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Uma missão árdua pela frente

O jogo de ontem deixou claro que teremos uma missão árdua pela frente, no que diz respeito ao campeonato brasileiro.
Preparem-se, pois será um sofrimento digno do inferno de Dante!
Muito mais dramático do que em 2009, mesmo porque tínhamos um elenco muito mais capacitado.
Dias atrás, escrevi que era para virar a página, esquecer o Fernando Diniz e apoiar o novo treinador, Oswaldo de Oliveira, pois era o que tínhamos para a janta.
É bem verdade que águas passadas não movem moinhos, nos ensina o brocardo popular, porém não podemos nos esquecer de que não existe presente sem passado, o que me leva a dizer que a demissão do Fernando Diniz, às vésperas do jogo contra o Corinthians, foi uma tremenda demonstração de incompetência explícita do senil que o demitiu, naquele exato momento.
O primeiro e decisivo passo para nossa eliminação foi dado pelo o Celso Barros, infelizmente.
Perdemos para o CSA e mandamos embora o treinador, mesmo sabendo que ficaríamos duas semanas sem jogar pelo o brasileirão.
Era para termos esperado pelo menos passar o primeiro jogo contra o Corinthians.
Por conta da lambança feita pelo o Celso Barros, fomos jogar trancados contra o Corinthians, no Itaquerão, numa partida em que só demos um mísero chute ao gol, ao longo dos 90 minutos. E no jogo da volta, como não poderia deixar de ser, nossa atuação foi confusa, covarde e inoperante, podendo ser dito que, se continuássemos jogando por mais 3 dias seguidos, nós não viraríamos a partida, exatamente por nos faltar capacidade de reação.
Com a eliminação de ontem, voltaremos aos jogos dos 5 mil/12 mil torcedores no Maracanã, justamente quando mais iremos precisar do apoio da torcida.
A desmobilização é natural e perfeitamente compreensível.
Vamos nos arrastar até a última rodada, sem os investimentos financeiros prometidos pelo Celso Barros, sem os grandes reforços prometidos pelo Celso Barros e a necessidade gigantesca nos fará aceitar qualquer caraminguá que nos seja prometido.
Ser tricolor é ser, também, sofredor.
Saudações Tricolores,

Marcello Luna

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