Há 30 anos estreava o super-herói tricolor

No dia 3 de fevereiro de 1991, entrava em campo pela primeira vez com a camisa do Fluminense aquele que seria um dos maiores e melhores jogadores que vestiram a camisa verde, branca e grená não década de 90.

Há exatas três décadas, Ézio, o Super Ézio entrou no gramado das Laranjeiras para começar a trilhar uma linda história pelo clube.  Ali nascia um jogador que inspiraria gerações, e até hoje faz o torcedor lembrar com carinho os momentos. 

Super Ézio como ficou conhecido e consagrado o atacante pela voz do saudoso narrador Januário de Oliveira, marcou toda uma época de jovens carentes por grandes e bons jogadores. Na minha família mesmo há um pequeno Ézio em homenagem ao jogador. 

Mesmo chegando ao clube de forma discreta, sem grande alarde e na sombra do bom jogador Bobô, foi o super quem fez história, virou ídolo, e carrasco do Flamengo com 13 bolas na rede do adversário (segundo maior artilheiro pelo lado tricolor, depois de Hércules com 15), deixando um legado que se mantém mesmo depois de sua morte, em 2011, vítima de câncer. 

Seu primeiro gol pelo Fluminense foi logo em sua estreia. O atacante precisou de apenas 12 minutos para empurrar a bola para o fundo da rede. Super Ézio também tirou o clube de uma fila de 12 anos sem nenhum artilheiro em qualquer competição. Fez 15 gols no Campeonato Carioca de 1992. No total fez 119 gols em 236 jogos. 

Hoje em dia ocupa a 11ª colocação no ranking de artilheiros da história do tricolor. Ultrapassado na última década por Magno Alves e Fred. O atacante se foi, mas no clube ficou sua marca, e essa jamais poderá ser apagada ou esquecida.

Fonte: Ge

Arte: Mário Alberto/Ge

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