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Retrospectiva 2020 do Flu

GloboEsporte.com montou retrospectiva do 2020 tricolor na palavra dos principais personagens do dia a dia do clube

Pouco menos de três meses de bola rolando no futebol brasileiro até a paralisação, mas um Fluminense agitado e com novidades, dentro e fora de campo.

Com declarações dos principais personagens do Tricolor, o GloboEsporte.com preparou uma retrospectiva com tudo o que de mais importante aconteceu no clube antes da pandemia do coronavírus, que interrompeu o esporte no Brasil e no mundo.

“É UM PRAZER ESTAR AQUI”


O ano de 2020 começou com novidade no comando para o torcedor do Fluminense.
Odair Hellmann foi o escolhido pela diretoria para assumir trabalho deixado por Marcão.
“É um prazer estar aqui. Prazer imenso poder voltar a este clube, em que tive passagem como jogador, em um momento difícil que o clube atravessava. E vivemos final feliz. A primeira passagem aqui foi maravilhosa pessoalmente e profissionalmente. Voltar hoje é motivo de muito orgulho, satisfação e honra. Tenho certeza que faremos um bom trabalho para termos um mesmo final feliz”.

“FICOU BOA, HEIN?”


Assim Hudson brincou na primeira vez que vestiu a camisa do Fluminense. Reforço, o volante começou bem o ano, chegou a ser barrado, mas recuperou a vaga e assumiu a faixa de capitão com a lesão de Digão, virando um dos pilares de Odair.
Além dele, o clube foi criativo no mercado: entre as caras novas, os gringos Fernando Pacheco e Michel Araújo, o lateral-esquerdo Egídio, o volante Henrique e o atacante Wellington Silva.

“Oportunidade em um grande clube. Participar de um projeto com pessoas sérias. E também poder ajudar o Fluminense. Quando teve o contato, eu não tive dúvidas. Assim que começou (a negociação), torci para o São Paulo tratar de forma tranquila e foi assim que aconteceu”, disse Hudson.

“MERECÍAMOS TER PASSADO”


Em campo, bom desempenho na Taça Guanabara. Dono da melhor campanha do estadual, porém, o Tricolor parou no Flamengo na semifinal.
O Fluminense chegou a levar 3 a 0, mostrou poder de recuperação, mas perdeu a vaga na decisão com um 3 a 2 ao apito final.
“Por todo o conjunto dos 98 minutos, nós merecíamos ter empatado o jogo e nos classificado. Apesar de o Flamengo ter feito um 1º tempo bem melhor, na minha concepção, nosso 2º tempo foi muito melhor e nós produzimos, botamos a bola para a rede e fizemos quatro, mas valeu dois. E em outra o Evanilson esteve na cara do gol. E essa produção contra um time organizado, estabilizado e com um nível de qualidade que o Flamengo tem, mostra o caminho que estamos e que precisamos traçar. Temos um parâmetro alto e é esse parâmetro que devemos seguir”, lamentou Odair.

A fase na Taça Rio segue boa: líder do Grupo A, com nove pontos, o Tricolor tem o melhor aproveitamento da classificação geral do Carioca.

“Ô, TITE, CHAMA NÓIS”


Um jogador em especial aproveitou as mudanças no Fluminense e se apresentou em grande nível até aqui: Nenê.
Em 13 jogos, o veterano de 38 anos marcou nove gols e despontou como símbolo de superação do time de Odair.
Deu até para brincar com seleção brasileira:
“Para a principal eu nunca fui… Não sei se ainda tenho idade para isso, mas se fosse viver um momento, um amistoso, quem sabe? Ô, Tite, vamos lá, chama nóis”.

“TEM QUE DOER”


O primeiro grande tropeço veio exatamente na Sul-Americana, competição considerada a mais importante para o clube no ano.
Contra o modesto Unión La Calera, o Fluminense ficou no 1 a 1 no jogo de ida, no Maracanã, e não saiu do 0 a 0 no Chile.
Resultado: com o critério do gol fora de casa, eliminação logo na primeira fase.
“Não conseguimos dessa vez. Está todo mundo muito dolorido, chateado com a eliminação. Temos que retomar o mais rápido possível para as próximas competições. Semana que vem temos uma competição parecida, mata-mata. Essa eliminação tem que doer em todos nós. Estamos criando uma identidade de buscar as classificações, os objetivos. Não deu nessa, infelizmente. Temos que voltar a trabalhar, para que na próxima entrevista possamos estar em uma situação feliz”, afirmou Odair.

“A GENTE VAI TRAZER NOSSO ÍDOLO DE VOLTA PARA CASA”


O mau momento do Cruzeiro acendeu a chama na torcida tricolor: a cada jogo no Maracanã, gritos de “o Fred vai te pegar” nas arquibancadas.
O sonho deu passo para virar realidade: o clube chegou a acertar base de salário e contrato.
Do outro lado, o atacante conseguiu liminar para quebra de vínculo com o Cruzeiro.

“A gente vai trazer o nosso ídolo de volta para casa. É o que a gente quer, a torcida quer e tenho certeza que ele quer também. Até imagino que ele possa retornar, mas só para o Campeonato Brasileiro. Estamos na expectativa de que ele se resolva com o Cruzeiro”, disse o presidente Mário Bittencourt.

A novela, porém, ainda se arrasta.
O surto do coronavírus suspendeu audiências para o atacante resolver dívida com o Atlético-MG e também sequência no acordo com o Cruzeiro.

“NÃO EXISTE HIPÓTESE DELE SAIR”


A Copa do Brasil começou com vitórias sem brilho: susto e virada contra o Moto Club na estreia, jogo tranquilo diante do Botafogo-PB, no Maracanã.
O sinal de alerta acendeu no 3ª fase: derrota para o Figueirense por 1 a 0 no jogo de ida, em Florianópolis.
Mas junto com o desempenho ruim em Santa Catarina, a garantia ao comandante:
“Não existe a menor hipótese dele sair, mesmo se a gente cair na Copa do Brasil. No jogo contra o Figueirense, a gente poderia teria ido melhor. A gente fez um jogo ruim. Por que a escolha do Odair? Pelo trabalho que ele fez no Internacional: sair de uma Série B e deixar na Libertadores. Trabalho a longo prazo”.

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