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“De:NelsonRodrigues@céu Para: MárioBittencourt@Flu” por André Ferreira de Barros


“Sr. Mário Bittencourt,
A despeito do longo tempo transcorrido, ainda não consegui me desapegar de algumas paixões terrenas, em especial, daquela que nutro pelo Fluminense F.C.
Percebendo a minha excruciante aflição com os destinos do Tricolor, os Mestres Superiores permitiram que eu fizesse um contato com uma pessoa na Terra, à minha livre escolha.
Escolhi dirigir-me ao senhor.
Não, não se sinta honrado, Sr. Mário Bittencourt. Para ser inteiramente franco, nunca fui com a sua cara. Nem um tantinho. Escrevo-lhe, pois, no Fluminense, o sistema é presidencialista. Apenas por isso. Se a Rita Cadillac fosse a Presidente do clube, seria ela a destinatária desta mensagem.
O senhor, Presidente, num gesto de demagogia barata mandou estampar nas arquibancadas – de frente para as câmeras de TV – dizeres que eu fiz imortais, tais sejam ‘O Fluminense tem a vocação para a eternidade!’.
Isso não me conforta, Sr. Presidente. Pelo contrário, causa-me engulhos.
Afinal, Sr. Presidente, de uns tempos para cá, outra vocação, igualmente poderosa, refreia a primeira. Refiro-me à vocação para a mediocridade, nota característica dos últimos dirigentes do Fluminense.
Peter Siemsen era medíocre, produto forjado de uma Seita Maldita.
Pedro Abad era medíocre, outro produto forjado da mesma Seita Maldita.
O senhor, Mário Bittencourt, é medíocre, dissidente da Seita Maldita – em tudo e por tudo semelhante a ela.
E, convém observar, é uma mediocridade em sentido bem amplo.
Mediocridade de valores éticos, passando por transações mal explicadas de jovens promessas.
Mediocridade de propósitos, apequenando um clube gigante. Lucão com a camisa do Adão, Sr. Presidente?
Mediocridade na gestão, com ‘boquinhas’, ‘PJ’ e quejandos.
Grandeza somente na soberba com que o senhor fala.
Ah, Presidente, se eu ainda tivesse a minha coluna no jornal, o senhor sentiria o peso de minha pena. Faltariam, no vernáculo, adjetivos para esculhambá-lo, dia após dia.
Como disse, num certo filme, um certo Capitão Nascimento: ‘Pede para sair!’.
Cordialmente é a PQP”.
Sem tirar nem pôr.
Saudações tricolores!

“Cair rima com sair” Coluna André Ferreira de Barros

“Cair rima com sair”
André Ferreira de Barros


Em 1996, o Fluminense F.C foi rebaixado, pela primeira vez, para a Série B do Campeonato Brasileiro. À época, o certame era bem mais curto – disputado em turno único -, e contratações somente eram possíveis até a quarta ou quinta rodada. Vergastado pelo peso da desonra, o então Presidente, Sr. Gil Carneiro de Mendonça, renunciou à Presidência do clube. Entrou para a História como um incompetente.
Em 1997, o Fluminense foi, outra vez, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. Repito que o certame era bem mais curto – disputado em turno único -, e contratações somente eram possíveis até a quarta ou quinta rodada. Vergastado pelo peso da desonra, o então Presidente, Sr. Álvaro Barcellos, renunciou à Presidência do clube. Entrou para a História como um incompetente.
Em 2013, o Fluminense foi, pela terceira vez, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. Desta feita, o certame era bem mais longo – disputado em turno e returno -, e contratações eram praticamente livres de quaisquer amarras temporais. Dando de ombros para a desonra, e no rastro do Lusagate, o Sr. Peter Siemsen – insuflado pela ignominiosa Flusócio – se aferrou ao cargo de Presidente. Entrou para a História como um incompetente e um farsante.
Em 2019, tudo aponta para um grande desastre. Oxalá, o Sr. Mário Bittencourt tenha a decência de renunciar à Presidência do Fluminense. Se não agir assim, cabe a nós, torcedores apaixonados, tirá-lo da cadeira à força – mas sem violência, claro.
Varrer o lixo da “situação” – Mário Bittencourt e cia. limitada – e da “oposição” – Danilo Félix e cia. limitada – marcará o longo recomeço tricolor.
A propósito, repararam que as moscas são sempre as mesmas?
Saudações tricolores!

“50 mg de atenelol, 2,5 mg de cor-select, 2,0 mg de frontal…” Coluna André Ferreira de Barros

“50 mg de atenelol, 2,5 mg de cor-select, 2,0 mg de frontal…”
André Ferreira de Barros


Hoje à noite tem jogo do nosso amado Fluminense F. C. E a peleja terá lugar fora de casa, em Fortaleza, contra o Ceará – que, pasmem, vem apresentando um futebol bem melhor do que o nosso.
Com a licença dos descrentes, vou dar uma de Mãe Dinah.
Se Muriel mantiver o nível de suas últimas atuações, temos chances de ganhar o jogo.
Se Gilberto se esforçar minimamente em campo, temos chances de ganhar o jogo.
Se Digão não ficar marcando apenas a bola, temos chances de ganhar. Aliás, se a zaga do Fluminense não cometer erros bisonhos, temos chances de ganhar o jogo.
Se Caio Henrique e Allan recuperarem o bom futebol de tempos atrás, temos chances de ganhar o jogo.
Se Nenê acertar o pé, temos chances de ganhar o jogo. Em tempo, Wellington Nem também precisa pôr o pé na fôrma.
Se João Pedro esquecer, por míseros 90 minutos, a jovem namorada global, temos chances de ganhar o jogo.
Se o Yonny González procurar chutar a bola no canto em vez de chutar no meio do gol, temos chances de ganhar o jogo.
Se o Ganso entrar bem no jogo….
Se o Marcão tiver correta leitura de jogo, temos chances de ganhar.
Se “el sabichón” não atrapalhar, temos chances de ganhar o jogo.
E, principalmente, se o Gravatinha estiver lá pelo belíssimo Ceará, temos chances de ganhar o jogo.
Meu Deus, perguntaria a um estatístico: qual a probabilidade de tantos “se” se concretizarem ao mesmo tempo?
Por via das dúvidas, aos cinquentões, como eu, recomendo tomarem, às 20:30, pelo menos, 50 mg de atenelol, 2,5 mg de cor-select e 2 mg de frontal.
Saudações Tricolores

“Por que tamanha indulgência com ‘el sabichón’?” Coluna André Ferreira de Barros

“Por que tamanha indulgência com ‘el sabichón’?”
André Ferreira de Barros


“Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”, já ensinava o lendário Vicente Matheus.
Decerto, a Flusócio – após herdar um timaço, com craques a rodo, bancado por um patrocínio milionário – deixou terra arrasada no Fluminense. Num exemplo que fala por si só, a Seita Maldita recebera, em 2011, Deco e entregou, em 2019, Airton. Simples assim! Incompetência pouca é bobagem!
Portanto, a hercúlea tarefa de recolocar o Fluminense F. C nos trilhos demandará tempo, muito tempo. Talvez, um mandato seja pouco!
Mas o que ora aflige o torcedor tricolor não é a ausência de glórias, nem mesmo a falta de perspectiva.
Isso fica pra depois do Natal!
Diferentemente, o que, hoje, tira o sono da torcida tricolor é o risco iminente de rebaixamento para a Série B. Ou seja, o Fluminense está disputando – e perdendo – um campeonato de baixíssimo nível técnico, disputado por equipes de quinta categoria, como Ceará, Fortaleza, Chapecoense, CSA, Avaí e Goiás.
E, pelo amor de Deus, para se desincumbir dessa singela tarefa – de ganhar, pelo menos, 4 pontos, do Ceará, do Fortaleza, da Chape, do CSA, do Avaí e do Goiás – um mês à frente do clube é mais do que suficiente! Desde, claro, que haja um mínimo de competência administrativa, artigo de luxo – quase quimérico – em Laranjeiras há décadas.
Ao invés de competência, Sr. Presidente, o senhor, data venia, tem nos brindado com doses cavalares de incompetência, regadas a requintes de crueldade com o torcedor tricolor. O maior exemplo disso – mas não o único – é a mantença do Marcão como técnico. Haja rivotril!
Concluindo, o culpado pelo nosso presente infortúnio tem nome, sobrenome e fala javanês, japonês e juridiquês: Mário Bittencourt, por mim alcunhado “el sabichón” – em tupi-guarani, aquele que não precisa de ninguém, pois nasceu sabendo de tudo.
Porque amo o Fluminense, a minha indulgência o senhor não tem.

Saudações Tricolores!

Política no Flu

“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

Carta aberta da Frente Ampla Tricolor aos Torcedores.

UNIÃO E GESTÃO PARA TRANSFORMAR

O Fluminense não precisa mais de diagnósticos, pois temos todos, sabemos das principais doenças (amadorismo, clientelismo, populismo, incompetência, falta de dinheiro…), mas o momento é de buscar alternativas urgentes para sairmos desse imbróglio em que o clube se meteu.

O pensamento de longo prazo é importante para qualquer instituição, não podemos nos afastar de um Fluminense com a sua vocação para a eternidade.

Contudo, o momento é de extrema gravidade e, como tal, há a necessidade de soluções corajosas, desprendidas e urgentes.

Não há “bala de prata”, milionários, mecenas… a solução está em pequenas, mais muitas mudanças.

O clube hoje tem mais “colaboradores remunerados” que sócios na sede, pois estes há muito, não frequentam o clube. Está na hora de estabelecer prioridades. Alguns salários (ou muitos), sejam CLT e/ou PJ, precisam de análise e comparação, pois encontram-se completamente fora do mercado. Se compararmos com o nível de entrega baixíssimo, essas remunerações tornam-se estratosféricas.

Quanto custam os Esportes Olímpicos e toda a sua estrutura?

Há necessidade de se gastar dinheiro com alguns esportes inexpressivos e com resultados questionáveis?

O que fazem alguns ex- atletas em Xerém sem a devida qualificação profissional para os cargos que ocupam?

O clube precisa ser gerido com profissionalismo, austeridade, projeto de recuperação, prioridades bem definidas, para o resgate da sua imagem, ou seja, gestão eficiente e corajosa.

Precisamos resgatar o fascínio e o respeito pelos valores de um clube bem organizado e bem gerido.

Não temos dúvidas que essas medidas não serão suficientes para sairmos dessa crise (a maior do clube), contudo o choque de gestão, atrai a confiança e possíveis parceiros, além de resgatar a esperança dos Tricolores.

Outra questão é o clima de guerra que não arrefece, muito pelo contrário, afastando Tricolores e quadros que muito poderiam contribuir.

A união de forças para enfrentar o momento é imperiosa mas, para isso, a nova gestão precisa buscar talentos, aglutinar os sócios, torcedores, além de criar convergências.

A manutenção do Fluminense na Série A une todos nós. Precisamos acreditar nisso, lutar até o fim por isso.

Precisamos de rapidez ou pode ser tarde.

FRENTE AMPLA TRICOLOR

05/09/2019

Opinião – Independente do resultado, que vença o Fluminense

Foto: Nicholas Rodrigues/CanalFlunews

Neste sábado (08), inicia-se um novo começo no Fluminense Futebol Clube, um começo que anuncia uma trajetória de grande dificuldade pra quem assumir a cadeira de presidente do clube.

Porém, essa dificuldade pode ser revertida com a vontade de reerguer o clube, a instituição. Vontade essa estampada nos olhos de ambos os candidatos.

Contudo, há de se destacar que o Fluminense não termina após a eleição, ela é só o começo, e isso tem que ficar bem claro principalmente para o derrotado nas urnas. Que o seu amor pelo Fluminense seja maior do que qualquer ego ou posição política, que se for fazer oposição, que seja coerente e defendendo os interesses do clube.

Ao torcedor, que fique também registrado a sua importância na hora de decidir o futuro de clube. Que após o pleito, esqueça de candidato A ou B e que pense restritamente no Fluminense. Se o candidato escolhido não cumpriu as promessas de campanha, cobre, não fique calado. Se por ventura votou no candidato derrotado, pense grande e torça pelo sucesso do eleito pela maioria, pois quem ganhará com isso não será Mário Bittencourt ou Ricardo Tenório, e sim o Fluminense.

Dito isto, Boa sorte ao vencedor e que vença o Fluminense, sempre !

Pedro Antônio comparece a evento mas não declara apoio a Tenório

Foto: Divulgação

Tido por muito como o fiel da balança nessas eleições, o idealizador do CT e ex vice de projetos especiais, Pedro Antônio, esteve presente no evento de lançamento da campanha de Ricardo Tenório à presidência do Fluminense.

Contudo, o ex dirigente não deu entrevista e nem declarou de forma oficial o apoio a Ricardo Tenório. Segundo o próprio Pedro Antônio, sua presença no local se decorreu devido ao convite feito por Tenório.

Tenório por sua vez jogou a “responsabilidade” para Pedro Antônio, dizendo que o apoio tinha que partir do ex diretor:

– As coisas acontecem naturalmente. Tenho conversado bastante com o Pedro Antonio, é um tricolor que nos ajudou muito e ainda pode nos ajudar muito. Mas esse apoio formal tem que vir dele. É uma pessoa importantíssima no processo político do Fluminense. Conto com ele como qualquer outro tricolor que deva assumir o Fluminense deve contar. Mas considero isso uma prova cabal de que estou conseguindo fazer a união que o Fluminense precisa – comentou Tenório.

O candidato ainda deixou as portas abertas para uma eventual ajuda na possível administração do clube:

– Todos estão se conscientizando que precisamos estar unidos para poder vencer esse grande obstáculo que é esse momento terrível político e financeiro que o clube vive. Estou aberto a conversar com todos os tricolores indistintamente de grupos. São pessoas que querem ajudar o Fluminense – completou Tenório.

Raposa poderá ser punida pela Fifa por conta de dívida referente à compra de Willian, mas já obteve recurso no TAS (Tribunal Arbitral do Esporte)

A Fifa tornou públicas as decisões dos seus órgãos colegiados, entre elas as sentenças sobre de sanções por falta de pagamento. Foram quatro sentenças relacionadas ao Cruzeiro que foram publicadas com cobranças: Morelia (do México) referente a Riascos; Tigres (México) referente a Rafael Sobis; Defensor (Uruguai) referente a Arrascaeta; e Al Wahda referente a Denilson. As punições dos casos são todas já conhecidas, e houve recursos por parte do clube. Em todas essas, o Cruzeiro reconheceu a dívida, mas alegou “circunstâncias excepcionais” para não quitar os débitos.

O Cruzeiro poderia perder seis pontos no Campeonato Brasileiro 2019 por conta dessa punição. A informação foi divulgada pela coluna do Ancelmo Gois, do jornal O Globo. O clube, no entanto, obteve recurso e adiou o pagamento do débito.

A determinação é da FIFA, que poderá obrigar a CBF a retirar 6 pontos da Raposa quando todos os recursos jurídicos do clube mineiro terminarem. Isso pode até mesmo rebaixar a Raposa pela primeira vez na sua história.

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