Fluminense reage com reservas, mas não impede revés para o Flamengo por 3 a 2

Nesse domingo, o segundo clássico entre Fluminense e Flamengo em 2019 incendiou o Maracanã, que recebeu quase 50 mil pessoas. Cada um encarou o jogo à sua maneira. Confirmado na semifinal desde sábado, o Time de Guerreiros levou a campo reservas e Caio Henrique e Ganso, em razão do desgaste pela maratona de jogos e viagens. Por sua vez, o Rubro-Negro, com força máxima, precisava vencer para se classificar.


Logo no início, o Tricolor apontava seu principal algoz: o desentrosamento entre os jogadores. Erros de passes em sequência levavam o clube da Gávea ao ataque com facilidade. Gabriel poderia abrir o placar logo aos 7 minutos, quando não conseguiu desviar a bola cruzada por Pará.


Em lance parecido, os rivais fizeram 1 a 0. Pará lançou para Bruno Henrique, que marcou no contrapé de Agenor. Fernando Diniz viu falha na origem, com Mateus Gonçalves, que dobrava a marcação na esquerda com Marlon.


Na sequência, Pará quase guardou o dele, em cabeceio que parou no goleiro, após cruzamento de Renê. Na volta da parada técnica, Léo Duarte testou e Agenor, de novo, impediu o pior. Foi quando o domínio rubro-negro passou a ser ameaçado.


Caio Henrique finalizou colocado e acertou o travessão. Em seguida, Mateus Gonçalves driblou, chutou, mas Willian Arão salvou debaixo da trave. Em reposta, o Fla chegou mais duas vezes. Uma com Arão, antecipando-se a Marlon e cabeceando, e outra com Diego, que arriscou bicicleta.


No segundo tempo, Bruno Henrique saiu na cara do gol, ao receber lindo passe de Diego, e não perdoou. Não demorou, e Allan cedeu a posse de bola a Gabriel, que ampliou para 3 a 0. O adversário tirou o pé e viu o Fluminense tomar o controle das ações.


Calazans bagunçou a zaga e cruzou para Dodi, que substituiu Mateus Gonçalves, diminuir o placar. João Pedro, que voltou de lesão no lugar de Allan, ganhou uma chance na equipe. Seu primeiro toque parou dentro do gol, com nova assistência do camisa 30: 3 a 2. Duas substituições acertadas de Fernando Diniz.


Sem insistir em avançar, o Tricolor acabou reduzindo o ritmo e pouco conseguiu criar após a reação relâmpago. O jogo de qualidade deu espaço a um clima quente entre os atletas. Confusões resultaram em distribuição de amarelos e até em vermelho, este para Pablo Dyego, que fez sua primeira atuação no ano e atingiu a cabeça de Léo Duarte.


Apesar do revés, os guerreiros permaneceram na liderança, com 11 pontos. Assim, enfrentarão o Flamengo na semifinal, quarta-feira. Bangu x Vasco medem forças na quinta. Os tricolores e alvirrubros têm a vantagem do empate.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

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