João Pedro dedica gols a mãe e avó e comemora sucesso no Fluminense: “Nunca imaginei isso na minha vida”

Aos 17 anos, João Pedro deixou o Maracanã incrédulo ao brilhar em sua primeira chance entre os titulares, na última quinta-feira. Anotou três gols, o que lhe rendeu a bola do jogo, e uma assistência na goleada por 4 a 1 sobre o Atlético Nacional, pela Sul-Americana. A atuação de gala foi dedicada à mãe, Flávia, e à avó Dalva.

– Nunca imaginei isso na minha vida. As coisas estão acontecendo muito rápido. Estou trabalhando e os gols estão saindo. Fico muito feliz. Quero agradecer a Deus, ao professor Diniz pela oportunidade e à torcida pela presença e pela festa. Dedico meus gols para minha mãe (Flávia) e minha avó (Dalva), que sempre me apoiaram – explicou.

Negociado para o Watford desde o fim de 2018, o jovem espera completar a maioridade para se transferir para a Inglaterra, o que deve ocorrer em janeiro ou, em caso de acordo entre os clubes, em junho do ano que vem. Ele, porém, garantiu foco no Time de Guerreiros.

– É fruto de muito trabalho no ano passado. Estou com a cabeça no Fluminense. Quero aproveitar o momento que estou vivendo. Quero buscar evoluir cada vez mais para trazer alegria para a torcida.

Substituído no fim da primeira etapa alegando dores no ombro, João Pedro tranquilizou a torcida e assegurou boas condições de encarar o Bahia no próximo domingo, pelo Brasileirão.

– O ombro estava um pouco duro, incomodando bastante. Mas não é nada grave, não.


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Prêmio por hat-trick: “Não sabia que pegava a bola! O supervisor que me deu no fim. Daniel que falou para mim ali no fim. Não sabia!”.

Assédio dos tricolores: “Quando saio na rua, pessoas pedem para tirar foto. Nas redes sociais, muitas mensagens, seguidores. Mas não posso deixar isso subir à cabeça. Tem muita coisa pela frente. Busco sempre trabalhar e evoluir mais”.

Pênalti perdido por Yony González: “Eu tinha que esperar decidirem. Tinha Luciano, Ganso e Yony, que vinham jogando. Mas, se ninguém se prontificasse, eu poderia bater, sim”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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