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Al-Nasr libera Marquinhos Gabriel, desejado por Fluminense, Grêmio e Athletico

Considerada, num primeiro momento, improvável, a rescisão de Marquinhos Gabriel com o Al-Nasr, dos Emirados Árabes, enfim, ocorreu. O contrato de empréstimo terminaria em junho.

O anúncio saiu nas redes sociais neste domingo – mais dois jogadores, inclusive o centroavante Samuel, revelado pelo Fluminense, foram dispensados.

O meia pertence ao Corinthians, que não pretende reincorporá-lo ao elenco, e prioriza um retorno ao Brasil. São três os interessados: Fluminense, que figura como uma terceira opção, Grêmio e Athletico. A definição deve sair nesta semana.

Marquinhos Gabriel tem três possíveis destinos no Brasil. (Foto: Marcos Ribolli)

A negociação pela venda de Sornoza ao Alvinegro envolvia, além de valor em dinheiro, a cessão de dois atletas. Os nomes eram Marquinhos Gabriel e Moisés, mas não houve acerto com seus representantes. Dessa forma, o Fluminense vê o Corinthians como “devedor”.

Após o insucesso nas conversas entre os tricolores e o meia, o Grêmio costurou um acordo de empréstimo que, para ser confirmado, dependia apenas da liberação do clube árabe. Algo que, à época, acabou não acontecendo.

Nascido no interior do Rio Grande do Sul, Marquinhos Gabriel vê com bons olhos uma transferência ao Grêmio, com quem havia chegado a um consenso quanto a salários, especialmente porque jogaria a Libertadores. Esse fator, consequentemente, também favorece ao Athletico, campeão da última Sul-Americana.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

One Reply to “Al-Nasr libera Marquinhos Gabriel, desejado por Fluminense, Grêmio e Athletico”

  1. ST,
    Saíram: Júlio César, De Amores, Léo, Gum, Ayrton Lucas, Richard, Jadson, Sornoza, Marco Jr, Cabezas, Matheus Alessandro, Kaike. Só aí já são doze. Esqueço alguém?
    Vamos dizer 2 milhões de reais/mês economizados? No mínimo.
    Descontemos 500 mil dos ‘reforços’ já contratados (reforço é reforço, a maioria desses que estão chegando poderia ser substituída, com vantagens, pela nossa própria base…)
    500 mil jogados fora/mês, mas vá lá, ainda sobram 1 mi e meio/mês, no mínimo.
    Querem economizar? (outra inverdade, pq seguem aplicando no Samorim etc) Mas ok, ok, separem 500 mil, ou mesmo 700 mil/mês desse total, serão entre 6 a 9 milhões economizados/ano só em salários no futebol, em relação ao ano passado (e poupando, é claro, integralmente os bravos PJs…).
    Sobram então entre 800 mil e 1 milhão para contratações, confere?
    E pq não contratam? Com esse valor, pelo que já se falou, dá para trazer ao menos um Nenê (400 mil), e ainda sobra metade. Não daria pra trazer tb o Maicon Bolt? Ou lfazer um troca-troca com alguém e ter aí uns 150, 200 mil de saldo para cobrir eventuais diferenças salariais que adviriam contra nós. Eu tentaria o Santos de Yuri, Vanderlei e Copete. Podem levar o Orejuela, cuja carreira se desenrola exclusivamente em benefício pessoal, jamais no do clube! Ele, e talvez Luciano e Paulo Ricardo, que começou bem na Vila. Ou mesmo o Everaldo, ou o Calazans. Troca por um ano.

    Perdemos, baratos, o Giovanni e o Vinicius (este, talvez, entre tantos outros, por estar tb em litígio jurídico com o clube). Mas o Dodô, talvez o principal destaque da série B, pelo Fortaleza, segue sem clube, encostado no Galo.
    Hyoran, Jean (ex-Flu) e Guerra mal serão aproveitados este ano no porco. Idem, o Mancuello na raposa. Ou o Henrique Dourado, no urubu. Etc etc

    Bruno Silva, Hyoran, Ganso e Nenê;
    Copete (Maicon Bolt) e Pedro.
    Estaríamos assim tão distantes de Cuellar, Everton Ribeiro, Arrascaeta e Diego (se ficar);
    Bruno Henrique (se vier) e Gabigol?

    Há de fato grande abismo hoje entre fla e Flu, mas sobretudo de mentalidade, e de afeto pelas próprias cores.
    Meu Deus, por que tanta aversão ao futebol?? Sem dúvida, há muito o que explicar, por parte dessa ‘gestão’ que aí está. Muito! Afundam, aparentemente até sem precisar fazê-lo, um clube imortal (mas com esses, infelizmente, morrerá). Apequenam a imensidão histórica do campeoníssimo Fluminense, ao ponto deste já se confundir com um figurante qualquer, um potencial América… Ontem, o nosso jogo na Copinha nem sequer foi televisionado.

    Aliás, de bom, nas Laranjeiras desse início de 2019, só mesmo a bola mostrada pelo Leandro Spadaccio.
    E aí, pelo nosso histórico recente, ele certamente não subirá ao time principal.
    Mais um ano de um Flu entre aspas. Afogado em números. Lançado entre reticências…
    Não vejo saída, projeto, união ou retomada que não passe prioritariamente pela montagem de um time que volte a aquecer o coração da torcida. Fora disso, em estádios vazios, sem perspectiva real de conquistar nada, e surrado invariavelmente pelos principais adversários, o Flu é só mais um. Ou antes: menos um.

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