sonrisas de salón,
Déjame gritar mi rabia déjame…” (Romper la voz – Patrick Bruel)

É fundamental começar o 2º turno passando o carro na galera do Morumbi!!!

Antonio Gonzalez

“O Grande Filho da Puta – Prólogo” – Opinião André Ferreira de Barros

“O Grande Filho da Puta – Prólogo”

Para mim dinheiro sujo não deveria contar, mas, vá lá, você ficou rico, filho da puta!

Mas você, no exercício do cargo, ganhou o quê, filho da puta?

O quê, filho da puta?

Ladrão filho da puta!!!

Ainda te vejo preso, filho da puta!!

Em tempo: vem aí “O Grande Filho da Puta – A estória de um farsante”.

O texto acima é de total responsabilidade do autor.

Mais Notícias

Fluminense aposta no projeto e na Copa do Mundo para fechar com Daniel Alves

Apesar do pouco poder de investimento, o Fluminense formalizou uma proposta para contar.com Daniel Alves, livre no mercado após rescindir com o São Paulo.

Porém, para contar com o jogador de 38 anos, o clube das Laranjeiras aposta suas fichas no projeto apresentado ao jogador e sua vontade de disputar a Copa do 2022.

Sem poder oferecer os R$ 1,5 milhão que Dani recebia no São Paulo, o Fluminense, segundo informações do portal GE, apresentou um projeto com um salário bem inferior (ainda sim o mais alto da folha das Laranjeiras), mas com o jogador chegando para ser o astro do time, inclusive na “era pós-Fred”, que tem sua aposentadoria prevista para o meio de 2022.

Além disso, o Flu ainda tem outro trunfo: a vontade do jogador em disputar a Copa do Mundo de 2022. E, atuar no Fluminense, sem “concorrência”, ajudaria nesse projeto.

Foto em destaque: Divulgação/Twitter

Marcão fala sobre Cazares e Calegari, quais foram seus critérios de escolha.

Marcão foi questionado sobre a falta de sequência a Calegari, e respondeu:

– O Samuel vinha com muito jogo, muita minutagem, e a gente optou por jogar com o Calegari (contra o São Paulo), que foi bem, respondeu. A gente tem certeza que mais à frente, quem precisar no grupo, vai optar por colocá-lo. Não só ele, hoje também entrou o Marlon, que vinha treinando bem, esperando uma oportunidade. O grupo é muito coeso, igual. Aquele que tiver em um melhor momento, vamos optar pelo melhor pela nossa equipe.

falou ainda sobre a escolha de Cazares , e disse:

– A gente precisava de um meia para anular aquele jogador que entrou na equipe do Cuiabá. Ele fez o que a gente pediu, está treinando bem, procurando espaço. Esse foi o critério que tivemos.

foto Mailson Santana Flick Fluminense Football Club

Ex Flu, Thiago Neves rescindi com o Sport

O meia Thiago Neves está livre no mercado. O jogador de 36 anos chegou a um acordo com o Sport e encerrou o contrato que ia até o final do ano.

A confirmação veio através de uma nota publicada pelo clube pernambucano, que agradeceu ao jogador pelos serviços prestados. Ao todo foram 46 partidas e oito gols marcados com a camisa do Leão.

Na atual temporada foram 21 jogos: quatro partidas pelo Campeonato Pernambucano, três pela Copa do Nordeste e 14 pela Série A, com dois gols marcados.

Por ter estourado o limite de jogos, o jogador não poderá defender outro clube da Série A na atual temporada.

Segundo informações do portal GE, havia uma cláusula automática para renovação caso ele chegasse à marca de 24 partidas na Série A deste ano.

Foto em destaque: Marlon Costa/Pernambuco Press

A torcida Tricolor nas redes sociais, não perdeu a oportunidade de falar da forma física de Cazares.

A torcida Tricolor durante a transmissão do Jogo Fluminense e Cuiabá nesta segunda-feiradia 20, na Arena Pantanal, observou a forma física do jogador equatoriano Cazares, que exibia uma barriguinha saliente. Por esse motivo, o jogador foi alvo de piadas e reclamações.

veja os comentários:

foto divulgação.