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Numa semana decisiva….

O Fernando Diniz foi demitido, numa semana decisiva, sem que a diretoria tivesse um nome na cartola. Isso apenas mostra a falta de planejamento da atual gestão. Agora, sem dinheiro no cofre, somos obrigados a regatear o salário do próximo treinador, antes mesmo dele ser contratado. Agora é hora de cobrar do Celso Barros as promessas de campanha, como a vinda de grandes jogadores, os investidores que aportariam recursos no clube e etc. e tal. Alguém precisa dizer ao Celso Barros que o que ele foi um dia hoje já não é mais e jamais voltará a ser. Não dá para se portar como um bufão, com palavras vazias soltas ao vento e sem nada no bolso, apenas com o propósito de estabelecer uma empatia com os sócios e com os torcedores. O tempo em que se amarrava cachorro com linguiça já passou. Eu não tenho dúvida alguma de que o nosso semestre será de sofrimento, em todos os aspectos. É óbvio que essa nossa situação atual não pode ser creditada na conta do Mário Bittencourt, mas não dá para ele jogar toda a responsabilidade na gestão Abad, até porque esse último entregou o clube em situação bem melhor do que havia recebido. Também não dá para o Mário Bittencourt dizer que “não sabia” que tudo estava negro e embaçado, pois tinha plena consciência da nossa realidade. Agora, uma coisa é ser pedra e outra bem distinta é ser vidraça. A atual gestão está vendo como é complicado ir ao rio beber água na mesma hora que a onça sai da mata para beber água também. Volto a dizer: se a atual gestão prosseguir prestigiando “companheiros de campanha”, em detrimento dos que realmente podem contribuir para o Fluminense, vamos parar na piscina do vinagre com sal grosso. Precisamos arcar com o ônus do passado, acertar nossas contas com ele, sem dúvida alguma, mas precisamos de ousadia na atual gestão, neste exato momento, senão quisermos acabar em posição fetal, completamente encolhidos. E para isso é preciso que o presidente democraticamente eleito chame à mesa para o diálogo todos os tricolores que estão dispostos a ajudar e o quanto antes.

Por Marcello Luna

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