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Fluminense dobra teto salarial por Ganso e mira patrocínios e sócio-torcedor

Decidido a jogar no Fluminense, Paulo Henrique Ganso reduziu quase à metade o seu salário a nível Europa. Ainda assim, a diretoria precisou dobrar o teto salarial, que é de R$ 150 mil, para assinar contrato e anunciar o reforço, após oficializada a rescisão com o Sevilla, da Espanha.

Avisados sobre a crise financeira nas Laranjeiras, o craque e seus empresários concordaram em diminuir a pedida, desde que fosse firmado um vínculo mais longo. A ideia é diluir o que o jogador receberia no Sevilla até junho de 2021, quando o contrato se encerraria, em um intervalo maior no Fluminense.

De quebra, os tricolores ainda garantiram 50% do passe de Ganso (o restante fica com o jogador e o clube espanhol). Ou seja, lucrarão numa eventual venda.

Ganso reduziu quase à metade seu salário a nível Europa. (Foto: Divulgação)

Sobe número, desce número. E, finalmente, houve um consenso: no primeiro ano, os vencimentos serão de R$ 300 mil. A partir do segundo ano, sobem para R$ 400 mil. É com o suporte de patrocinadores em negociação e do programa de sócio-torcedor, que vem ganhando novas inscrições, que o clube pretende bancar a contratação.

Além disso, o crédito de R$ 1 milhão com o Corinthians, consequência do insucesso nas conversas com Moisés e Marquinhos Gabriel, inicialmente envolvidos na venda de Sornoza, devem ser destinados a pagar as primeiras remunerações do camisa 10.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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