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“Cojones”

“Cojones”

Avizinham-se novas eleições no Fluminense F.C.

É incontroverso que o candidato ideal precisa já “chegar, chegando” no clube, ou seja com dinheiro, muito dinheiro. Sem esse indispensável atributo, ele nem deve se apresentar no próximo pleito. Sentar na cadeira e dizer que a herança deixada pela Flusócio é maldita seria deplorável estelionato eleitoral.

O candidato ideal também precisa ser muito criativo porque, mesmo que viabilize investimentos para o Fluminense, não conseguirá fazer frente a clubes como Flamengo e Palmeiras. Ou seja, terá ele de fazer mais com menos.

Por fim, o candidato ideal precisa, acima de tudo, amigos, de colhões – com escusas pelo termo chulo, sexista e politicamente incorreto. Desafortunadamente, não encontrei outro que se encaixasse melhor.

Afinal de contas, o que sucede com o Fluminense desde aquele desditoso W.O de 1986 é um escárnio.

Culpa do Eurico, que nos mirou como seu adversário preferencial? Sim, parte da culpa é dele!

Culpa da Rede Globo, que vela, descaradamente, pelos interesses do Flamengo? Sim, parte da culpa é dela!

Culpa da FERJ, esse ajuntamento de pessoas de “…moral homogênea…”, termo cunhado pelo falecido Márcio Moreira Alves? Sim, boa parte da culpa é dela!

Doses cavalares de culpa de dirigentes omissos do Fluminense? Sim, sim e sim! Eis os principais culpados dessa barafunda – os que apanharam, tinham poder de reagir, mas, em vez de “esmerdalhar”, se calaram.

FROUXOS!!

CAMBADA DE FROUXOS, “mauricinhos” criados pela avó!!!

De 1986 para cá, erros aconteceram a nosso favor em alguns jogos? Sim!

De 1986 para cá, erros aconteceram a nosso favor em jogos importantes? Não! Nunca!

De 1986 para cá, erros aconteceram contra o Fluminense em jogos importantes? Às pencas!

Em suma, de Fábio Egypto a Pedro Abad, seguiu-se uma série de presidentes tíbios e inapetentes – com a honrosa exceção do Dr. Arnaldo Santiago, que era tricolor de raiz.

Urge restaurar a nossa força – força dissuasória, fique bem claro!

Em primeiro lugar, é importante que o clube faça um gráfico indicando a frequência com que ganhava títulos antes e depois de 1986. Por que apenas 3 títulos de lá para cá? Lembrando que, de 2007 a 2012, ganhamos três títulos nacionais.

Prosseguindo, o Fluminense deve fazer um apanhado com os muitos – e decisivos – erros cometidos contra nós em jogos contra Flamengo, Vasco e Botafogo. Por honestidade intelectual, façamos, também, um com erros a nosso favor. O contraste, só por si, saltará aos olhos.

Na mesma linha, deve-se bater bumbo, muito bumbo. Convém lembrar que o Botafogo vetou, por anos, o Marçal pelo erro na final de 1971. Agora não cabe mais veto? Então, que a medida tenha conotação meramente simbólica.

Por fim, mas não menos importante, o Fluminense deve ajuizar, antes de cada jogo importante, ações cíveis contra árbitros, assistentes, Presidente da Comissão de Arbitragem e Presidente da FERJ – em litisconsórcio passivo. A justiça não conheceria de tais ações? É possível, mas que assustaria, assustaria. Vai que um juiz tricolor dá uma liminar, e casa cai…

Cojones, gente, cojones…

Saudações tricolores.

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