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“Cair rima com sair” Coluna André Ferreira de Barros

“Cair rima com sair”
André Ferreira de Barros


Em 1996, o Fluminense F.C foi rebaixado, pela primeira vez, para a Série B do Campeonato Brasileiro. À época, o certame era bem mais curto – disputado em turno único -, e contratações somente eram possíveis até a quarta ou quinta rodada. Vergastado pelo peso da desonra, o então Presidente, Sr. Gil Carneiro de Mendonça, renunciou à Presidência do clube. Entrou para a História como um incompetente.
Em 1997, o Fluminense foi, outra vez, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. Repito que o certame era bem mais curto – disputado em turno único -, e contratações somente eram possíveis até a quarta ou quinta rodada. Vergastado pelo peso da desonra, o então Presidente, Sr. Álvaro Barcellos, renunciou à Presidência do clube. Entrou para a História como um incompetente.
Em 2013, o Fluminense foi, pela terceira vez, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro. Desta feita, o certame era bem mais longo – disputado em turno e returno -, e contratações eram praticamente livres de quaisquer amarras temporais. Dando de ombros para a desonra, e no rastro do Lusagate, o Sr. Peter Siemsen – insuflado pela ignominiosa Flusócio – se aferrou ao cargo de Presidente. Entrou para a História como um incompetente e um farsante.
Em 2019, tudo aponta para um grande desastre. Oxalá, o Sr. Mário Bittencourt tenha a decência de renunciar à Presidência do Fluminense. Se não agir assim, cabe a nós, torcedores apaixonados, tirá-lo da cadeira à força – mas sem violência, claro.
Varrer o lixo da “situação” – Mário Bittencourt e cia. limitada – e da “oposição” – Danilo Félix e cia. limitada – marcará o longo recomeço tricolor.
A propósito, repararam que as moscas são sempre as mesmas?
Saudações tricolores!

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