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Diniz expõe relação estremecida com Celso Barros: “Tenho mágoa de quem gosta de mim. Não sinto absolutamente nada por ele”

A relação entre Fernando Diniz e Celso Barros, segundo indicou o ex-treinador do Fluminense, não era nada boa. Ainda no dia da eleição, no início de junho, o vice de Mário Bittencourt gerou um ponto de interrogação quanto à continuidade do trabalho ao cobrar da equipe uma arrancada no Brasileirão, o que não ocorreu.

Terça-feira, Celso reuniu elenco e comissão técnica para uma conversa visando ao embate diante do CSA, domingo, que, devido ao revés, selou a demissão de Diniz. Ao explicar como se deu o encontro, o técnico alfinetou o dirigente.

– Não atrapalhou o meu trabalho. Só atrapalha quando o jogador se afeta. Ficou nas entrelinhas para todo mundo que esse trabalho poderia ser interrompido assim que ele chegasse. Eu preferi focar em quem estava andando junto. O Mario (Bittencourt) remou junto, trabalha incessantemente, quer ajudar o Fluminense, não é vaidade pessoal. Quer melhorar as condições do clube. Não tenho mágoa do Celso. Tenho que ter mágoa de quem gosta de mim e de quem eu gosto. Dele não tenho mágoa. Não sinto nada por ele. Absolutamente nada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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