Reflexo da crise: Flu envia menos jogadores à Eslováquia e atrasa viagem por falta de verba

Além de pôr em dúvida a continuidade do Flu-Samorin, a crise financeira atrapalhou a pré-temporada da filial. Nos dois primeiros anos do projeto, oito tricolores foram enviados à Eslováquia. Os vencimentos e aluguéis de moradia são de responsabilidade do Fluminense.

Desta vez, o número caiu para cinco: Matheus Pato (centroavante), Euller (atacante), Guilherme (volante), Jhon (volante) e Saturnino (lateral-direito). A viagem do grupo, ocorrida em 7 de julho, atrasou por falta de verba para bancar as passagens. A apresentação estava marcada para 27 de junho.

Efetivado, o treinador Gustavo Leal, à espera do bilhete do avião e da licença para trabalhar na Europa, só embarcou neste domingo, em situação semelhante à do fisioterapeuta Huli Nagel. Ambos chegarão com a preparação em andamento.

Os treinamentos foram iniciados no dia 10, quando dois dos quatro meses de salários em aberto foram pagos. A taxa de inscrição na Associação Eslovaca, que garante presença na segunda divisão local, também é uma pendência já resolvida.

Devido à dificuldade em manter as remunerações em dia, o Flu-Samorin perdeu o zagueiro Zoltan Agh, que se recusou a estender seu vínculo, e contratou um reforço, em acordo que prevê apenas pagamento de salários: o atacante Marek Pittneer. A caminhada na tentativa de subir para a elite começa no dia 21.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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