Guilherme é apresentado no Fluminense e projeta parceria com Ganso: “Posso jogar junto com ele”

Meia começou como titular na sua estreia pelo Tricolor, na vitória por 5 a 4 sobre o Grêmio

Foto: Lucas Merçon / FFC

Depois de ser anunciado e até de fazer sua estreia pelo Fluminense, Guilherme enfim foi oficialmente apresentado. Titular na virada épica contra o Grêmio no último domingo (05), o meia de 30 anos recebeu a camisa tricolor no CTPA e falou sobre a expectativa de jogar no clube das Laranjeiras. O atleta aproveitou para projetar uma possível parceria com Paulo Henrique Ganso, camisa 10 da equipe.

“Não me vejo como adversário do Ganso, e sim aliado. Pelo que venho apresentando, posso jogar junto com ele. Deu para ver isso nesse primeiro jogo, fiz troca de posições com Yony e Luciano. No futebol moderno, você consegue exercer várias funções”.

Vale lembrar que Guilherme chegou ao Fluminense com dois meses de inatividade e, mesmo assim, começou jogando na vitória por 5 a 4 sobre o Grêmio. Apesar do desgaste, o meia fez questão de se colocar à disposição do treinador Fernando Diniz para o clássico do próximo sábado (11) contra o Botafogo, às 16h (de Brasília), no Maracanã.

“Treinei apenas três dias com o elenco, e em nenhum como titular. Fui avisado que iniciaria (contra o Grêmio) um pouco antes do jogo e em uma função que exige muito da parte física. Senti um pouco a dinâmica do jogo, mas fui muito bem. Para o próximo jogo, já quebrei o gelo, me sinto pronto e à disposição”.

Obviamente, o jogador foi perguntado sobre o sentimento após o resultado épico dentro da Arena Grêmio. Para ele, a vitória fez valer o apelido de “time de guerreiros”.

“Foi inesquecível. É algo marcante entrar em uma partida dessas e fazer história. A gente acreditou desde quando acabou o jogo contra o Santos. A gente entendeu como deveria atuar. Aquele jogo já foi bom, mas o resultado não foi o esperado. A dificuldade aumentou nos 3 a 0, mas somos o time de guerreiros. Isso prevaleceu”.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Por fim, Guilherme comentou sobre Fernando Diniz e seu discurso acalorado na volta do intervalo, que viralizou na internet. O meia e o técnico já haviam trabalhado juntos, no Athletico-PR.

“O Diniz é isso aí. Quando entra nessa atmosfera que envolve o futebol, ele se transforma. Quando conversa normalmente, é um ser humano normal. Quando entra no campo, se transforma. Ele cobra, elogia, grita… A gente conseguiu assimilar o que ele falou”.

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