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“O captain! My captain!” – Opinião André Ferreira de Barros

O captain! My captain!

O título do post faz referência a poema, escrito em 1865, por Walt Whitman acerca do magnicídio de Abraham Lincoln. A fala destacada, em particular, foi difundida entre nós pelo notável filme “A Sociedade dos Poetas Mortos” (1989).

Pois bem, Fred, por meio deste post, convido-o a uma genuína e catártica reflexão – não sem antes destacar o seu lugar no panteão dos grandes tricolores.

Vou me concentrar nos centroavantes, ok?

Eu vi Manfrini jogar. Grande jogador! Já no Botafogo, marcara um gol contra o Fluminense e não comemorou. Que eu me lembre, foi a primeira vez que isso aconteceu.

Vi Doval jogar. Grande jogador! Herói do título de 1976.

Depois sucederam-se parraros e neinhas, que, para mim, eram o fundo do poço. Ledo engano!

Com pompa e circunstância, contratamos o Nunes que também não deu certo. Nas veias do João Danado, corria sangue molambo.

O Cristóvão Borges era bom de bola, mas vindo de trás. Como centroavante, eu não gostava dele.

Então, fez-se a luz: Cláudio Adão… cracaço!

Numa estória que mexe comigo até hoje, o Fluminense trocou, com o Vasco, o Adão pelo Amauri mais uma grana como compensação. Saímos perdendo, embora o Amauri tenha metido um golaço no Leão, no Estádio Olímpico, que, por pouco, não nos levou a um confronto histórico com os molambos em 1982.

Ôpa, tô me perdendo na narrativa!

Voltemos ao ponto!

Em 1983, apareceu um tal Jason que, embora tenha feito 3 gols no Fortaleza, mais lembrava, pelo nome, o imorrível serial killer de Sexta-Feira 13. Em tempo, ninguém entoava “O Jason vai te pegar”.

Eis que, no segundo semestre de 1983, surge o Washington do Casal 20. Com todo o respeito, ali vivi o meu melhor momento como torcedor do Fluminense.

Vou parar por aqui, Fred!

Cláudio Adão foi o único centroavante que, tecnicamente, ombreava contigo. Mas você, Fred, foi muito mais marcante!

Em suma: dos que eu vi jogar, NINGUÉM envergou a gloriosa camisa 9 tricolor como você, Fred!

Límpido e cristalino que você foi um dos maiores jogadores de nossa História, convém, agora, adentrar terreno minado.

No livre exercício de seu direito de expressão, você chamou a atenção da torcida tricolor depois do jogo com o Fortaleza. Com luvas de pelica, medindo as palavras, mas chamou! Pareceu-me, até coisa encomendada, desculpe-me a franqueza.

Espero, do fundo do coração, que a sua coragem tenha mão dupla. No ponto, exorto-lhe a responder às seguintes perguntas:

1-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você enxerga nele honestidade de propósitos e amor ao Fluminense? Sim ou não?

2-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você avista nele conflito de interesses? Sim ou não?

3-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você afiançaria os negócios por ele celebrados? Ou melhor, você entende que, ao celebrar determinada transação envolvendo jogadores, o Presidente pensa única e exclusivamente no Fluminense? Sim ou não?

4-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você considera a gestão dele à frente do Fluminense suficientemente transparente? Sim ou não?

Fred, se você respondeu “não”, pelo menos uma vez, às perguntas “1”, “3” e “4”, e resta calado até agora, você foi um grande centroavante – talvez o maior de nossa História, de nossa decadente História. Nem um centímetro a mais. Idem, se respondeu “sim” à pergunta “2”.

Para ver a situação por outro ângulo, Fred, ou seja, pelo ângulo da sofrida torcida tricolor, sugiro subir na mesa do Presidente do Fluminense.

O captain! My captain!

Saudações Tricolores!

O texto é de total responsabildade do autor.

” DOVAL: 30 ANOS DE SAUDADES DO HERÓI TRICOLOR! ” por Eduardo Coelho

Um ídolo de futebol é uma coisa muito séria! O ídolo de futebol é eterno! Jamais esquecemos nossos ídolos de futebol! Seus feitos são heróicos, suas conquistas imortais. Os ídolos de futebol (eu disse, "ídolos") são verdadeiros deuses para sua torcida. E nós tricolores temos uma vasta constelação de "eternos ídolos". E vários deuses. E um deles é o imortal argentino DOVAL!
Neste dia 12 de outubro de 2021, venho falar de um grande ídolo tricolor da segunda metade da década de 1970, NARCISO HORÁCIO DOVAL. O argentino, nascido em 4 de janeiro de 1944 na capital Buenos Aires, começou a jogar futebol nas peladas de Palermo onde nasceu e morava. E daí para o San Lorenzo. Em 1967, Doval foi considerado um dos melhores atacantes argentinos e inclusive chegando a Seleção Argentina. 
Em 1968, Elba de Pádua Lima, o Tim, o eterno ídolo tricolor do tricampeonato de 1938 e do bicampeonato de 1941, estava treinando o time do San Lorenzo. Tim, como técnico foi campeão carioca pelo Fluminense, em 1964. Tim ou El Peón, também conhecido como "O Estrategista", foi campeão metropolitano pelo San Lorenzo, em 1968. Tim se tornaria um grande fã do futebol de Doval. E Doval considerava Tim o melhor treinador que teve. Ainda no San Lorenzo, Tim teria dito para Doval: "Se você for ao Rio, nunca mais vai sair de lá". Com Tim treinando o Flamengo, Doval aceita o convite feito pelo treinador. Em 1969, Doval chega ao Rio de Janeiro. 
Em 1971, com problemas com o técnico Yustrich, Doval volta à Argentina para jogar no arquirrival do San Lorenzo, o Huracán. Mas em 1972, com Zagallo treinando o Flamengo, Doval voltaria ao Rio de Janeiro. Neste ano de 1972, Doval foi campeão carioca e artilheiro do campeonato com 16 gols. Em 1974, Doval voltaria a ser campeão carioca pelo Flamengo. 
Em 1975, Doval evitava comentar, mas havia um grupo de jogadores que era contra a sua inclusão no time. Porém, muitos sabiam de quem se tratavam: os irmãos Zico e Edu, além de Caio e Luisinho, uma turma forte e que ainda conseguiu a conivência do treinador e alguns dirigentes. No dia 18 de dezembro de 1975, enquanto Zico casava, Doval mantinha contato com José Lemos, importante dirigente de futebol do Fluminense, aceitando sua ida para as Laranjeiras, em 1976. Assim que a transação foi acertada, Doval foi passar férias em Mar del Plata. 
O genial Dr°. Francisco Horta, presidente do Fluminense, em 1975, propôs a seguinte troca ao Flamengo: os tricolores Toninho, Roberto e Zé Roberto iriam para a Gávea, e Doval, Rodrigues Neto e Renato, viriam para as Laranjeiras. Com a transação acertada, Doval declarou animado com o futuro no Tricolor: "No Fluminense, sei que vou jogar onde quero e gosto, ao lado de uma porção de cobras. Gil e eu lá na frente vamos resolver o problema de gols". Para um desgosto profundo dos rubro-negros do Fluminense com o mesmo amor que suou a do Flamengo. Prometeu e cumpriu! Tanto que a torcida rubro-negra passou a persegui-lo no Maracanã, insultando-o e gritando "maconheiro". 
Doval não demoraria para conquistar a exigente torcida tricolor e tornar-se ídolo do Fluminense. Doval passava a integrar a "Máquina Tricolor", considerada um dos maiores esquadrões do futebol arte brasileiro de todos os tempos. Doval, por ser argentino, seria o único jogador da "Máquina" sem passagem pela Seleção Brasileira, que em 1976, chegou a convocar dez jogadores tricolores. A "Máquina" teve Rivellino, Félix, Marco Antônio e Paulo César Lima, em 1975, e Carlos Alberto Torres, em 1976, todos tricampeões do mundo, em 1970, na Copa do México. 
Em setembro de 1976, em grande fase no Fluminense, Doval declarou: "O Flamengo é mais raça, garra, a torcida empurra o time. O Fluminense é mais técnico, futebol-alegria. Hoje afirmo sem medo de errar, estou na melhor fase de minha carreira. E o futebol jogado pelo Fluminense enche a vista de qualquer torcedor, seja de que clube for". 
Faltava um jogo para acabar o campeonato carioca de 1976. E na ocasião, Doval e Gil poderiam decidir quem seria o artilheiro da competição. Ambos estavam empatados na liderança da artilharia com 19 gols. Eram os tempos da arrasadora "Máquina". Existia um prêmio em dinheiro para quem fizesse mais gols. Doval faria um trato com Gil. Dividiriam o prêmio caso um dos dois marcasse na partida decisiva contra o Vasco. Diante de 127 mil pagantes e mais uns 30 mil penetras (algo muito comum nos grandes jogos da época), o Fluminense venceu o Vasco por 1 a 0, com um gol sensacional de Doval, aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação. Foi um delírio tricolor! Uma explosão de intensa alegria! O Fluminense conquistava o bicampeonato carioca de 1976 com o dramático golaço de Doval. 
Doval com o gol do título marcado contra o Vasco, se tornaria artilheiro isolado do campeonato com 20 gols. Em 1976, Doval recebeu o importantíssimo Troféu Bola de Prata da revista Placar como o "Melhor Centroavante do Brasil", em 1976. Ainda em 1976, Doval naturalizava-se como "cidadão brasileiro". Doval de fato se considerava brasileiro. 
Doval era apaixonado pelo Rio de Janeiro. Gostava muito de praia. Gostava da beleza das mulheres cariocas. Gostava de jogar vôlei. Gostava de ficar em frente à Rua Montenegro (atual Vinícius de Moraes), em Ipanema. Doval gostava de passar no Bar Veloso (atual Garota de Ipanema) pra bater papo com os amigos. Doval, no melhor estilo carioca, dizia brincando: "Vou acabar prefeito do Rio. Aí, todo mundo trabalharia dia sim, dia não. Isso é, um dia de trabalho, outro de carnaval". 
Doval era extremamente profissional. Dava tudo de si em campo. Dormia cedo e se alimentava bem. Dava a perna numa jogada. Enfiava a cabeça nos pés dos adversários. Não queria nem saber. Para Doval, qualquer jogo era "VENCER OU VENCER". 
Entre 1976 e 1979, Doval realizou 143 jogos com a camisa do Fluminense, marcando 68 gols. Dentre eles, o inesquecível, antológico e dramático golaço do Bi de 1976. Nessa época, Doval fez muitos tricolores felizes tornando-se um grande ídolo do Fluminense. Espacialmente muitas crianças. Muitas crianças de todas as idades. Em 2019, uma grande pesquisa do instituto Datafolha, demonstrou que o Fluminense possui "a maior torcida de futebol do Brasil", na faixa etária de 45 a 59 anos. Os organizadores da pesquisa, avaliaram que esse resultado é uma das grandes heranças da "Máquina Tricolor" de Rivellino, Paulo César, Doval e companhia. 
Em 1979, Doval voltaria para a capital da Argentina, para jogar novamente pelo San Lorenzo. Em 12 de outubro de 1991, há exatos "30 anos", aos 47 anos, após sofrer uma parada cardíaca Doval faleceu, em Buenos Aires, a sua cidade natal. Como seu pai, Doval também era hipertenso. Os desígnios de Deus, fizeram com que Doval partisse no "Dia da Criança" e "Dia da Padroeira do Brasil". 
Doval foi ídolo no Flamengo e ídolo no Fluminense, mas era admirado por todas as torcidas cariocas e por todo o Brasil. Alguns torcedores do Flamengo e do Fluminense não esquecem o eterno ídolo Doval e continuam a reverenciá-lo. Alguns realizam missas em sua homenagem a cada aniversário de sua passagem. 

DOVAL É ETERNO! 💚❤🇮🇹

DOIS ANOS E QUATRO MESES DA GESTÃO MÁRIO BITTENCOURT. Opinião Ademar Arrais

Prezado Tricolor,

A atual gestão do Fluminense do Fluminense Football Club completa hoje 2 (dois) anos e 4 (quatro) meses sem que as inúmeras promessas de campanha tenham sido minimamente cumpridas. Quem tiver alguma dúvida ou mesmo divergência sobre essa afirmação basta buscar na internet o material de campanha fartamente difundido à época na busca por votos.

Durante todo o período da atual gestão, a prepotência e arrogância de praxe do Presidente Mario Bittencourt fomentou a desunião do Clube para continuidade de seu isolamento, com intuito único de  que ele pudesse fazer o que quisesse e bem entendesse. O resultado  é catastrófico e ainda se sustenta em pequena parte da torcida e associados em razão de uma camuflagem e da fábrica de mentiras que inunda as redes sociais e a imprensa diariamente. Já estamos num processo acelerado de apequenamento e se não mudarmos efetivamente o Clube, inclusive afastando quem possui outros interesses ou interesses conflitantes com os do Clube, vamos ter, mais rápido do que se imagina, a mesma inviabilização esportiva e financeira que tiveram recentemente outros Clubes grandes do futebol brasileiro.

Continuamos com um estatuto completamente arcaico e obsoleto,  ausência completa de profissionalismo, ausência de CND, déficits orçamentários irresponsáveis e inconsequentes ano após ano sem qualquer readequação, contratos e contratações acima da realidade de mercado e das possibilidades do Clube, nenhum trabalho eficaz de prevenção a novos passivos trabalhistas, previdenciários, cíveis e tributários, ausência completa de transparência, de regras e práticas de complaince, defesa institucional pífia, divisões de base voltadas exclusivamente para venda de jogadores com intuito de  cobrir desequilíbrio orçamentário e atender mais a interesses de empresários do que aos interesses do Fluminense, Presidente tendo postura inteiramente  incompatível de quem tem a obrigação de negociar, cobrar e assinar pelo Clube enquanto empregador,  separação meramente contábil e ainda errada entre os centros de custos, descaso completo na prestação de serviços aos sócios e aos nossos torcedores, Clube cada vez mais decadente, largado e esvaziado, desrespeito com a nossa história permitindo que inúmeros troféus sejam perdidos e danificados, por exemplo, junto ao lixo de porões do Clube, inexistência de qualquer interesse, estudo ou sequer discussão institucional quanto a transformação do Fluminense em Clube-Empresa, inexistência total de planejamento estratégico institucional com ações de curto, médio e longo prazo, etc…

Se existe uma pessoa que não pode se dizer surpresa com a situação financeira atual do Fluminense é o seu Presidente, pois não só contribuiu decisivamente no passado para construção dessa realidade, como conhecia por dentro mais do que ninguém essa realidade antes da eleição. O modelo arcaico e ultrapassado de gestão é exatamente o mesmo o de 20 anos, evidentemente, em muito agravado. O Futebol no mundo todo mudou e o Fluminense urge por mudanças profundas dos seus alicerces e sobretudo de suas práticas.  Mario foi eleito e manteve a estrutura e a mesma equipe da Diretoria passada, com super poderes no futebol para o Sr. Paulo Angioni. Antes da eleição íamos disputar títulos e seríamos campeões no futebol profissional, recuperando inclusive a hegemonia carioca. Hoje o discurso mudou para a necessidade da torcida  valorizar boas campanhas porque elas são proporcionais as nossas possibilidades financeiras, títulos das divisões de base, comemoração de falsas divulgações de salários em dia e classificação para competições que também só iremos participar, podendo sermos campeões como obra do acaso, sorte ou pela força da camisa.

Vale salientar, por importante e oportuno, para o fato de que também constavam das infinitas promessas de campanha, a revitalização do Estádio Manoel Schwartz e a renovação do contrato de concessão do Maracanã, mantendo os direitos do Fluminense.

Em relação a revitalização do estádio das Laranjeiras, mais uma vez o Presidente ignora tudo o que prometeu e com quem se comprometeu demagogicamente em troca de votos e resolve fazer o que quer e bem entende, sem observar, também mais uma vez, que não é dono do Clube, mas somente gestor temporário de bens e interesses institucionais e que por isso mesmo deve discutir o que será feito ao menos com os Poderes Constituídos do Clube. 

No tocante a renovação do Contrato de Concessão do Maracanã, o governo do Estado do Rio de Janeiro já publicou o Termo de Referência para a realização do procedimento licitatório que será realizado em breve. Independente de opiniões divergentes quanto a outras alternativas de estádio a ser reformado, construído ou utilizado para o futuro, o Fluminense precisa adotar urgentemente as providências cabíveis e atuar nos bastidores para que não percamos esse contrato, inclusive fazendo em seguida uma rediscussão dos inúmeros custos desnecessários e desproporcionais do estádio (Ex: Sunset). O Flamengo não pode ficar sozinho com o Maracanã, assim como não pode continuar querendo comandar o futebol brasileiro com a nossa ajuda muitas vezes, ainda que por omissão. Já passou da hora de retomarmos nosso papel no cenário do futebol carioca e brasileiro. Segue abaixo material oficial sobre essa questão.

https://www.concessaomaracana.rj.gov.br/

https://www.concessaomaracana.rj.gov.br/audiencia-publica

https://canalflunews.com/wp-content/uploads/2021/10/DOERJ_Maracana_Convocacao_Audiencia_Publica.pdf

https://canalflunews.com/wp-content/uploads/2021/10/Anexo-I-Minuta-Termo-de-referencia_Maracana_0.pdf

Um abraço a todos.

STs.

O texto é de total responsabilidade do autor.

” A Máquina e o Bicampeonato de 76″ Opinião Eduardo Coelho

“A MÁQUINA E O BICAMPEONATO DE 76″❤🇮🇹

Hoje é dia 3 de outubro… e há exatos 45 anos, na tarde/noite de 3 de outubro de 1976, Fluminense e Vasco faziam a grande decisão do campeonato carioca de futebol, diante de 127 mil pagantes e de aproximadamente 30 mil penetras (algo bem comum na época nos grandes jogos). Cerca de 70% da torcida no estádio do Maracanã era composto de tricolores.
A torcida tricolor estava tão otimista, que na véspera da grande decisão realizou uma grande carreata pelas ruas da Zona Sul do Rio. O objetivo não era desmerecer o Vasco. Ao contrário, era respeitar o grande adversário, porém, dar o clima da decisão. A confiança dos tricolores na superioridade da qualidade técnica do time do Flu era enorme. E a torcida tricolor também tinha como objetivo incendiar a cidade do Rio de Janeiro, no sábado, dia 2, com a euforia e a beleza das cores tricolores.
O jogo foi duro apesar da superioridade tricolor. Quando muitos acreditavam que a decisão seria definida nos pênaltis, eis que surge o lance decisivo. Um dramático golaço do queridíssimo argentino DOVAL, aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação.
Paulo César Caju tinha cobrado uma falta próxima da bandeirinha pela esquerda (no gol da torcida tricolor). Pintinho na parte direita da grande área escorou de cabeça, jogando a bola no conflito na pequena área. DOVAL disputou na cabeça com o zagueiro Abel, o “Abelão”, e com muita raça testou inapelavelmente na direção do gol. A bola ainda passou entre as pernas do goleiro Mazaropi e de Zé Mário, e entrou…
Foi uma terrível explosão! Um delírio tricolor indescritível! Era a senha de uma glória eterna! Era o inesquecível time da “MÁQUINA” triturando mais um adversário. A “MAQUINA TRICOLOR” que consagrava o Fluminense como “BICAMPEÃO CARIOCA DE 1975 – 1976”.
A “MÁQUINA” que levou multidões aos estádios e quebrando recordes de público pelo Brasil. A “MÁQUINA” que fez do Fluminense “bicampeão de renda e público no campeonato brasileiro de 1975 e 1976”. Para os “idiotas da objetividade”, vale lembrar que, na pesquisa Datafolha de 2019, o Fluminense despontou como o clube de futebol de “maior torcida do Brasil” na faixa etária dos torcedores entre 45 e 59 anos. A pesquisa Datafolha analisa, que, a supremacia tricolor como “maior torcida do Brasil” nesta faixa etária, é um dos grandes legados da “MÁQUINA TRICOLOR!” ❤🇮🇹

Mais Notícias

Flu encara Corinthians, nesta sexta, pela semifinal da BH Cup Sub-15

Molecada de Xerém se classificou de forma invicta para a fase de mata-mata da competição

O Fluminense está na semifinal da BH Cup Sub-15. Os Moleques de Xerém passaram pela fase de grupos da competição e agora enfrentam o Corinthians, nesta sexta-feira (22/10), em busca de uma vaga na final. O duelo será às 10h30. Na outra chave, o América-MG enfrenta o Cruzeiro.

“Temos um adversário forte pela frente, um time de muita tradição e que vem fazendo um bom campeonato. Mas acreditamos na força do nosso time e temos totais condições de chegar nesta final. Acho que vai ser um bom jogo e se a gente conseguir colocar em campo o nosso estilo e nossa estratégia, podemos alcançar o nosso objetivo”, disse o técnico Lindolfo Melo.

Para garantir a vaga na semifinal, o Fluminense venceu o Cruzeiro por 1 a 0 na última rodada da fase de classificação. O Tricolor foi melhor e poderia até mesmo ter construído um placar mais elástico se não tivesse desperdiçado as oportunidades criadas.

“Nossa partida contra o Cruzeiro foi uma das  melhores atuações. Pecamos um pouco na finalização, mas estamos trabalhando e prontos para seguir com a nossa evolução na temporada”, concluiu o treinador.

Comunicação FFC
Foto: Carlos Santana/Portal da Base Brasil

Fluminense precisa vencer o Sesc RJ Flamengo para levar a final para o golden set


O Fluminense volta à quadra nesta sexta-feira (22/10) para a disputa do segundo e decisivo jogo do Campeonato Estadual feminino de vôlei. Superado na primeira partida, em Laranjeiras, o time liderado pelo técnico Guilherme Schmitz precisa da vitória sobre o Sesc RJ Flamengo, às 21h30, no Tijuca Tênis Clube, para levar a decisão para o golden set. A final terá transmissão ao vivo do canal SporTV.

Para a capitã do Fluminense, Bruna Costa, o primeiro jogo deixou claro que o duelo entre as equipes é equilibrado. A levantadora afirma que o time tem consciência do que precisa corrigir para brigar pelo título estadual.

“O primeiro jogo serviu para mostrar que não existe diferença entre os dois times. São duas equipes muito parecidas. Precisamos sacar melhor e ter um pouquinho mais de lucidez e calma nos momentos decisivos para fechar os sets”, explicou Bruninha.

A capitã garante que o Tricolor está motivado para buscar a vitória e lutar pelo título no golden set.

“Temos totais condições de ganhar e sairmos campeãs. O campeonato pede que você ganhe um jogo e um set para ser campeã. Temos mais uma oportunidade. Nosso time está muito motivado, sabemos o que precisamos melhorar, o que precisamos fazer diferente. Vamos com tudo para buscar a vitória, isso está bem claro na nossa cabeça”, finalizou.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Mailson Santana/FFC

Laysa comemora vitória contra Serra Macaense, em estreia pelo Flu pelo sub-18

A atacante Laysa Crisula estreou com a camisa do Fluminense, nessa quarta-feira (20/10), pela 5ª rodada do Campeonato Estadual Feminino Adulto, diante do Serra Macaense. A jogadora, que foi apresentada recentemente, estava relacionada para os jogos contra o Barcelona Esporte Clube e Cabofriense, mas não foi a campo. 

Laysa integra a equipe Sub-18 do Tricolor e destacou a alegria de poder contribuir também na equipe adulta. “Fiquei ansiosa quando eu soube que tinha sido relacionada no time adulto. Estou trabalhando muito nos treinos, a cada dia que passa, para melhorar e me adaptar. É inexplicável a sensação que eu senti. Estou muito feliz por participar dessa equipe. Espero que eu possa ajudar sempre as minhas companheiras”.

A atleta também falou sobre a sensação em vestir a camisa do Fluminense. “É muito bom poder representar o Tricolor e fazer parte desse grupo. É uma coisa que eu não esperava, mas, eu estou muito feliz por estar aqui”, destacou.

Texto: Comunicação/FFC

Fotos: Mailson Santana/FFC

Site crava acerto entre Fluminense e David Duarte

Namoro antigo da diretoria Tricolor, o zagueiro David Duarte será jogador do Fluminense a partir de 2022. Pelo menos é o que informou o portal NetFlu.

Segundo a informação, David Duarte assinou um pré contrato com o Flu e, será jogador do clube a partir de janeiro. David tem vínculo com o Goiás até o final deste ano e, assim, já poderia assinar o pré contrato com qualquer equipe.

O zagueiro, que é titular e um dos destaques do clube esmeraldino, era desejo da diretoria desde o início do ano, porém, depois de várias investidas, o negócio não evoluiu e o clube acabou acertando com Manoel e David Braz.

Foto em destaque: Divulgação