fbpx

Diniz vê expulsões como ‘determinantes’ na derrota e lamenta desfalques importantes

Treinador tricolor destacou ainda que o Fluminense tinha grande chances de sair de campo vencedor se não fossem os cartões vermelhos

Foto: Lucas Merçon / FFC

Complicada. Essa é a situação do Fluminense no Campeonato Brasileiro. Após a derrota de virada por 2 a 1 para o Vasco, em São Januário, o Tricolor caiu para a 16ª posição, com apenas nove pontos conquistados, e pode terminar a rodada dentro da zona de rebaixamento dependendo dos outros resultados. Diante de mais um tropeço, o trabalho de Fernando Diniz começa a ser questionado pelos torcedores, que cobram resultados efetivos da equipe tanto no Brasileirão como na Sul-Americana.

Em entrevista coletiva depois do clássico, o treinador tricolor comentou sobre a partida e lamentou as expulsões de Digão e Frazan no segundo tempo. De acordo com ele, o Fluminense estava equilibrado e tinha boas chances de sair de campo com a vitória.

“Não criou muito pelas mudanças na equipe, perdemos um pouco de entrosamento. Uma das coisas trabalhadas para esse jogo foi ficar mais seguro para evitar contra-ataques, que foi um erro nos últimos jogos. Fluminense estava equilibrado”, disse.

“As expulsões acabaram sendo determinantes no resultado. Se jogasse 11 contra 11 provavelmente Flu teria vencido a partida”, completou.

Perguntado sobre as mudanças na escalação, Diniz destacou que Nenê estava em boa forma para fazer sua estreia pelo clube, mas também afirmou que os desfalques acabam prejudicando na manutenção da identidade do time.

“O Nenê chegou em boas condições para estrear. Tínhamos ausência do Ganso. Não são exatamente das mesmas características, mas ambos têm peso. Perdemos Yony de última hora. Com as mudanças, perdemos um pouco de harmonia que o time tinha para sair e produzir ataques”.

Por fim, o treinador comentou sobre a falta de resultados e falou sobre a necessidade da equipe perseverar e não se deixar abater apesar da sequência ruim.

“O resultado é aquele grande dilema. O que fazer com o resultado? Jogar tudo para o alto? Será que isso é o melhor cenário? É uma coisa que não me permito fazer. Sou um cara profundo em relação ao futebol, entrego minha vida completamente para fazer o melhor nos times que estou, e aqui no Fluminense de maneira especial. Vou perseverar, os jogadores vão perseverar. Não tem esculacho para ninguém, a responsabilidade é minha. Temos que corrigir as coisas que têm que ser corrigidas. A pontuação é um desastre. Mas fazer o que? O que fazer é persistir e melhorar o que estamos fazendo. Precisamos fazer cada vez mais”.

De olho nas oitavas da Copa Sul-Americana, o Fluminense volta a treinar neste domingo e embarca para o Uruguai na próxima segunda-feira (20), onde irá enfrentar o Peñarol na terça, às 21h30 (de Brasília).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Top