“A pergunta que não quer calar” – Opinião de André Barros.

“A pergunta que não quer calar”
Como Presidente do Fluminense, Pedro Abad era mentiroso e incompetente. As contratações – de jogadores, técnicos e staff – eram malcheirosas e medíocres. Noutras palavras, eram um espelho fiel da odiosa Flusócio. Mas, verdade seja dita, a torcida tricolor era implacável com ele. Onde o Fluminense jogava, ressoava, em uníssono o coro: “Ei, Abad, vai tomar caju…”.
Como Presidente do Fluminense, Mário Bittencourt é, igualmente, mentiroso e incompetente. Talvez até mais incompetente do que Pedro Abad – como demonstra, a mais não poder, a vexatória eliminação do Flu na primeira fase da Copa Sul-Americana para um tal de Union La Calera. As contratações feitas por ele – de jogadores, técnicos e staff – são, outrosssim, malcheirosas e medíocres. Mas, surpreendentemente, a torcida tricolor é magnânima com esse farsante.
Por que isso?
Importa deixar claro que não tenciono que a torcida pressione o Mário Bittencourt a reforçar o péssimo time do Fluminense. Diferentemente, pretendo que a torcida tricolor o pressione a sair da cadeira na qual, por absoluta falta de qualificação, jamais deveria ter sentado – a de Presidente do clube.
O tempo joga contra a gente, amigos. Mais do que nunca, após tantos seres do pântano na direção do clube, o Fluminense precisa de “homens que fazem” – da estirpe de um Francisco Horta, de um Raphael de Almeida Magalhães, de um Newton Graúna, de um Antônio de Castro Gil, de um Manoel Schwartz -, não de um encantador de serpentes de décima categoria. Grandes tricolores existem. Apenas não gostam do cheiro que das Laranjeiras exala.

#ÉPELOFLUDEVERDADE

Foto destaque reprodução do Jornal o Estadão.

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