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Sem Marcelo Souto, eleição presidencial no Fluminense coloca Mário e Tenório como adversários

Foi desenhado o cenário da eleição que, marcada para o sábado do dia 8 de junho, nas Laranjeiras, decidirá o sucessor de Pedro Abad na presidência do Fluminense. Mário Bittencourt e Ricardo Tenório oficializaram suas chapas no prazo limite, até às 19h dessa quinta-feira. Marcelo Souto, que havia anunciado sua pré-candidatura, não alcançou as 200 assinaturas de conselheiros necessárias para concorrer ao cargo.

– Está feito o registro da chapa. Com ele está dado o primeiro passo para libertar o Fluminense das amarras, que criaram uma dívida enorme e vícios que só dificultam a vida do Fluminense – publicou o candidato Ricardo Tenório em rede social.

A disputa coloca frente a frente dois ex-aliados. Tenório se separou do triunvirato formado com Mário e Celso Barros, que agora compõem a chapa “Tantas Vezes Campeão”, e se lançou na chapa “Libertadores”, com Wagner Victer como vice. O vencedor assume já em 10 de junho, segunda-feira, e comanda o clube até dezembro de 2022. Também será renovado o Conselho Deliberativo para o próximo triênio. Serão 150 membros efetivos e 50 suplentes, que vão ocupar as cadeiras do Salão Nobre apenas em 1º de dezembro.

Wagner Victer, vice de Ricardo Tenório, registra chapa “Libertadores” na secretaria do clube.

Originalmente prevista para novembro, a eleição foi antecipada por decisão dos sócios em Assembleia Geral realizada em janeiro. Abad cedeu ao desgaste político e propôs a mudança na data. O processo se dará com o uso de urna eletrônica, liberada pelo TRE-RJ.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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