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Marcos Paulo considera “frustrante” empate com La Calera, mas comemora estreia em 2020: “Era meu sonho voltar a jogar”

A primeira vez de Marcos Paulo em campo pelo Fluminense em 2020 ocorreu apenas nessa terça-feira, no empate em 1 a 1 com o Unión La Calera, no Maracanã, pela Sul-Americana. O atacante, vítima de lesão muscular, assim como Evanilson, revelou a sensação de retornar aos gramados.

— Me senti tranquilo. Me senti bem, mais leve, feliz… Porque era meu sonho voltar a jogar. Estava machucado. Tive uma sequência boa ano passado. Quando começou o ano, sofri a lesão e fiquei um pouco chateado. Mas voltei trabalhando forte. O professor me deu uma oportunidade hoje e, graças a Deus, consegui corresponder.

Foi do camisa 11 a assistência para o gol de Evanilson, que sofreu a mesma contusão que o companheiro e só agora pôde ficar à disposição de Odair Hellmann. O treinador, porém, optou por acionar as crias de Xerém após o intervalo.

— Ele (Odair) conversou com a gente porque era o nosso primeiro jogo no ano. Jogo muito pegado. Ele conversou para entrarmos no segundo tempo porque poderíamos sentir alguma coisa. E era um jogo em que ele precisava de todo mundo bem. Graças a Deus, ninguém sentiu nada e entramos bem no segundo tempo. Pude dar assistência, ele (Evanilson) fazer o gol. Ficamos felizes por isso – disse.

Embora descontente com o resultado, Marcos Paulo não jogou a toalha pela vaga na segunda fase da competição. O classificado será conhecido no dia 18, no Chile.

— A gente queria ganhar, todo mundo quer ganhar. A gente trabalha para isso. É muito importante para a gente. Todo mundo sabia que seria um jogo difícil. O empate é frustrante, mas é normal. Empatamos, mas tem outro jogo. A gente vai buscar lá com força total – garantiu.


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Estreia em 2020: “Feliz por voltar. Infelizmente, não foi como a gente queria. Queríamos a vitória, com certeza. Mas foi muito bom estar em campo de novo com meus companheiros. Fui feliz na assistência. Temos que pensar no próximo jogo, com a cabeça tranquila. Tem jogo domingo e a gente precisa ganhar para se classificar”.

Falta de ritmo: “Treino é treino, jogo é jogo. O ritmo é diferente. Mas isso aí a gente vai pegando pouco a pouco. Hoje já peguei um pouco de ritmo. Domingo tem mais um jogo. Se Deus quiser, eu vou entrar em campo. Adquirir ritmo é questão de tempo”.

Jogará 90 minutos contra o Botafogo?: “Ah, não sei. Vamos trabalhar. Acho que sim, acho que estou bem. Vai do treinador. O professor sabe quem vai utilizar. Quem for jogar, vai cumprir bem”.


Publicado por: Nicholas Rodrigues.

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