Gilberto revela choro em volta aos gramados após lesão: “Parecia um sonho”

Gilberto vivia um bom momento na carreira quando, em agosto passado, sofreu um edema ósseo no joelho esquerdo, durante derrota para o Cruzeiro no Mineirão. Na última sexta-feira, ele reviveu a concentração com o elenco, a preparação no vestiário e a subida ao campo. Voltou a jogar pelo Fluminense, após seis meses lesionado.

– Quando fui para a concentração, parecia que era tudo novo. Seis meses foi muito tempo. Quando acordei pela manhã, me emocionei. Chorei. Parecia um sonho. Graças a Deus pude jogar – revelou, completando:

– Fiquei orgulhoso de mim mesmo. Esperava jogar menos tempo, senti ritmo de jogo. No último lance, senti câimbra. Agora é manter isso aí.

Na pré-temporada, Gilberto chegou a retomar os treinamentos, mas as dores persistiram e atrasaram a recuperação. Neste mês, conseguiu, enfim, novos contatos com a bola, certo de que seria para não aparecer mais no departamento médico. Ele, inclusive, diz que pediu a Fernando Diniz para ser relacionado para a final da Taça Guanabara.

– Eu fiquei muito feliz. Pedi ao Diniz para jogar contra o Vasco. Queria que ele me levasse para a final para ficar ao menos no banco. Estava me sentindo bem. Ele pediu para esperar um pouco, para que eu ficasse tranquilo. Que eu poderia estrear na semana seguinte de forma mais tranquila. Até fiquei um pouco nervoso, mas deu certo. Confiei. Na semana contra o Bangu, não senti nada de dor.

O tratamento físico simbolizou uma fase difícil emocionalmente para o jogador, que precisou usar muletas.

– (A fase mais difícil) Era a fase em que eu estava de muleta. Ficava de muleta, voltava para a musculação, treinava e sentia dor. Aí, o médico pedia para voltar a usar muleta. Isso era sufocante. Eu não moro com a minha mãe, mas, quando chegava na casa dela de muleta, ela ficava muito triste. Isso era doloroso demais – relembra.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

 

 

 

 

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