“A mulher de César” – Opinião André Barros

“A mulher de César”
Quando tudo parece perdido, quando o nosso horizonte é inapelavelmente engolido pela apavorante escuridão, surge a fagulha decorrente da genuína paixão pelo Fluminense F.C. Fagulha que galvaniza, que engaja, que devolve a cidadania tricolor. Desta feita, essa manifestação de amor incondicional – e desinteressado – ao clube se manifestou pelas corajosas mãos de Marcelo Daemon e cia – “gente que faz”, que lutará até a última bala, com o perdão do trocadilho.


Sr. Mário Bittencourt, nunca escondi o imenso desapreço que nutro pelo senhor enquanto Presidente do Fluminense F.C. Já o tachei – e repito à exaustão – de mentiroso, arrogante, covarde e incompetente. Reitero, aqui, todos esses qualificativos e ainda acresço outro: um tipo de genocida tricolor. A quantidade de tricolores – daqueles que ensacavam talco antes dos jogos do Fluminense, que sambaram na geral do Maracanã, no Brasileiro de 1982, contra o Cruzeiro ao som de “… chove chuva…”, enfim, de gente de cepa bem melhor do que a sua – que estão abandonando o clube o transforma, sim, num genocida de várias gerações de tricolores acostumados a incontáveis glórias. Se lhe serve de consolo – e acho que não serve –, a bem da verdade, diante estamos de um odioso concurso de agentes genocidas que envolve Fábio Egypto, Ângelo Chaves, Gil Carneiro de Mendonça, Walquir Pimentel, Álvaro Barcellos, Peter Siemsen, Danilo Félix, Pedro Abad et caterva.


Estou com uma baita tendinite, Sr. Presidente, causa provável de uma febre preocupante. No entanto, as suas desculpas esfarrapadas – genuínas e chicanas – à iniciativa do pedido de auditoria externa independente – me deram uma força sobre-humana para sentar-me em frente ao computador e lhe descer o porrete. Aliás, tais “motivos” levantariam defuntos somente para esculhambá-lo, Sr. Presidente. Por precaução, evite cemitério pelos próximos dias….


Caminhando para o fim, Presidente Mário Bittencourt, não apelo, aqui, aos seus sentimentos mais nobres, pois, sem hipocrisia, julgo-lhes deles desprovido. Diferentemente, instigo, aqui, os “… seus instintos mais primitivos”… – para citar uma frase que tristemente entrou para a História política recente do Brasil.


Trocando em miúdos, porte-se como homem, ou, se preferir, como a mulher de César, aquela que além de ser, tem que parecer honesta, Sr. Mário Bittencourt!
Não se esconda atrás de palavras vazias, Sr. Presidente.
Contrate a auditoria independente e esfregue na cara de seus detratores – inclusive eu – o resultado exonerador de responsabilidades (lato sensu).
Aí, o senhor deixa o cargo de Presidente do Fluminense F. C apenas por incompetência e inapetência.


CENAS DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS
Um provérbio cuja origem, sinceramente, desconheço proclama que “… não há, no inferno, ira maior do que a de uma mulher rejeitada…”.
Tenho a pachorra de dizer que, hoje, “… não há, no inferno, ira maior do que a de um tricolor feito de otário desde 1986…”.


Tomado por essa ira santa, estou prestes a abrir a “Temporada de caça ao Sr. Mário Bittencourt”. Coisa grande. Coisa séria. Coisa de homem, sem qualquer discriminação de gênero com as valorosas guerreiras tricolores.


Ressaltando que a violência aqui referida é meramente metafórica, o Presidente Mário Bittencourt seria a cidade de Hiroshima e vários tricolores de peso seriam o bombardeiro “Enola Gay”. Quanto a “Little Boy”, deixo a cargo da livre imaginação de cada um.
CHEGA!!!!!

#FORAMÁRIO

#NÃOHÁMALQUESEMPREDURE

#EUQUEROMEUFLUDEVOLTA

#ÉPELOFLUDEVERDADE

O texto é de total responsabilidade do autor.

Imagem em destaque créditos Globo Esporte.

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