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Pressionado, Pedro Abad avalia renúncia à presidência do Fluminense

A uma semana da sessão que votará seu impeachment, Pedro Abad passa a considerar a renúncia à presidência, especialmente em razão da pressão que vem sofrendo por torcedores e nomes envolvidos na política nas Laranjeiras. A decisão, aliás, pode sair nos próximos dias, segundo informou o UOL.

Desgastado, Abad não admite o processo de impedimento. Inclusive, seu advogado, Fernando Setembrino, elencou razões para a suspensão da reunião de semana que vem. Caso o impeachment seja aprovado, serão convocadas novas eleições em até 45 dias. Se o mandatário optar por abandonar o cargo, o presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, assumirá em seu lugar.

Leite integra o grupo liderado por Cacá Cardoso, ex-vice-geral, e Diogo Bueno, ex-vice de finanças. Ambos se juntaram a outros três vices e deixaram a gestão, em maio deste ano. Eles se veem em condições de comandar o Fluminense até novembro de 2019, quando haverá um novo pleito.

– Eu não poderia antecipar a eleição (em caso de renúncia). Caso isso aconteça, legalmente eu passaria a assinar documentos do clube como presidente. Mas essa é uma decisão que cabe ao presidente – disse Fernando Leite.

Por outro lado, o triunvirato formado por Celso Barros, Mário Bittencourt e Ricardo Tenório defende a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária para que a eleição seja antecipada. Daí, provavelmente, sairá uma chapa, sem figura definida para o posto principal.

A permanência de Pedro Abad se tornou insustentável. Além dos cenários expostos anteriormente, ele ainda avalia um pedido de licença. A verdade é que, após reconhecer e confidenciar a aliados que não pretende governar o clube por mais uma temporada, o cartola procura uma saída honrosa.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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