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Além de Fernando Pacheco, Flu já contou com outros 2 nomes peruanos

Tricolor já teve no time outro atacante e lateral-esquerdo do Peru. Histórias da dupla têm títulos, muitos gols, volta por cima, dispensa polêmica, atraso com documentação e até “anúncio fake”.

Fernando Pacheco é o terceiro peruano na história do time Tricolor. O atacante de 20 anos, comprado junto ao Sporting Cristal, do Peru, por U$ 700 mil dólares (aproximadamente R$ 2,8 milhões), chega com o desafio de ficar mais lembrado do que seus compatriotas.

Em 117 anos, o clube teve só dois jogadores do país: o lateral-esquerdo Olivares e o também atacante Villalobos, ambos no século passado.

Villalobos

O primeiro peruano do Fluminense também foi um atacante: Jesus Villalobos. Ele estava no Sucre FC, do Peru, quando foi contratado em junho de 1951, prestes a completar 24 anos, e chegou com status de estrela. Como condição para comprar o jogador, ficou acertado entre o Tricolor e o time peruano quatro amistosos no Brasil.

Mas ele demorou a engrenar. No título carioca do Fluminense daquele ano, o atacante só entrou em campo uma única vez, no empate por 1 a 1 com o Botafogo no Maracanã. Alvo de críticas até mesmo na imprensa, Villalobos chegou a ficar encostado na reserva e quase deixou o clube. Porém, ficou e deu a volta por cima.

Olivares

O segundo peruano do Fluminense não ficou tanto tempo assim no clube. Foi o lateral-esquerdo Percy Olivares, contratado em março de 1996 como um dos primeiros reforços do presidente Gil Carneiro de Mendonça. Aos 27 anos, ele estava no Tenerife, da Espanha, e era titular da seleção do Peru quando chegou como estrela ao Tricolor, com salários de R$ 20 mil mensais.

Porém, sua chegada dividiu as manchetes na época com a crise financeira que atravessava o clube, que se viu forçado a vender Aílton para o Grêmio. Nos treinos, a imprensa noticiava a boa impressão que o peruano deixava, destacando sua força e técnica. Só que a torcida demorou a vê-lo em campo. O Fluminense demorou quase um mês para receber a documentação para regularizar o jogador.

Fonte: Globo Esporte

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