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“Itaberá ou Egídio?” – Opinião André Barros

“Itaberá ou Egídio?”
Amigos, a distopia tomou conta de boa parte da torcida tricolor. Trocando em miúdos, andamos meio sem rumo, qual um bando de bêbados em busca do longo caminho de casa.
Pouco antes do jogo do último domingo, acompanhei, pelas redes sociais, um debate que bem retrata o triste momento do Fluminense F.C: cada qual a seu tempo, quem seria pior tecnicamente, o lateral-direito Carlinhos Itaberá ou o “ala” esquerdo Egídio?
De início, dei de ombros para a discussão, ante a sua aparente irrelevância.
PQP! Itaberá ou Egídio?
No entanto, de repente, caí em mim.
A questão suscitada pelos torcedores – aparentemente rasa – tinha um pano de fundo digno de análise, tal seja, a trajetória amargamente descendente do Fluminense F.C depois da saída do grande Manoel Schwartz. Vox Populi, Vox Dei.
O péssimo Carlinhos Itaberá – que chegou ao cúmulo de, num jogo contra o Náutico, cobrar um lateral para fora do campo – rompera uma longa e gloriosa tradição de grandes laterais-direitos. De 1975 até ele, velaram pela lateral-direita tricolor Toninho Baiano, Carlos Alberto Torres, Edevaldo, (o mediano) Nei Dias, Aldo, o promissor Carlos André, o improvisado Donizete, etc. Todos deram conta do recado. Nesse tom, Carlinhos Itaberá foi um choque para a torcida, algo escalafobético, surreal, um ponto que supúnhamos fora da curva.
Desafortunadamente, o péssimo – escalafobético, surreal – Egídio é a confirmação, em cores vivas, de que estávamos redondamente enganados quanto à transitoriedade da penúria. Carlinhos Itaberá não era um ponto fora da curva, mas, sim, uma nova e cruel tendência, de apequenamento do Fluminense F.C. Egídio, amigos, é o milionésimo Itaberá que passa pelas Laranjeiras. E outros virão, preferencialmente pelas mãos dos amigos do Rei.
Isso quer dizer muita coisa, muita coisa mesmo!
Afinal de contas, tal situação de pequenez se verificou, também, na gestão do clube. Críamos que o desditoso Fábio Egypto seria um mero ponto fora da curva. Mais uma vez, estávamos errados. Seguiram-se Ângelo Chaves et caterva. Prova incontestável de degenerescência dessa curva maligna é a eleição do Sr. Mário Bittencourt, outro traste à frente do Fluminense – talvez o maior deles.
Em tempo, Sr. Mário Bittencourt: coloque as suas foquinhas amestradas – ou leões de teclado – de prontidão. Vou descer a lenha no senhor no próximo post – que já tem até o sugestivo título de “Tampax – Incomodada ficava a sua avó”.

#FORAMÁRIO

#NÃOHÁMALQUESEMPREDURE

#EUQUEROMEUFLUDEVOLTA

#ÉPELOFLUDEVERDADE

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