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Histórias Tricolores…

Parece que foi ontem. No entanto, neste 2019 prestes a se encerrar fez meio século que um grupo entusiasta de tricolores, sob a bênçãos do então presidente Francisco Leitão Laport (um dos melhores que tivemos), colocou-se à disposição do Fluminense para fortalecê-lo mais ainda. O grupo tinha um nome, Jovem Flu, e reunia jornalistas, artistas, gente da melhor qualidade. Na linha de frente dessa juventude que não tinha conotação política ou qualquer outro interesse além de cultivar sua paixão, pontificavam os saudosos Hugo Carvana, Ronaldo Boscoli, Mieli e Elis Regina, além dos também consagrados Nelsinho Mota, Ivan Lins, Evandro Mesquita, Silvio Cesar, João Luiz Albuquerque e a menina Lucinha que depois casaria com o Ivan e cujo pai, o sempre lembrado Cláudio Viana, era diretor de patrimônio do Fluminense. Nunca esquecendo que a casa do Cláudio, na Tijuca, viu surgir um outro movimento, agora musical, que desaguaria nos célebres Festivais Universitários. Chico Buarque, dentro de sua timidez, integrava o Jovem Flu, mas num plano que o deixasse ao largo das badalações naturais dos admiradores pós o estrondoso sucesso de “A banda”. Uns infelizmente já se foram, deixando um rastro de luz vermelha-branca-e-verde, cores que eles amaram e honraram. Outros, ainda jovens e idealistas, felizmente ainda estão conosco. Idealistas sim, batalhando para a maior glória do Fluminense. Ainda jovens, de uma juventude que vem lá de dentro, uma juventude que resiste ao passar do tempo e a chuvas e trovoadas. Parece que foi ontem mas hoje e sempre vocês têm um capítulo especial em nossa história, bravo Jovem Flu!

Por Argeu Affonso

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