Ayrton Lucas relembra rodagem até brilho no Fluminense: ‘Foi importante’

Quem espera, sempre alcança. Presente no hino do Fluminense, a frase resume a – ainda curta – carreira de Ayrton Lucas. Revelado em Xerém, o garoto estreou nos profissionais em 2015, numa derrota para o Cruzeiro. Dando os primeiros passos no futebol, sofreu com críticas da torcida e, para ganhar experiência, foi emprestado ao Madureira, em 2016, e ao Londrina, em 2017.

Destaque na temporada passada, o lateral-esquerdo chamou a atenção de Abel Braga e ganhou uma nova chance nas Laranjeiras. Mais maduro, pediu passagem e se firmou no time. São 12 jogos em 2018.

– Futebol é engraçado. Nos outros anos, tive poucas oportunidades. Se eu fosse emprestado, poderia crescer bastante. E foi o que aconteceu. Foi importante esse passo na minha carreira. Agradeço a Deus por ter voltado e poder mostrar meu trabalho – falou, durante entrevista no Centro de Treinamento.

Nas graças dos tricolores, Ayrton vive grande fase com a camisa tricolor. Falta, porém, o gol. Mas a demora é encarada com naturalidade.

– Todo jogador procura fazer gols. No Londrina, fiz três na temporada. Tenho a cabeça fria. Sei que o gol vai vir na hora certa. Não tenho feito, mas procuro ajudar meus companheiros – afirmou.

Mesmo esperando para, enfim, desencantar, o jogador diz vibrar com as assistências, um de seus pontos fortes.

– Lateral, às vezes, tem oportunidade de fazer gol. Mas sempre procuramos estar ajudando os companheiros. Quando dou uma assistência, comemoro como se tivesse feito um gol. Fico feliz em ajudar a equipe – revelou.


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Semifinal contra o Vasco

O mais importante é a atenção. Clássico é sempre disputado. Temos que estar atentos. A maioria dos clássicos é resolvida em detalhes. Marcando bem o adversário e aproveitando as oportunidades lá na frente, podemos nos sair bem.

Passe para assistência de peito de Pedro

A jogada completa foi bonita. Ainda mais tendo terminado em gol. São coisas que buscamos aprimorar nos treinamentos.

Condições físicas de Sornoza e Marcos Jr.

É com o departamento médico. Acho que foi mais do cansaço. Correram bastante, acabam se desgastando.

Esquema com três zagueiros

O Abel foi muito feliz nessa formação. Dá mais liberdade. Mas o professor cobrava atenção na marcação, uma coisa que eu aprendi.

Prêmio de R$ 100 por assistência a Marcos Jr.

Já falamos com ele que, dependendo dos jogos, como na final, ele pode aumentar o preço. Dinheirinho a mais é sempre bom, né? (risos).

Titularidade

Conversei com o Abel na pré-temporada. Ele me elogiou pelo ano passado, disse para ter paciência, porque eu teria chance. Eu estava em um bom momento e tive cabeça boa para esperar. Essa sequência de jogos era uma coisa que eu vinha buscando.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.