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Sul-americana é prioridade no Flu

Da reapresentação do Fluminense até a primeira partida oficial no ano, foram só 11 dias. Este intervalo tem oscilado nos últimos anos. Em 2019, 16 dias. Em 2015, chegou a 25. Há uma década, 13. Mas, ao menos neste século, ele nunca foi tão curto como agora. Diante de uma tendência que ignora as necessidades dos atletas, resta à comissão técnica adotar uma estratégia e eleger prioridades. É dentro deste contexto que se enquadra o duelo contra a Portuguesa, às 20h, no Maracanã — o segundo em pouco mais de duas semanas após o fim das férias.

Alguns atletas ganharam pré-temporada maior. São os casos de Muriel e de Paulo Henrique Ganso. Como a dupla encerrou 2019 contundida (o goleiro fraturou a mão e o meia lesionou a coxa), a comissão técnica decidiu preservá-los das primeiras rodadas da Taça Guanabara.

Os tricolores elegeram a estreia na Sul-americana, dia 4, contra o Unión La Calera-CHI, como prioridade. Antes, farão quatro partidas pela Taça Guanabara, a começar pela desta quinta. Ganso e Muriel devem estrear no ano em algum destes jogos para poderem ganhar ritmo antes do confronto com os chilenos.

Nenhum deles está mais contundido. Mas a avaliação é que colocá-los para jogar após uma pré-temporada tão curta elevaria o risco de reincidência da lesão. Segundo o clube, Ganso faz um trabalho de reequilíbrio muscular. Já no caso de Muriel, há ainda a questão da confiança na mão, que só pode ser retomada com muitos treinos.

O excesso de desfalques, no entanto, não se deve apenas por estratégia. Nesta quinta (23), o Fluminense ainda não contará com Egídio, Yago, Digão e Henrique por uma questão burocrática. Regularizados na sexta-feira, os três primeiros só poderão estrear contra o Bangu, no domingo. Já o último ainda precisa ter seu contrato de empréstimo registrado na Federação.

Foto: Lucas Mercon / Fluminense

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