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Opinião: O que era refresco virou sequência de fogo para Diniz

Foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense vive um misto de empolgação com desespero. Enquanto o time encanta e acumula bons resultados na Copa Sul-Americana, o Campeonato Brasileiro aponta uma realidade bem diferente: apesar de o time jogar um futebol até certo ponto empolgante, os resultados não aparecem e o time flerta com a zona do rebaixamento desde o início do Campeonato.

O Tricolor mais pessimista já se mostra extremamente preocupado com a possibilidade de queda ao final do ano, chegando muitas das vezes apontar o técnico Fernando Diniz como o grande responsável pelos mais resultados da equipe.

Outro – como é o meu caso, vê o time jogando um futebol envolvente, mas pecando em pontos cruciais, como um pouco mais de capricho na hora da finalização e, principalmente uma maior atenção no setor defensivo, onde seguidas falhas vem deixando pontos valiosos pelo caminho. Soma-se a isso ainda, uma certa falta de sorte que o time vem tendo em alguns jogos, com finalizações executadas perfeitamente, mas o sobrenatural de Almeida parece estar do lado contrário, como na bola do Pedro na trave contra o Internacional, e o chute Allan, no último jogo contra o Atlético Mineiro – isso pra ficar nos mais recentes.

Ainda temos os “erros” do VAR, que deixou o Fluminense na mão em pelo menos três jogos.

O fato é que os resultados não vieram, e agora o Fluminense tem uma sequência que é VENCER ou VENCER. Qualquer outro resultado pode custar cara ao treinador.

Ao ser analisado no início do Campeonato, os jogos contra CSA, Avaí e Fortaleza, seria apontado como sequência boa, porém, na fase atual, ela deixa de ser boa e passa a ser essencial. Uma sequência de três vitórias, ou na pior das hipóteses sete pontos, garante um gás a mais não só para o time como também para o treinador.

Agora, qualquer derrota em uma dessas partidas, acredito eu, que deixará o clima insustentável para a sequência de Diniz no comando.

O fato é que os três jogos que seriam tratados lá no começo como um refresco após uma longa sequência, passou a ser prova de fogo e fundamental para a sequência do trabalho e manutenção do treinador.

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