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Fábio Moreno revela conversa com Abel Braga e prevê “desafio gigantesco” contra o América-MG

Às vésperas do jogo que decide a permanência na primeira divisão, o Fluminense dispensou Marcelo Oliveira e confiou a Fábio Moreno, auxiliar-técnico permanente, a assumir a responsabilidade de comandar a equipe que precisa vencer ou, ao menos, empatar com o América-MG para, sem depender de adversários, se livrar do risco de rebaixamento.

– Recebi a notícia ontem (quinta-feira). Os resultados não são os esperados, estamos com dificuldade na reta final. Após a comunicação ao Marcelo, a direção me chamou e me avisou que eu comandaria o time. Eu, por trabalhar com Abel, sigo essa filosofia. Não dá e não é hora de inventar muito. O trabalho é entrar na cabeça do jogador, fazer o simples e um grande jogo – resumiu.

Envolvido num no que entende ser um “desafio gigantesco”, Fábio revelou, nesta sexta-feira, aos jornalistas, algumas conversas com Abel Braga, em quem se espelha. Ambos, geralmente, trabalham juntos, inclusive. Ele, no entanto, terá apenas dois treinos para incorporar suas ideias ao elenco.

– Não foi porque eu fui escolhido para comandar o time que passei a falar com o Abel. Falo sempre, assim como com outros. Ontem, por exemplo, falei com o Odair, do Inter. É claro que, por eu ter proximidade, a gente conversa. Mas ele tem a vida dele, eu a minha. Ele ficou contente, ressaltou a grande responsabilidade que é estar à frente do time. Ele me pediu que eu fizesse o que eu sei, que colocasse em prática os meus conhecimentos – contou.

Incomodados com a “queda livre” de um mês para cá, os jogadores, segundo Fábio Moreno, estão com o psicológico enfraquecido. Em cima disto que o técnico, que cobra maior protagonismo no Fluminense, trabalhará nesse curto período.

– Não importa o adversário, mas o Fluminense precisa se impor. O adversário tem de sentir o peso de enfrentar o Fluminense. Nestes dois dias, vamos tentar colocar na cabeça do jogador que temos de ser protagonistas. O momento que passamos é difícil, mas vamos trabalhar para isso. Montar uma estratégia para alcançar o objetivo – declarou, completando:

– Antes de atleta, o jogador é ser humano. Ele é suscetível a questões externas. Durante a semana se treina, se mostra o que se quer ou até se muda. Mas nem sempre isso é suficiente. Por ser auxiliar, se tem tempo de conhecer mais o jogador. É com você que ele se abre, que ele fala dos problemas, que ele se aproxima. Por isso, o auxiliar é fundamental. Como desenvolvi isso durante dois anos, vou tentar fazer isso. Dar confiança de que eles podem. Quem viu os últimos jogos percebeu que os atletas se esforçam e têm condições. Mas, pelo momento vivido, eles não conseguem. Precisamos estar juntos. O momento não é oportuno para fazer pedido ao torcedor, mas será necessário apoiar. Não é necessário mais cobrar, tudo já foi cobrado, agora é união. Vamos lutar até o final.


Veja mais trechos da entrevista:

Condição física de Ibañez, Airton e Gilberto
– Todo mundo que tiver condição física, ou seja, quem tiver apto a participar será inserido no contexto. A escolha respeitará a história de todo mundo. Não posso precisar se os jogadores que estavam machucados terão condições. Vamos avaliar todo mundo.

Mudanças
– Toda a vez que se troca o comando da equipe… a vontade de quem assume é mostrar o serviço. A gente não pode errar na medida. Não tem tempo de reverter tudo, mudar tudo. Ao assumir, naturalmente, se tem ânsia de colocar em prática as suas ideias. Será preciso dosar.

Legados de Abel Braga e Marcelo Oliveira
– Eu acho que a gente não precisa começar do zero. O Abel deixou, o Marcelo deixou. Todos que passaram aqui deixaram algo de bom. Então, o que tem de se fazer é colocar na cabeça do jogador que cada jogo é um jogo. Não tem como reverter o passado, mas podemos fazer um novo começo. Podemos fazer isso.

Desafio de assumir o time num momento crucial
– É gigantesco. O Fluminense não se encontra no lugar que deveria. A gente passou a temporada toda brigando por alguma coisa. No Carioca, estivemos a um passo de conseguir algo mais. Na Sul-Americana, batemos na semifinal. No Brasileiro, com a sequência negativa, perdemos a chance de ter algo melhor. A ideia é ajudar, colaborar para não brigar pelo rebaixamento. A queda significa uma série de dificuldades, como queda de receita. Sem falar a paixão do torcedor. Por tudo isso, sinto a responsabilidade que tenho. Mas também sei da competência e que o trabalho pode nos tirar dessa situação.

Abel irá ao jogo no domingo?
– Eu acho que ele não vai. Ele assiste muitos jogos. É um cara estudioso. É incrível a capacidade dele de estudar e de se aprimorar. Ele vai torcer e acompanhar. Sempre que pode, dá a opinião dele.

Voltará a trabalhar com Abel em 2019?
– Não dá para pensar nisso ainda. Estou focado no jogo de domingo. Queremos vencer. Respeito o América-MG e o Givanildo. Porém, o Fluminense é muito grande. A torcida exige a vitória. Depois do jogo, em dezembro, vamos ver. Eu não sei o que vai acontecer. Penso em tirar o Fluminense dessa situação. Apenas isso.

Filosofia de trabalho
– Eu venho trabalhando no futebol faz muito tempo apesar de ser jovem. Sempre na área de análise dos adversários. Conheci o Abel em 2003 na Ponte Preta, ao trabalhar com meu pai. Depois disso, rodei e voltei a trabalhar com ele em 2006 no Internacional. Meu pai faleceu em 2012, e o Abel me convidou para trabalhar no Fluminense. Cheguei faltando um jogo para o término do primeiro turno e fomos campeões.

Eu continuo com meus estudos. Estou matriculado para a licença PRO da CBF. Não é algo que tenha de ocorrer neste momento. Eu trabalhei com vários treinadores, inclusive com o Givanildo que será meu adversário no domingo.

Segredo quanto à escalação e ao esquema
Não quero dar armas ao Givanildo, um grande treinador. Vai ser na base da conversa. Com os trabalhos de hoje e amanhã, vamos ver qual a melhor estratégia para a partida, a que melhor vai encaixar. Será a melhor escolha.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Grupo invade CT e cobra jogadores em meio a treino do Fluminense

Ameaçado pelo rebaixamento no Campeonato Brasileiro e eliminado da Sul-Americana, o Fluminense vive uma semana decisiva para seu futuro e, principalmente, tensa. Quinta-feira, houve a demissão de Marcelo Oliveira e, durante reunião do Conselho Deliberativo, um pequeno protesto nas Laranjeiras. Nessa sexta-feira, ocorreu, ainda, uma invasão ao Centro de Treinamento, na Barra da Tijuca.

Fábio Moreno, que assume o comando técnico no jogo contra o América-MG, domingo, acompanhava o aquecimento dos jogadores quando, de repente, cerca de 30 torcedores apareceram para reclamar da má campanha que o clube vem fazendo. Faz mais de um mês que os tricolores não comemoram um gol.

À espera desde cedo no portão do local, o grupo exigiu a permanência na primeira divisão, que depende, ao menos, de um empate na 38ª rodada, e bradou, por exemplo, que “Isso aqui é Fluminense!”. Até mesmo jornalistas, que estavam se retirando do campo, uma vez que a atividade seria fechada, foram ameaçados.

Seguranças tentaram conter os ânimos, mas a ação durou mais de meia-hora. Júlio César, Gum e Digão, líderes do elenco, conversaram com os responsáveis pela confusão, assim como o técnico interino e Paulo Angioni, único representante da diretoria presente. Rodolfo também ajudou a acabar com o tumulto.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Conselheiro retira pré-candidatura a cargo no Conselho e provoca ausência de situacionistas em reunião

Duas razões levaram o Conselho Deliberativo a realizar uma reunião ordinária nas Laranjeiras, quinta-feira, apesar da presença de 30 torcedores em ato de repúdio à gestão. A princípio, haveria a apresentação do planejamento do futebol para 2019. Porém, a pauta não pôde ser cumprida, em razão da ausência do vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo. Durante a tarde, ele, segundo o Globoesporte.com, esteve no Centro de Treinamento, na Barra, para comunicar ao Marcelo Oliveira sobre a demissão. 

Assim, ocorreu apenas a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos de 40 presentes, para primeiro secretário de mesa, cargo vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. Num primeiro momento, Nilton Gibaldi (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) também concorreria ao posto. Todavia, oficializou, na segunda-feira, a retirada de sua pré-candidatura. Ele viajou a Porto Alegre para representar o Fluminense em um campeonato internacional de tênis e, por isso, não compareceu ao encontro. 

Cédula para votação contém apenas o nome do oposicionista Walcyr Borges. (Foto: Reprodução)

Segundo apurou o Canal FluNews, a saída de Nilton Gibaldi do páreo fez com que os membros da Flusócio e do Esportes Olímpicos, já desinteressados no cargo que estava em votação, se ausentassem. A grande chance de haver protesto da torcida também colaborou para deixá-los longe da sede.

Havia, inclusive, uma enorme confiança de que, se a candidatura fosse levada adiante, o situacionista venceria o adversário. Lembrando que os grupos de apoio a Pedro Abad são maioria no Conselho.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

M. Oliveira diz que elenco vive “turbilhão” no Fluminense e merece se salvar da Série B: “Entregamos nosso melhor”

Dispensado em reunião com Abad, Fabiano Camargo e Paulo Angioni, na tarde desta quinta-feira, no Centro de Treinamento, Marcelo Oliveira publicou, por meio de sua assessoria, um comunicado onde explicou o período de cinco meses no Fluminense. Ele deixa o clube numa seca de um mês sem vencer e marcar gols e com chance de rebaixamento. Domingo, em decisão com o América-MG pela permanência na Série A, seu ex-auxiliar, Fábio Moreno, assume o comando.

Após 33 jogos como treinador do Fluminense, só posso finalizar agradecendo aos nossos jogadores, que, por todo o empenho que demonstraram na temporada, merecem muito a vitória nesta última rodada – declarou, ao fim da nota.

Marcelo Oliveira chegou ao Fluminense em meados de junho e encerrou sua passagem por aqui com 13 derrotas e um aproveitamento de apenas 44,4% – venceu 12 e empatou 8 jogos. No entanto, a queda de rendimento da equipe, segundo o próprio, se associa, também, ao “turbilhão” de fatores extracampo. Em razão da crise financeira, havia dois meses de salários em atraso – ambos foram regularizados – e, agora, a dívida é de quatro meses de imagem.

– Acima das inúmeras dificuldades, afirmo que sempre houve muito profissionalismo e muita dedicação de todos os atletas. Conseguimos criar um ótimo ambiente e blindar, até onde foi possível, os fatores extracampo. Lamento não ter podido contribuir mais, mas sinto que entregamos, todos, o nosso melhor, acima de todo o turbilhão que vivenciamos. Infelizmente, o técnico depende de resultados, mas os resultados não dependem apenas da ação do técnico.


Leia o comunicado completo:

“Quando recebi o convite para assumir o comando do Fluminense, há pouco mais de cinco meses, exaltei o peso da camisa e o comprometimento dos jogadores como fatores decisivos para aceitar o desafio. Encontrei, aqui, uma equipe extremamente dedicada, como eu já imaginava, profissionais altamente capacitados de todos os departamentos e uma grande vontade de vencer de todos os integrantes do clube.

Ao longo desse breve período de trabalho, alçamos voos altos: chegamos a uma semifinal de Sul-Americana, incluindo, na campanha, uma batalha no Uruguai contra o Nacional; vencemos o campeão Palmeiras, quebramos o tabu contra a Chapecoense… Entregamos tudo o que podíamos. Apesar de termos trabalhado intensamente, em um certo ponto da temporada não conseguimos gerar mais os resultados que atingissem a expectativa que nós mesmos criamos.

Acima das inúmeras dificuldades, afirmo que sempre houve muito profissionalismo e muita dedicação de todos os atletas. Conseguimos criar um ótimo ambiente e blindar, até onde foi possível, os fatores extracampo. Lamento não ter podido contribuir mais, mas sinto que entregamos, todos, o nosso melhor, acima de todo o turbilhão que vivenciamos. Infelizmente, o técnico depende de resultados, mas os resultados não dependem apenas da ação do técnico.

Após 33 jogos como treinador do Fluminense, só posso finalizar agradecendo aos nossos jogadores, que, por todo o empenho que demonstraram na temporada, merecem muito a vitória nesta última rodada; à torcida, que sempre demonstrou seu apoio e amor, mesmo em um ano difícil; aos funcionários do clube, sempre comprometidos com o melhor para a instituição, independentemente do cenário; e à diretoria, que me fez o convite para comandar um dos maiores clubes do Brasil. A todos, o meu muito obrigado!”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Protesto reúne cerca de 30 torcedores, e Flusócio se ausenta em peso de reunião do Conselho

Combinado nas redes sociais, o ato de repúdio à gestão de Pedro Abad reuniu apenas 30 torcedores nas Laranjeiras. Houve, inclusive, uma comparação entre o presidente e Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro preso nesta quinta-feira. “Não é mole, não. Quem rouba mais, o Abad ou o Pezão?”, cantaram os presentes. Na passarela em frente à Universidade Santa Úrsula, os tricolores estenderam duas faixas com pedidos pelas saídas de Abad e da Flusócio, grupo que o elegeu em 2016.

A fim de impedir maiores problemas, o Fluminense reforçou a segurança, como vem fazendo nos desembarques do elenco, e contou com o suporte de duas viaturas da Polícia Militar, com três policiais em cada.

Enquanto acontecia o protesto, acompanhado até de carro de som, 40 conselheiros presenciaram mais um encontro do Conselho Deliberativo. Embora tenha sido a principal razão da convocação da reunião ordinária, o planejamento do futebol para 2019 acabou não sendo apresentado, uma vez que o vice-presidente da pasta, Fabiano Camargo, não compareceu ao local. Aliás, nenhum membro da Flusócio assistiu à reunião, informaram pessoas que acessaram o Salão Nobre.

Ocorreu a eleição de Walcyr Borges (ligado ao Pró-Flu, de oposição), com 36 votos, para o cargo de primeiro secretário de mesa, vago desde o falecimento de Heleno Sotelino. De acordo com o apurado pelo Canal FluNews, Nilton Gibaldi Filho (ligado ao Esportes Olímpicos, de situação) concorreria ao posto, mas retirou a pré-candidatura na segunda-feira. Ele também não esteve presente, por estar em Porto Alegre representando o Fluminense em um campeonato internacional.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Após eliminação na Sul-Americana, Fluminense dispensa Marcelo Oliveira

Eliminado na Sul-Americana para o Atlético-PR e numa seca de mais de um mês sem gols, o Fluminense decidiu dispensar, nesta quinta-feira, o técnico Marcelo Oliveira, mesmo ainda sobrando um jogo para o fim do ano. Domingo, o clube decide a permanência na primeira divisão, contra o América-MG, no Maracanã. Fábio Moreno, auxiliar-técnico permanente, ocupará o cargo. 

Paralelamente às reclamações de torcedores na internet, havia, também, uma pressão grande de membros e conselheiros da Flusócio pela demissão de Marcelo. Alguns deles, inclusive, apoiavam a promoção de Léo Percovich, treinador da base, ao time principal. A derrota desta quarta-feira, para o Furacão, por 2 a 0, no Rio, tornou inviável a sequência do trabalho do profissional de 63 anos.

Contratado em junho, durante a pausa para a Copa do Mundo, Marcelo Oliveira assinou contrato que termina em dezembro e comandou o Fluminense em 33 jogos. Venceu 12, empatou 8 e perdeu 13, configurando um aproveitamento de 44,4%. Em nota, o clube confirma a demissão:

“O Fluminense Football Club comunica que Marcelo Oliveira não é mais técnico do clube. A decisão foi tomada pela diretoria após a sequência de resultados negativos que a equipe vinha tendo. Na partida contra o América-MG, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, o Tricolor será comandado pelo auxiliar técnico permanente do clube, Fábio Moreno. Este confronto é decisivo para o Flu permanecer na elite do futebol brasileiro”. 

Indicado por Abel Braga, Fábio Moreno, que assume a equipe na última rodada do Brasileirão, começou sua trajetória no Fluminense em 2012, como observador técnico. Na mesma função, foi campeão olímpico com a Seleção em 2016. Desde que deixou Laranjeiras, trabalhou na Ponte Preta e no Internacional. Retornou no início da temporada passada, ainda com Abel Braga, e se tornou auxiliar com Marcelo Oliveira.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Coração Valente assistirá Fluminense x Atlético-PR no Maracanã: “Estou dividido”

Ídolo nos dois clubes que decidem, nesta quarta-feira, o primeiro finalista da Sul-Americana, Washington “Coração Valente” não assume torcida para nenhum dos lados. Mas garante que estará no Maracanã para assistir ao jogão de mais tarde.

– Quando se trata de Atlético-PR e Fluminense, não dá para torcer apenas para um. Estou totalmente dividido. Tive momentos especiais pelos dois times, momentos maravilhosos. Realmente não tem como. Estou dividido para esta decisão – revelou.

Nas duas passagens por Laranjeiras, o ex-jogador deixou seu nome na história do Fluminense ao, em 2008, ser um dos principais nomes do vice da Libertadores e, em 2010, conquistar o Campeonato Brasileiro. Em razão do sucesso, ele guarda com carinho as recordações do tempo em que vestia verde, branco e grená.

– Tive dois grandes momentos pelo Fluminense. Na Libertadores 2008, naqueles jogos memoráveis contra São Paulo e Boca Juniors, e o campeonato brasileiro de 2010, time com o qual fui campeão. Foram momentos marcantes – relembrou.

Embora prefira ficar em cima do muro como torcedor, o Coração Valente considera o momento do Furacão melhor que o do Fluminense, há sete jogos sem vencer ou marcar gols. Porém, destaca a torcida como o fator que pode levar o time de Marcelo Oliveira à finalíssima.

– Os momentos dos dois times estão muito diferentes. Vejo o Atlético em uma melhor fase. Vem em uma crescente no Campeonato Brasileiro e na Sul-Americana. O time está vivendo melhor momento que o Fluminense, que vem em uma crise administrativa muito grande que refletiu dentro de campo. Já há alguns jogos que não consegue vencer, fazer gols. Mas com o apoio da torcida do Fluminense, mesmo o Atlético jogando melhor e com uma vantagem boa, tudo pode acontecer.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Igor Julião garante “grupo motivado” para eliminar o Atlético-PR: “Nada impossível”

Ao “Segue o Baile”, canal do YouTube, Igor Julião demonstrou confiança numa possível vaga para a decisão da Sul-Americana e se apoia no histórico de grandes viradas consideradas improváveis. Para manter vivo o sonho da conquista, o Fluminense precisa, primeiro, conseguir mais uma delas e eliminar o Atlético-PR, que traz para o Maracanã uma vantagem de 2 a 0, construída na Arena da Baixada.

– A gente sabe que é difícil. O time do Atlético é um time difícil, mas, quando se trata de Fluminense, essas coisas ficam meio de lado. A gente tem, em um passado recente, (o exemplo de) uma Libertadores, uma LDU, em uma trajetória que a gente fez em uma própria fuga de rebaixamento com o Fluminense – relembrou.

Como é uma semana decisiva, que envolve semifinal da Sula e luta contra o rebaixamento no Brasileirão, a torcida resolveu deixar de lado, por alguns dias, os problemas que atrapalham o clube em 2018. Aliás, mais de 30 mil ingressos foram vendidos até a véspera do jogão de hoje.

– Com a força da torcida, a gente sabe que não é nada impossível, é muito provável, e é isso que gera confiança para a gente. O grupo está motivado. A gente trabalha todos os dias, conversa fazendo planos e essa sinergia boa está passando, está contaminando. Eu estou bem confiante – disse, completando:

– Recebemos mensagens diariamente de torcedores falando que confiam na gente, que esperam estar na final, e isso passa para a gente. No Fluminense temos um ambiente bom de jogadores. O nosso ambiente é excelente. Conversamos todos os dias. Acaba nos passando essa confiança do torcedor.

Colega de Julião em 2012, Samuel torce por triunfo do Fluzão

Atuando nos Emirados Árabes, Samuel, que teve sua importância no tetracampeonato brasileiro de 2012, assumiu torcida pelo Fluminense, que o revelou para o futebol, no confronto com os paranaenses.

– É um clube que tenho um carinho muito grande, foi onde começou a minha trajetória. Sempre acompanho. A equipe terá um jogo muito difícil diante do Atlético e precisa reverter a vantagem. Todos sabem da força do Fluminense em casa. Isso é um diferencial. Tomara que o grupo faça uma grande partida e consiga a vaga na final – declarou, ao Fox Sports.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Concentrado no Leme, Atlético-PR passa a madrugada ao som de foguetório de tricolores

A madrugada demorou a passar para a delegação do Atlético-PR, concentrada em um hotel do Leme, Zona Sul do Rio de Janeiro, desde segunda-feira. Entre 2h e 3h da manhã, cerca de dez tricolores promoveram um foguetório de quase 30 minutos nos arredores do local. Apenas a chegada de uma viatura da Polícia Militar, que dispersou os torcedores, deu fim à barulheira. Foi nas redes sociais que apaixonados pelo Fluminense combinaram o disparo de foguetes para impedir que os jogadores do Furacão dormissem em paz.

De acordo com a repórter Monique Vilela, do “Esporte Banda B”, mídia paranaense, os foguetes atingiram e quebraram a janela do quarto do massagista, conhecido como Bolinha. Em mais uma provocação aos rubro-negros, as rampas de acesso ao Maracanã foram pichadas com ofensas.

Moradores da região se assustaram com o ocorrido e pensaram ser tiros. “Alguém sabe o que está rolando no Leme? Acabei de acordar com uma sequência de fogos de artifício maior que a do Réveillon. Que susto da p****”, escreveu a jornalista Renata Millington. “Ridículo. Não pensam em quem tem que acordar cedo para trabalhar”, reclamou um internauta. “Os moradores precisam de sossego”, disse outro.

Na tarde de terça-feira, o elenco do Atlético-PR fez um reconhecimento do gramado do Maraca e, depois, treinou no Engenhão. Às 21h45, as equipes decidem o finalista da Sul-Americana, provavelmente com casa cheia. Por enquanto, mais de 30 mil ingressos foram vendidos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Marcelo Oliveira treina pênaltis e experimenta 3-4-3 para enfrentar o Atlético-PR

Numa seca de sete jogos sem marcar gols, o Fluminense deve balançar a rede do Atlético-PR, pelo menos, duas vezes para levar a decisão da vaga para os pênaltis. Caso vença por um placar maior, se garante como finalista da Sul-Americana. No treino desta terça-feira, de portões fechados e que encerrou a preparação para a semifinal, Marcelo Oliveira testou uma nova escalação, no esquema de 3-4-3 e bastante ofensiva. Ainda houve um trabalho tático, sucedido por jogadas de bolas paradas e cobranças de pênaltis.

Léo, que vem de uma atuação ruim contra o Internacional, saiu para a entrada de Jádson na ala-direita. Ele, aliás, fez a mesma função no triunfo de 1 a 0 sobre o Nacional, no Uruguai, nas quartas-de-final. Richard se tornou o único volante e, ao lado de Sornoza, reserva no domingo, faz o meio-campo. Na frente, o trio foi formado por Júnior Dutra, Luciano e Marcos Júnior.


Veja a provável escalação:

Júlio César; Paulo Ricardo, Gum e Digão; Jadson, Richard, Sornoza e Ayrton Lucas; Junior Dutra, Luciano e Marcos Júnior.


Veja a lista de relacionados:

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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