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Família de Jair Marinho assiste goleada do Flu no Maracanã

Ídolo Tricolor faleceu na manhã de sábado e foi sepultado no domingo

Familiares do ídolo Tricolor Jair Marinho de Oliveira, o Jair Marinho, de 83 anos, acompanharam a partida entre o Fluminense e Resende, na tarde deste domingo (08/03). O ex-zagueiro e lateral faleceu na manhã de sábado e foi sepultado domingo, pela manhã, no Cemitério de Maruí, em Niterói. O clube decretou três dias de Luto Oficial, bandeiras a meio mastro e, antes da jogo de ontem, foi respeitado um minuto de silêncio em homenagem ao atleta

Nascido em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro, em 1936, Jair Marinho  atuou como zagueiro e lateral-direito. Ele integrou o grupo campeão da Copa do Mundo de 1962. Em outubro de 2019, Jair Marinho participou, ao lado de Peri, da homenagem feita pelo Fluminense a Altair, outro ídolo do clube que faleceu no dia 9 de agosto aos 81 anos. O jogador disputou 258 jogos com a camisa do clube, ganhando títulos no Carioca e no Torneio Rio-São Paulo.

Jair Marinho Filho, de 57 anos, falou da identificação do pai com o time. “O Fluminense está no sangue do meu pai desde que ele veio de Santo Antônio de Pádua. Ele chegou ao Flu com 16 anos de idade. Então estreou no juvenil do Tricolor em 54 e foi até 64 no clube. Ganhou vários títulos nas Laranjeiras e a Copa do Mundo. O marco na história da vida do meu pai é ter o sangue Tricolor. Desde pequeno ele me levou para o clube, comecei a jogar lá também, sempre respirando o ar da instituição, em contato com o Flu e convivendo com as grandes lendas do time, como Pinheiro, Altair, Castilho e outros”, disse o filho do craque.

Para manter o legado do pai, Jair Marinho Filho falou da intenção de se associar ao clube, para garantir o elo familiar com a instituição. “Eu sempre respirei o clima de Laranjeiras, principalmente, quando o Pinheiro era treinador das categorias de base. Então é muito fácil falar do meu pai com o Fluminense. O meu pai tem uma identidade com o clube. Hoje eu estou aqui, minha família está aqui, por causa dessa identificação, esse amor, essa paixão. Sempre fomos muito unidos a esse eixo do meu pai com o time. Eu já falei com o Mário (Bittencourt), o nosso presidente, que eu vou me tornar sócio torcedor do Fluminense porque é o legado que meu pai deixou. Eu quero continuar isso para o resto da minha vida”, concluiu.

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