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Redução do intervalo entre as partidas é sugerida a CBF

Por conta da pandemia de coronavírus, que paralisou toda a atividade futebolística no pais por tempo indeterminado, vem discutido entre os clubes e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) as possibilidades viáveis, afim de que seja possível realizar todas as competições dentro do restante do calendário e uma diante disso a Federação Nacional dos Atletas de Futebol (Fenapaf) encaminhou sugestão à entidade máxima do futebol brasileiro a redução do intervalo entre os jogos de 66h para 48h (dois dias).

Para que ocorra essa flexibilização é preciso um acordo entre federações, a CBF e a Fenapaf. Desde então consta no Regulamento Geral de competições da CBF a vedação para clubes e atletas atuarem sem intervalo mínimo de 66h. Em alguns estados, como no Rio, a Ferj (Federação de Futebol do Estado Rio de Janeiro) prevê no mínimo 60h.

– Falei com o presidente Caboclo no início da paralisação. Também com o Rubinho (presidente da Ferj) – comentou o presidente da Fenapaf, contando que os dirigentes foram receptivos à ideia. – Rubinho achou espetacular. Ouviram (Caboclo e Rubinho) com agradecimento. Estão vendo que todos querem solucionar uma coisa tão grave. Nosso entendimento é de colaborar, encontrar saídas. Os atletas são sensíveis ao que está se passando – completou Felipe Augusto Leite.

Felipe disse ainda que qualquer denúncia sobre infração de regulamentos – do intervalo mínimo entre partidas, previsto anteriormente para 66h – só sairia da Fenapaf.

– A sugestão é num momento de excepcionalidade extrema. Precisamos manter postos de trabalho. Não vou ser eu que vou fazer isso (denunciar a infração do regulamento de 66h). Estamos em caráter excepcionalíssimo. Não vamos botar clubes de dois em dois dias para jogar várias vezes. Um joga uma vez, outro joga e vai acomodando para não sobrecarregar ninguém – comentou o dirigente da federação de atletas.

Fonte: Explosão Tricolor
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

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