Sub-18 e Sub-17 do Flu: zagueiro e meia-atacante falam sobre apoio da família durante quarentena

Em meio à pandemia do novo coronavírus, os atletas vão encontrando formas de manter a rotina de exercícios em casa. E não é diferente com o zagueiro João Cipriano e o meia-atacante Welinton, das categorias de base do Fluminense.

Em contato com o Globo Esporte os jogadores contaram como tem sido esse período de quarentena, em que o suporte da família tem sido a principal ajuda – não só emocionalmente, mas fisicamente também.

Titular do time sub-18 e da Copinha no início deste ano, Cipriano, aos 17 anos, ganhou uma espécie de preparador físico particular (veja no vídeo abaixo). Trata-se de seu irmão mais velho, Eduardo, de 26 anos, ex-jogador (se destacou no Criciúma, mas parou cedo por conta de duas graves lesões no joelho) e um de seus principais incentivadores na carreira:

– Ele busca me auxiliar sempre nas partes que eu preciso melhorar, seja dentro e fora de campo, para que eu possa estar sempre melhorando nas minhas deficiências e minimizando os erros. Quanto aos treinos, ele tenta sempre diversificar para trabalhar todas as partes – contou o zagueiro, que está junto à família em Brusque, Santa Catarina.

Já Welinton tem contado com uma ajuda em dose dupla: do pai, Odair, e do padrinho, Júlio César. O jovem de 16 anos chegou ao Fluminense no início deste ano para integrar a equipe sub-17 e está em sua cidade natal, Jaguaruna, também em Santa Catarina.

– Meu padrinho treina comigo e passa os treinos, ele tem um amigo preparado físico que manda os treinos semanais para ele, e meu pai ajuda com todo o trabalho. Estão sempre revezando e conversando pra ajudar nas coisas – contou.

Fonte: Globo Esporte

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