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A pedido da CBF, Fluminense analisa México, próximo rival do Brasil na Copa: ‘Ataque veloz’

Em parceria com a CBF, cada clube que disputou a Série A em 2017, exceto o Flamengo, ficou encarregado de observar, a partir de outubro, uma ou duas Seleções da Copa do Mundo, realizada na Rússia. Em sorteio, o México se tornou responsabilidade dos analistas de desempenho do Fluminense. Curiosamente, o Brasil enfrenta os mexicanos nas oitavas de final, segunda-feira.

– Observamos alguns jogos feitos pela equipe do México, como contra Polônia, Bélgica, algumas partidas amistosas. Ali fizemos uma análise, bem preliminar, do que poderia acontecer, de algumas formações, formas de jogar. Observamos, também, que o forte deles é o ataque, muito veloz. Com Vela, Lozano e o Chicharito Hernández, que são jogadores de muita velocidade e que podem nos causar algum problema – alerta Alex da Costa, analista de desempenho.

Os relatórios elaborados foram enviados à CBF antes do Mundial, que começou há duas semanas, e se somaram aos detalhes destrinchados pelo CPA (Centro de Pesquisa e Análise) da Seleção.

– Foi uma análise mais prévia, feita com antecedência. O pessoal da comissão do Tite, o Fernando e o Maurício Dulac, coordenadores, dão prosseguimento à análise. Estão lá na Rússia, fazendo as observações. Com certeza, já reuniram todas as informações para o Brasil. Foi um trabalho que o Fluminense teve a honra de participar. E, por sorteio, casou de ser um trabalho com certa relevância, porque é um adversário de oitavas de final – disse Fábio Moreno, auxiliar-técnico, destacando a importância do projeto:

– CBF, hoje, principalmente com a chegada do Tite e do Edu Gaspar, tem dado todo suporte e fomento para o desenvolvimento dessa área. Cada vez mais, o futebol evolui e essas informações têm sido mais determinantes para o resultado. Não é à toa que o Brasil vem fazendo grande campanha, por conta, também, do trabalho dessas pessoas que cercam o futebol.

Com a novidade, a CBF procura dar a chance de os profissionais do país apresentarem seu trabalho e, com visões diferentes sobre cada participante do torneio, impedir que algum detalhe escape aos seus olhos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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