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“Razões e proporções ” – Opinião André Ferreira de Barros

“Razões e proporções”


Três categorias de pessoas apoiam o patético Presidente Mário Bittencourt: os oportunistas, os idiotas e os grão-idiotas.


Os oportunistas – uma ínfima minoria, alguns nem torcedores do Fluminense – conhecem muito bem o Sr. Mário Bittencourt, bem assim o projeto que ele encarna. Na esteira, eles são facilmente recuperáveis. Uma vez insatisfeitos, eles abandonam tudo e partem em busca de nova presa.


Os idiotas são de difícil, mas fundamental, recuperação. Acostumados a um Fluminense pequeno, contentam-se com migalhas – distribuídas à farta pelo Sr. Presidente Mário Bittencourt.

Visando à sua recuperação, oferto-lhes breves aulas de razão e proporção:


1-) Branco está para Egídio, assim como Manoel Schwartz está para Mário Bittencourt;
2-) Parreira está para Roger, assim como Manoel Schwartz está para Mário Bittencourt;
3-) Rivelino está para Nenê, assim como Francisco Horta está para Mário Bittencourt.
Se vocês, idiotas, não entenderam, o Fluminense tá f….


Os grão-idiotas são irrecuperáveis.


Saudações tricolores!!


FORA MÁRIO!!!

Com três gols sofridos em seis jogos, Luccas Claro e Manoel tem bom aproveitamento e ganham mais confiança.

Desde a convocação de Nino para a seleção Olímpica,o Fluminense precisou fazer rearranjos na dupla de zaga, setor de maior destaque na última temporada. Após testar os reforços que foram contratados, Manoel tem sido a opção do técnico Roger Machado para compor a defesa ao lado Luccas Claro nas últimas partidas, seja pela competição nacional ou na Libertadores.

Nas primeiras partidas, o zagueiro fez atuação tímida, mas precisa. Com um estilo de jogo similar ao companheiro de defesa, a nova dupla não demorou para se entrosar e em pouco tempo já conquistou bom rendimento nos duelos diretos e aéreos. Enquanto Luccas Claro ocupa mais o meio da parte de trás do campo, Manoel se desloca para a lateral direita, e assim diminuem o espaço para os ataques adversários através de uma marcação precisa e interceptações.

A química não é ao acaso: na base do Athletico Paranaense, os zagueiros chegaram a jogar juntos e já eram conhecidos de longa data. O padrão estabelecido pelo desempenho entre Luccas Claro e Nino também ajudou para que Manoel entendesse o que a comissão técnica esperava da sua atuação.

Eu conhecia o Luccas há muito tempo. Jogamos juntos na base do Athletico Paranaense, depois subi para o profissional e ele foi para o Coritiba. Fico feliz. Ano passado ele e o Nino fizeram a melhor defesa do Campeonato Brasileiro. Eu tive a oportunidade de vir para o Fluminense e tendo um estilo encaixado já é mais fácil de jogar. A equipe vem correspondendo bem. Muitas vezes se fala da linha defensiva, mas os pontas, os volantes, sempre ajudam. Ficamos felizes por fazer bons jogos, mas quando se fala da defesa tem que falar de todos, pois ajudam. Isso será importante para o decorrer dos campeonato.

Cabe destacar que diante do Grêmio, por exemplo, o gol do adversário saiu nos últimos minutos após um pênalti bobo feito por Calegari. Na Copa do Brasil, o primeiro do RB Bragantino saiu em uma cobrança rápida de falta que pegou o Flu desorganizado. Manoel estava na marcação de Hurtado e não acompanhou o adversário no segundo lance, sem impedir o cruzamento.

Enquanto Luccas Claro é o titular absoluto e incontestável, Manoel chegou sabendo que seria opção no banco após o grande destaque do companheiro ao lado de Nino. Ele, porém, venceu rapidamente a concorrência com David Braz e Matheus Ferraz para se tornar a primeira opção. É considerado reserva de luxo no Tricolor.

A dupla de zagueiros e o Fluminense voltam a entrar em campo neste sábado, em partida contra o Palmeiras, às 19h (de Brasília), no Allianz Parque. O Tricolor busca recuperação no Brasileirão após perder para o Grêmio, que até então era o lanterna. Se o desempenho como mandante ainda deixa a desejar, o Flu é o quinto melhor visitante da competição, com duas vitórias, três empates e uma derrota em seis partidas.

ATÉ QUANDO? Roger diz que o Fluminense teve um dia ruim e explica a titularidade de Wellington na partida.

Após tropeçar nos últimos jogos como mandante em outros estádios, o Fluminense voltou ao Maracanã na noite deste sábado, mas também não conseguiu vencer em sua casa. Poupando alguns titulares para o jogo de terça-feira contra o Cerro Porteño, do Paraguai, pelas oitavas de final da Libertadores, o mistão Tricolor acabou perdendo para o lanterna Grêmio por 1 a 0. Após a partida, o técnico Roger Machado admitiu que foi um “dia ruim” de sua equipe:- Fiz as mudanças para tentar buscar um jogo mais de profundidade colocando (Matheus) Martins por um lado, Lucca por outro, para também termos finalizações de média (distância), pois hoje seria difícil entrar pelo centro. Coloquei o Cazares por trás da linha para ter um passe final com qualidade, continuando o trabalho do Paulo (Ganso), mas hoje não foi um dia que a gente conseguiu fazer o que gostaria.

Roger também explicou a opção por Wellington como titular na partida. Ao substituir o suspenso Martinelli, André teve boa atuação contra o Cerro Porteño no Paraguai e voltaria a ser reserva no jogo da volta da Libertadores, portanto não precisaria ser poupado. O treinador explicou, porém, que a decisão foi baseada na gestão do elenco:- A opção pelo Wellington foi oportunizar para novamente estar em campo. O André foi opção no jogo do Cerro, é uma opção importante para mim, mas também faço a gestão do grupo e preciso estar atento a outros detalhes importantes para levar os jogadores para campo. Por isso foi a opção.

foto: Alexandre Durão /GE

Resultado injusto, placar mentiroso e os mesmos de sempre. Opinião Antonio Gonzalez

RESULTADO INJUSTO, PLACAR MENTIROSO E OS MESMOS DE SEMPRE (por Antonio Gonzalez)

Quando vi a escalação que foi a campo ontem à noite contra o Ceará, percebi que o Roger sabia que o adversário era daqueles de princípios reativos, bem parecidos com os administrados, no Fluminense, pelo treineiro gaúcho.

Certamente essa foi a escalação inicial com menor média de idade que foi a campo nesse Campeonato Brasileiro, mais leve, com oxigênio e pulmões diferenciados, rápidos.

Com o Luiz Henrique e o Caio Paulista (hoje a nossa principal válvula de escape) fazendo o corredor, só que com maior objetividade ofensiva, encontramos “a grande novidade” no posicionamento do Gabriel Teixeira, que atuou centralizado, entrelinhas, o que permitiu um maior número de quilômetros abrangidos pelo o que deveria ser o nosso meio de campo. Biel por vezes faz com que eu lembre do Zé Roberto (campeão em 1973 e 1975), canhoto e oriundo da nossa base: jogadores de qualidade individual que não se importam de ser coadjuvantes em prol do coletivo.

A atuação time, muito longe do mínimo desejável, foi acima do nível apresentado e exigido nos últimos tempos.

Mas… desta vez apareceu a figura que alterou o destino traçado: o goleiro adversário com 2 defesas de impacto que decidiram o placar.

Na saída do Fred (espero que fique apenas no susto e no sinal de alerta) Roger apostou no Lucca e nesse caso não há muito o que dizer que não seja de indignação. Eu teria colocado o Kayky, visando os últimos 20 metros de campo: velocidade, passe, drible, arrancada e definição.

De resto, mais um ponto, num total de 14 em 10 jogos, o que se mantida a proporção até o momento, chegaríamos ao 53 ao final da 38a. rodada. Hoje ocupamos o 10° lugar, com a mesma pontuação do 8°, entretanto podendo ser ultrapassado pela dissidência e pelo Corinthians, ambos com jogos a menos.

Ou seja, para começar a pensar na Libertadores 2022 é preciso subir o tom. Não obstante vale ressaltar que a 5a. colocação no passado Brasileirão foi obtida pelos 64 pontos conquistados. A equipe do Athlético Paranaense que ficou com a 9a. posição obteve 53 pontos.

Fica a dica!

Mudando o rumo da prosa…

Falando em velha política: o que significa?

Tem uma galerinha que se diz oposição (mas que na essência não é) que nas rádios de fofocas nos corredores do clube e nos grupos de Whatsapp, tem como esporte favorito TENTAR me dar porrada, colocando-me a pecha de representar a velha política.

Vamos lá então:

Antonio Gonzalez apoiou o Horcades ou ocupou cargo na gestão dele? NÃO!

Antonio Gonzalez fez campanha política para candidato Peter Siemsen e participou da destruição moral da candidatura do Júlio Bueno (com um milhão de vezes com mais conteúdo e estofo) com atos como contratar bandinha para cantar “Se gritar pega ladrão” ou através da falsa acusação de ficha suja? NÃO!

Antonio Gonzalez bancou financeiramente a participação de algum Vice Presidente na gestão Peter? NÃO!

Antonio Gonzalez ocupou cargo na gestão Peter Siemsen, seja noprimeiro ou segundo mandato? NÃO!

Antonio Gonzalez enquanto Conselheiro aprovou as contas das gestões Peter Siemsen? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2016? NÃO!

Antonio Gonzalez aceitou o convite para trabalhar de forma REMUNERADA no FFC na gestão Pedro Abad? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2019? NÃO!

Antonio Gonzalez fez parte da Flu+, Tricolor de Coração, Flusócio ou Ideal Tricolor (grupos que apoiaram e elegeram o Peter Siemsen e o Mário Bittencourt? NÃO!

É melhor parar por aqui.

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Esse papinho de defenestrar currículos é a arma dos de sempre. Já conheço o modus operandi dos que REALMENTE FAZEM E OPERAM A VELHA POLÍTICA.

Repito:

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Se não tiver intimidade com o playground não desça para brincar.

Terminando:

BEIJUNDAS NESSA OPOSIÇÃO SITUACIONISTA.

Antonio Gonzalez

Mais Notícias

Luccas Claro fala ” foi difícil o jogo com o gramado do Maracanã.

O Fluminense venceu o Criciúma, mas o Zagueiro Luccas Claro reconheceu que o jogo foi ruim e difícil no primeiro tempo, mas fez o necessário para chegar à fase seguinte da competição.

– Classificação muito importante, precisávamos buscar. Não começamos fazendo um jogo tecnicamente muito bom, mas fizemos o jogo que era preciso. Independente de jogar bonito ou não, precisávamos classificar. Fomos muito eficientes nas chances que construímos.

Luccas Claro, zagueiro do Fluminense, na partida contra o Criciúma pela Copa do Brasil — Foto: Lucas Merçon/Fluminense FC

Sobre o gramado, ele afirmou:

– Foi difícil jogar, entender o campo, está colocando muita dificuldade o gramado do Maracanã. Mas soubemos entender o jogo, entender o adversário, uma grande equipe, não podemos de maneira alguma desmerecer. Vieram aqui, fizeram um jogo para frente, soubemos marcar. Classificação importante que nos dará muita confiança na sequência do trabalho.

Foto Lucas Merçon Flick Fluminense Football Club

Roger Machado fala das dificuldades contra Criciúma e expulsão de Manoel.

Em coletiva concedida pós jogo, o técnico Roger Machado foi questionado pelo Canalflunews sobre a dificuldade de transição do time para o ataque e marcação alta do Criciúma, e o que achou da expulsão de Manoel.

Quanto as dificuldades falou:

– Tivemos dificuldade na saída de bola. Precisa ter um campo em boas condições para sair lá de trás tocando. Não temos jogadores que tem a destreza de sair driblando lá de trás. Saímos tocando ou na condução do Martinelli. Criciúma encaixou bem a marcação e nos dificultou. Em função disso, preferimos brigar pela segunda bola e construir a partir dali. Algumas vezes conseguimos, outras tentamos levantar a bola desnecessariamente. Encontramos a solução quando não tivemos condição de fazer o jogo apoiado. Foi algo motivado pelo adversário, pelas nossas características e pela condição do gramado.

E quanto a expulsão, disse:

– O árbitro não percebeu que o Manoel já tinha amarelo. E quando foi dar o segundo não tinha mais como voltar atrás. Houve um excesso ali naquele lance. Não era para expulsão.

foto Lucas Merçon Flick Fluminense Football Club

Luiz Henrique comemora gol: “Muito feliz”

Atacante foi decisivo na vitória do Fluminense sobre o Criciúma na Copa do Brasil

Um dos grandes destaques da vitória deste sábado, que sacramentou a classificação do Fluminense para as quartas de final da Copa do Brasil, Luiz Henrique não escondeu a felicidade após o confronto com o Criciúma. Autor de um gol e uma assistência no Maracanã, o Moleque de Xerém atribuiu o resultado e a boa atuação ao trabalho forte desenvolvido nos últimos dias.

Além disso, Luiz Henrique já projetou a partida da próxima terça-feira, mais uma decisão que o Fluminense terá pela frente. O time enfrentará o Cerro Porteño pelo jogo de volta do confronto de oitavas de final da Libertadores. Na ida, o Tricolor venceu por 2 a 0 em Assunção, no Paraguai, e poderá perder por até um gol de diferença que ainda assim vai avançar na competição continental.

“Estou muito feliz. Venho trabalhando muito para mostrar meu futebol dentro de campo. Graças a Deus pude fazer um gol e dar uma assistência. E ainda fazer um gol com assistência do Fred, um ídolo do Fluminense. Agora é trabalhar firme que na terça-feira tem mais uma decisão para nós”, destacou o camisa 34.

Para o jogador, a vitória por 3 a 0 deste sábado eleva ainda mais a confiança do elenco para a decisão de terça-feira. Luiz Henrique reiterou a confiança que os jogadores do Fluminense têm entre si.

“Nosso time tem muita confiança, a gente acredita muito um no outro. Graças a Deus a gente conseguiu essa classificação”, disse.

Foto: Lucas Merçon/FFC
Texto: Comunicação/FFC