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Carta aberta do ex VP Diogo Bueno para o Presidente Pedro Abad.

Em resposta ao Presidente Pedro Abad referente a sua entrevista ao GLOBOESPORTE. COM, na dia 16/05/2019, Diogo Bueno ex VP de finanças do Fluminense emite carta aberta.

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO FLUMINENSE FOOTBALL CLUB

Prezado Senhor,

Em entrevista veiculada pelo veículo GLOBOESPORTE.COM, na data de 16/05/2019, o Senhor foi responsável por apresentar aos torcedores do Fluminense os motivos pelos quais a sua gestão tem sido considerada por especialistas esportivos, imprensa, torcida e demais stakeholders a “pior gestão da história do Fluminense Football Club”. Como diria Nelson Rodrigues “OU é má fé cínica OU obtusidade córnea” a capacidade de distorcer os fatos e culpar a política por tudo. Esperamos que o Senhor faça uma reflexão própria sobre as suas escolhas de gestão ao longo do tempo e atualize-se quanto às melhores práticas, atração de investimentos, comunicação institucional e postura enquanto líder máximo de uma Instituição Gloriosa e Centenária. Sempre defendi (e defendo) que o futebol brasileiro precisa de uma revolução na forma como é administrado e que o Fluminense apresenta todas as condições para ser o pioneiro e protagonista nesta mudança. O Fluminense possui uma série de ativos subvalorizados por (i) incapacidade administrativa das diferentes gestões e (ii) ausência de recursos financeiros para a realização de investimentos. Dentre esses ativos podemos listar:

• O Estádio das Laranjeiras

• A área social do Clube

• Xerém

• A sua marca

• As redes sociais

Portanto, se o Fluminense não possui recursos financeiros temos que buscar quem possui capital (investidores nacionais e internacionais) para em conjunto com o Fluminense investir e aumentar o valor de cada ativo/negócio individualmente. O Senhor, enquanto Presidente em exercício do Fluminense, está apregoando os conceitos do Século XX como gestão do Clube e não as melhores práticas exercidas nos Clubes líderes do cenário do futebol internacional no século XXI. Qual o problema de atrair investidores para aportar capital no Fluminense? Dos 50 maiores Clubes do mundo, 47 são empresas com investidores internacionais. Quem era o Manchester City há 10 anos atrás na cadeia global do futebol, apenas para usar um exemplo? Na liga mais “rica e em evidência do mundo”, todos os Clubes possuem investidores OU são listados na Bolsa de Valores…Será que os Clubes ingleses, alemães, italianos, franceses, espanhóis (com a rara exceção de Barcelona e Real Madrid por motivos históricos) estão equivocados e o Senhor está correto? Presidente, tenha altivez e visão de longo prazo. O Fluminense precisa inovar, ser líder novamente, pensar grande. Por isso, contratamos uma das maiores empresas de consultoria do mundo para realizar um estudo de como atrair investidores para o Clube. Por favor não se exponha em temas que o Senhor desconhece. Você denigre a Instituição Fluminense e a nossa torcida. Há uma diferença grande entre “vender Xerém” e trazer investidores, empresas que atuam no mundo do esporte e do entretenimento, com diversos investimentos na cadeia global do futebol.

Permanecer na mesmice de “venda de atletas novos para pagar a conta de salário” é a gestão do século XX; dividir riscos, prejuízos e lucros é a gestão do século vender, perder controle e ser sócio. XXI. Essa é a diferença entre Há cursos de MBA até à distância que poderão desenhar a clara diferença entre uma coisa e outra. Finalmente e para não me ater a temas que já foram comprovados com documentos diversos, venh o tratar do assunto “Reforma do Estádio das Laranjeiras”. O Senhor deu “um tiro no pé”. Ao invés de sair da Presidência do Clube com pelo menos um legado positivo demonstrou que não possui qualquer visão histórica, comercial e de resgate da instituição. At é a imprensa fez mais homenagens ao nosso Centenário Estádio do que a sua gestão. E pior: ficou evidente que “fez jogo de cena” ao autorizar que um Grupo de 07 pessoas desenvolvesse voluntariamente o projeto. Mais uma vez citando Nelson Rodrigues, O Flumin ense Nasceu para a Eternidade. Sobrevive e sobreviverá a gestões desastrosas como a que o Senhor exerceu com o poder de Imperador que o Estatuto do Clube lhe confere. O seu ciclo acabou para o bem do Fluminense.

“TCHAU QUERIDO”

DIOGO BUENO

Divulgação: Por que certos porquês quebram a cabeça da gente?

Por quê?

Por que alguém para ser candidato a Presidente do Fluminense precisa se dobrar à vontade de grupos políticos?

Por que os sócios do Fluminense, para escolher o Presidente da Instituição precisam ser submetidos à uma bateria de promessas que não serão cumpridas e acusações entre os candidatos e os grupos que os apoiam?

Por que quem deseja ser candidato a presidente do Fluminense, uma função não remunerada e, geralmente, não reconhecida, tem que se transformar num pedinte, gasta dinheiro e passa a ser agredido nos bastidores?

Certos porquês quebram a cabeça da gente.
Sabe-se que o Fluminense não anda bem, no campo, no clube, na administração e isso faz bastante tempo. Por quê? Pelo diabo da política interna.

Eu amo o Fluminense. Aprendi a torcer por ele com muita paixão desde pequeno. Desde pequeno também frequento o clube, onde aprendi a competir, a me relacionar com as pessoas e famílias e a me divertir de forma sadia.

Em nome desse sentimento, decidi participar das decisões e fiz isso sendo candidato duas vezes a Vice-Presidente Geral. Este ano, resolvi ser candidato a Presidente e não quero me dobrar aos porquês que amarram o meu Fluminense numa sucessão de insucessos ou sucessos ocasionais.
Eu quero ser presidente do Fluminense para liderar um processo de reunificação, de reconstrução de todos os elementos essenciais para uma administração transparente, comprometida exclusivamente com a paixão dos torcedores do futebol e outros esportes e o desejo dos usuários do clube de terem um espaço de lazer digno, onde valha à pena passar boas horas com a família e amigos.

Eu quero ser presidente do Fluminense para dar responsabilidade na administração do dinheiro dos sócios e dos torcedores, que compram os produtos com a marca do Fluminense e, pela paixão, pagam pelo privilégio de ver o time jogar, nos estádios, nas TVs, nas diversas mídias modernas.

Eu quero ser presidente do Fluminense para dar aos torcedores dignidade nos estádios, enquanto buscamos um para chamar de nosso.

Eu quero ser presidente do Fluminense para romper com a lógica dos muitos porquês que dificultam a vida da Instituição, num jogo de disputa política que, como faz com todo o Brasil, trava a felicidade.

Eu quero ser presidente do Fluminense para mostrar que é possível administrar o clube, os times e equipes sem esperar retorno financeiro, mas pelo prazer de servir à paixão.

Para fugir à amarra dos interesses dos grupos, venho diretamente a você, sócio pedir que me dê a chance de ser presidente do Fluminense, com o seu voto.

Que tal, dessa vez, fazermos diferente, já que o igual não deu certo?

Ricardo Tenório – Chapa Libertadores

Problemas no ataque? Chama os garotos

O empate contra o Cruzeiro na noite de ontem serviu, novamente, para a torcida poder observar mais de perto, os dois garotos mais promissores da base tricolor nos últimos anos, além, claro do Pedro.

João Pedro e Marcos Paulo entraram na segunda etapa e mudaram a partida. O primeiro, fez o gol de empate no último minuto da partida. O segundo, mandou uma bola no travessão de Fábio e quase empatou a partida.

João Pedro e Marcos Paulo comemoram com a torcida o gol de empate (Foto: Lucas Merçon/FFC)

Essa dupla é uma das mais vitoriosas da base tricolor. João Pedro, porém, já está vendido para o Watford-ING e embarca para Londres no fim do ano. Já Marcos, tem uma multa de 200 milhões de reais e é frequentemente convocado para a seleção de base de Portugal, já que tem dupla nacionalidade.

Muitas vezes, ambos sequer nem entram nas partidas. E a pergunta é: Por quê?

O Flu trouxe Ewandro, Guilherme e Kelvin, jogadores da posição de Marcos Paulo e com isso, o garoto perde espaço. Já JP, tem tudo para ser o reserva imediato de Pedro, além do que, o Flu ganha uma bonificação do time inglês para uma série de metas à serem cumpridas, incluindo cada jogo jogado.

Ao perder Everaldo, o Flu se preparou e trouxe esse três atletas para compôr elenco e até agora, nenhum dos três impressionou, uma vez que nenhum chegou a jogar um jogo completo.

Porém, ás vezes, olhar para a base, pode ser melhor do que sair contratando jogadores à rodo e torcer para que algum dê certo. E João Pedro e Marcos Paulo já provaram que tem muita qualidade e potencial para serem peças importantes no elenco tricolor.

João Pedro(9) e Marcos Paulo(10) comemoram o título na base (Foto:Fluminense)

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Fluminense 1×1 Cruzeiro. Nosso colunista comenta o que viu.

Guerreiros da Sul, Tricolores e Tricolindas.
Ontem mais uma vez ” 1.000 % de posse de bola ” , 20 finalizações contra 1 do Cruzeiro que resultou em gol, muita polêmica e discussões nos grupos de zap e redes sociais, e fica a pergunta? Vocês preferem voltar ao estilo de jogo antigo? Defensivo? Uma equipe que não produz nada, só defende o tempo inteiro e seja o que Deus quiser? Bem, o que sei é que esse TIC TAC está inoperante nas finalizações e irritante, ficou claro e óbvio ontem que precisamos de um goleiro urgente! Não é possível, o chute não foi cruzado e na diagonal oposta, foi em cima dele, pulou igual ao homem aranha para sair da bola e a mesma passou embaixo dele.

Reclamaram dos volantes, Bruno Silva e Airton, e aí, deu no mesmo toca, toca, toca e ninguém assume a responsabilidade de chutar a gol firme, ninguém faz uma jogada individual aguda, vertical, com personalidade para decidir o jogo.

A culpa é deficiência técnica ou o Prof Pardal que orienta e não permite tal poder de decisão do jogador? Sinceramente, estou em dúvida. Indicou vários atletas que já jogaram com ele no Audax e Patético, monta o elenco com atletras que obrigatoriamente obedecem a risca suas determinações táticas e filosofia de jogo. Perigoso isso, ontem ficou bem claro, Marcos Paulo e João Pedro sempre foram artilheiros nas categorias de base, não servem para substituir o Pedro, mas servem para entrar faltando dez minutos e tentar resolver o problema? Ah, vou botar os moleques devagar para não queimar, ontem foi o que, desespero? Por que insistir nesse Luciano? Totalmente improdutivo, Ganso apático, enfim muito préocupado, seria a terceira derrota na nossa casa, MARACA. No começo do carioca até me empolguei, até que enfim um time que joga para frente, da gosto de ver, mas algo está errado, ficou monótono de ver a mesma coisa, sem resultados, sem gol, sem finalizações corretas, sem jogadas ou triangulacpés verticais ou agudas e frontais. Só esse ” REME REME LATERAL ” , precisamos urgente de uma pessoa acima do Diniz para detectar, avalirá e cobrar resultados, tanto dele como do elenco, está muito soberano e chego a dizer confortável e a vontade no cargo. Não é possível uma equipe de futebol ficar com 60 / 70 % de posse de bola e não transformar esse fato em PRESSÃO, não vemos isso, e os jogos acontecem e a situação se repete. E o Pedro? Seleção olímpica para vitrine e venda? Será? Misterioso e preocupente, sem goleiro, sem um meia ofensivo e um centroavante, estamos na vala!
Saudações Tricolores e Vitória na guerra!

Política no Flu

Carta aberta do ex VP Diogo Bueno para o Presidente Pedro Abad.

Em resposta ao Presidente Pedro Abad referente a sua entrevista ao GLOBOESPORTE. COM, na dia 16/05/2019, Diogo Bueno ex VP de finanças do Fluminense emite carta aberta.

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO FLUMINENSE FOOTBALL CLUB

Prezado Senhor,

Em entrevista veiculada pelo veículo GLOBOESPORTE.COM, na data de 16/05/2019, o Senhor foi responsável por apresentar aos torcedores do Fluminense os motivos pelos quais a sua gestão tem sido considerada por especialistas esportivos, imprensa, torcida e demais stakeholders a “pior gestão da história do Fluminense Football Club”. Como diria Nelson Rodrigues “OU é má fé cínica OU obtusidade córnea” a capacidade de distorcer os fatos e culpar a política por tudo. Esperamos que o Senhor faça uma reflexão própria sobre as suas escolhas de gestão ao longo do tempo e atualize-se quanto às melhores práticas, atração de investimentos, comunicação institucional e postura enquanto líder máximo de uma Instituição Gloriosa e Centenária. Sempre defendi (e defendo) que o futebol brasileiro precisa de uma revolução na forma como é administrado e que o Fluminense apresenta todas as condições para ser o pioneiro e protagonista nesta mudança. O Fluminense possui uma série de ativos subvalorizados por (i) incapacidade administrativa das diferentes gestões e (ii) ausência de recursos financeiros para a realização de investimentos. Dentre esses ativos podemos listar:

• O Estádio das Laranjeiras

• A área social do Clube

• Xerém

• A sua marca

• As redes sociais

Portanto, se o Fluminense não possui recursos financeiros temos que buscar quem possui capital (investidores nacionais e internacionais) para em conjunto com o Fluminense investir e aumentar o valor de cada ativo/negócio individualmente. O Senhor, enquanto Presidente em exercício do Fluminense, está apregoando os conceitos do Século XX como gestão do Clube e não as melhores práticas exercidas nos Clubes líderes do cenário do futebol internacional no século XXI. Qual o problema de atrair investidores para aportar capital no Fluminense? Dos 50 maiores Clubes do mundo, 47 são empresas com investidores internacionais. Quem era o Manchester City há 10 anos atrás na cadeia global do futebol, apenas para usar um exemplo? Na liga mais “rica e em evidência do mundo”, todos os Clubes possuem investidores OU são listados na Bolsa de Valores…Será que os Clubes ingleses, alemães, italianos, franceses, espanhóis (com a rara exceção de Barcelona e Real Madrid por motivos históricos) estão equivocados e o Senhor está correto? Presidente, tenha altivez e visão de longo prazo. O Fluminense precisa inovar, ser líder novamente, pensar grande. Por isso, contratamos uma das maiores empresas de consultoria do mundo para realizar um estudo de como atrair investidores para o Clube. Por favor não se exponha em temas que o Senhor desconhece. Você denigre a Instituição Fluminense e a nossa torcida. Há uma diferença grande entre “vender Xerém” e trazer investidores, empresas que atuam no mundo do esporte e do entretenimento, com diversos investimentos na cadeia global do futebol.

Permanecer na mesmice de “venda de atletas novos para pagar a conta de salário” é a gestão do século XX; dividir riscos, prejuízos e lucros é a gestão do século vender, perder controle e ser sócio. XXI. Essa é a diferença entre Há cursos de MBA até à distância que poderão desenhar a clara diferença entre uma coisa e outra. Finalmente e para não me ater a temas que já foram comprovados com documentos diversos, venh o tratar do assunto “Reforma do Estádio das Laranjeiras”. O Senhor deu “um tiro no pé”. Ao invés de sair da Presidência do Clube com pelo menos um legado positivo demonstrou que não possui qualquer visão histórica, comercial e de resgate da instituição. At é a imprensa fez mais homenagens ao nosso Centenário Estádio do que a sua gestão. E pior: ficou evidente que “fez jogo de cena” ao autorizar que um Grupo de 07 pessoas desenvolvesse voluntariamente o projeto. Mais uma vez citando Nelson Rodrigues, O Flumin ense Nasceu para a Eternidade. Sobrevive e sobreviverá a gestões desastrosas como a que o Senhor exerceu com o poder de Imperador que o Estatuto do Clube lhe confere. O seu ciclo acabou para o bem do Fluminense.

“TCHAU QUERIDO”

DIOGO BUENO

Divulgação: Por que certos porquês quebram a cabeça da gente?

Por quê?

Por que alguém para ser candidato a Presidente do Fluminense precisa se dobrar à vontade de grupos políticos?

Por que os sócios do Fluminense, para escolher o Presidente da Instituição precisam ser submetidos à uma bateria de promessas que não serão cumpridas e acusações entre os candidatos e os grupos que os apoiam?

Por que quem deseja ser candidato a presidente do Fluminense, uma função não remunerada e, geralmente, não reconhecida, tem que se transformar num pedinte, gasta dinheiro e passa a ser agredido nos bastidores?

Certos porquês quebram a cabeça da gente.
Sabe-se que o Fluminense não anda bem, no campo, no clube, na administração e isso faz bastante tempo. Por quê? Pelo diabo da política interna.

Eu amo o Fluminense. Aprendi a torcer por ele com muita paixão desde pequeno. Desde pequeno também frequento o clube, onde aprendi a competir, a me relacionar com as pessoas e famílias e a me divertir de forma sadia.

Em nome desse sentimento, decidi participar das decisões e fiz isso sendo candidato duas vezes a Vice-Presidente Geral. Este ano, resolvi ser candidato a Presidente e não quero me dobrar aos porquês que amarram o meu Fluminense numa sucessão de insucessos ou sucessos ocasionais.
Eu quero ser presidente do Fluminense para liderar um processo de reunificação, de reconstrução de todos os elementos essenciais para uma administração transparente, comprometida exclusivamente com a paixão dos torcedores do futebol e outros esportes e o desejo dos usuários do clube de terem um espaço de lazer digno, onde valha à pena passar boas horas com a família e amigos.

Eu quero ser presidente do Fluminense para dar responsabilidade na administração do dinheiro dos sócios e dos torcedores, que compram os produtos com a marca do Fluminense e, pela paixão, pagam pelo privilégio de ver o time jogar, nos estádios, nas TVs, nas diversas mídias modernas.

Eu quero ser presidente do Fluminense para dar aos torcedores dignidade nos estádios, enquanto buscamos um para chamar de nosso.

Eu quero ser presidente do Fluminense para romper com a lógica dos muitos porquês que dificultam a vida da Instituição, num jogo de disputa política que, como faz com todo o Brasil, trava a felicidade.

Eu quero ser presidente do Fluminense para mostrar que é possível administrar o clube, os times e equipes sem esperar retorno financeiro, mas pelo prazer de servir à paixão.

Para fugir à amarra dos interesses dos grupos, venho diretamente a você, sócio pedir que me dê a chance de ser presidente do Fluminense, com o seu voto.

Que tal, dessa vez, fazermos diferente, já que o igual não deu certo?

Ricardo Tenório – Chapa Libertadores

Grupo Democracia Tricolor lança nota em apoio ao candidato Mário Bittencourt.

Grupo tradicional da política do Fluminense, Democracia Tricolor que se reúne todos os fins de semana no Bar do Tênis na famosa mesa do whisky lança nota oficial em apoio ao candidato Mário Bittencourt no pleito do dia 8 de junho.

Segue a nota.

“Democracia Tricolor apoia Mário Bittencourt e Celso Barros.

Outra eleição e, como acontece e aconteceu em todos os tempos, a Democracia Tricolor se autoconvoca para participar de outra etapa decisiva para os destinos do nosso Fluminense. Em todas as ocasiões não nos furtamos a dar nossa opinião, segundo os preceitos que nortearam a formação deste grupo, de velar pelas mais legítimas glórias do clube, baseadas no tripé, futebol – social – esportes olímpicos.
Com nossas opiniões alinhamos nossos votos e, assim, erramos e acertamos, o que é próprio de quem não se omite, que não fica – para usar a linguagem popular – em cima do muro. Hoje não nos negamos a fazê-lo, especialmente hoje, no meio de uma crise interna sem precedentes nos 117 anos do clube, diante de problemas de toda a sorte causados – sejamos sinceros – por escolha enganosa de rumos duvidosos nos segmentos administrativos, gerencias e financeiros e que acarretaram graves entraves para o futebol, nosso carro – chefe, para os esportes olímpicos e para a parte social.
No entanto, registre-se e repita-se que para a Democracia Tricolor era e é importante, mais que a continuidade de uma gestão, a perenidade do nosso clube.
Desapoiado por parte considerável dos que originalmente o apoiaram e elegeram, não tínhamos como deixar o presidente sem um contraponto que pudesse pelo menos orientá-lo ou aconselhá-lo a uma mudança no andar dos acontecimentos. Pois, frisemos, a Democracia Tricolor nunca se filiou e jamais o fará à filosofia demolidora do “quanto pior, melhor.”
Assim, fomos de corações e mentes abertas ao encontro do presidente – e não nos arrependemos de tal atitude – já que julgávamos dever de todos nós, buscar um porto mais seguro para o barco tricolor. Algumas vezes sugerimos soluções e caminhos diversos que a nosso ver – alguns de nós com meio século ou até mais – de dia-a-dia do clube. Sempre no intuito de levantar o astral do Fluminense, diga-se a bem da verdade.
Por motivos fora de nossa alçada e que não cabe analisar, essas ideias nunca ultrapassaram o patamar de ideias, de ideias nunca implementadas.
Mas, vida que segue. Agora outra eleição, outra encruzilhada, muitos de todos os lados abandonando a disputa e nos é imperioso, como sempre foi, declinar nossa posição, sempre também sem interesse maior que os verdadeiros interesses do nosso Fluminense, nossos atletas, nossos torcedores e, por último mas sem ser o último em importância, os nossos associados.
Dessa forma, em reunião realizada dia 13, a Democracia Tricolor, democraticamente e com votação aberta, decidiu por maioria o apoio formal à chapa encabeçada por Mário Bittencourt e Celso Barros. Esperamos que dia 8 de junho estejamos juntos. Esperamos que dia 9 de junho em diante estejamos juntos – votantes de uma ou outra chapa – batalhando para que o lendário Nelson Rodrigues esteja certo e que o Fluminense seja mesmo imortal. Depende de nós. Mais que nunca.”

             DEMOCRACIA TRICOLOR.

Grupo Politico Vence o Fluminense confirma apoio à candidatura de Ricardo Tenório.

Nesta tarde um dos principais grupo político do Fluminense com participação direta nas eleições de 2016 onde a maioria de seus membros são Sócios Futebol confirma apoio a Ricardo Tenório.

Segue a nota oficial.

Por ideias semelhantes, acreditar no projeto apresentado e em sua seriedade, pela busca da verdade, respeito ao torcedor, e por todas as conversas, o Grupo Político Vence O Fluminense apóia a Chapa Libertadores.

Juntos somamos por um Fluminense forte, transparente e ocupando seu devido lugar de destaque.

Lucas Teles.

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