“CONVOCAÇÃO AOS ADVOGADOS TRICOLORES!” Opinião Rafael de Castro Ladewig

Olá, Guerreiros!
Apesar da ótima fase em campo, continuamos a levar goleadas fora dele.
Um posicionamento comercial muito aquém das nossas tradições e exposições; um marketing que acredita que o torcedor deve continuar pagando “Planos de sócios arquibancada” apenas pelo amor e pelo “grande prazer” de receber e-mails com “tapinhas nas costas”; uma gestão de futebol que vive dos “Royalties” vindos de Xerém; e um departamento jurídico “made in Flusocio”…Talvez essa última definição seria suficiente para tudo!
Essa semana fomos informados de novas ações na justiça. Entre elas, zagueiro que passou pela base sem nenhum retorno e a do “Treineiro”, Oswaldo de Oliveira. Em ambos haviam dívidas trabalhistas, mas se no caso do jovem o discurso de ter herdado problemas será reforçado, o que dizer sobre a condução de todos episódios que envolvem Oswaldo de Oliveira!
Primeiramente, uma escolha típica de quem não tem uma gestão de futebol profissional. Um treinador parado no tempo, sem nenhum trabalho a curto e médio prazo, com linguajar e postura sem nenhuma característica compatível a de elencos formados pelo FFC nos últimos anos, recheados de jovens. Mas, ok! Vamos considerar que errar é humano, e nesse caso, haviam expectativas, que eu não consiga atingir a compreensão.
Após iniciado o trabalho, mesmo nossos gênios conseguiram compreender que era uma questão de tempo. Fale ou pense o quiser, mas quem contrata Odair, tem uma proposta de jogo reativo; quem mantém Marcão tem uma proposta de manter o vestiário nas mão dos caciques e principalmente o de usar um “baita ser humano” e “um baita homem identificado com nossa armadura” como escudo, de forma que não consigamos mirar Angione, Simone e Cia. Agora, quem contrata Oswaldo de Oliveira pode esperar o que?!
A oportunidade de concertar o problema apareceu. Ele como comandante do elenco tem como responsabilidade gerir os seus. Qualquer reação negativa produzida pelos comandados é responsabilidade sua. Até que prove o contrário, treinador relaciona, escala ou põe no banco. Portanto, o episódio Ganso é algo que não competia ao clube algum apontamento jurídico, independentemente de nossas opiniões pessoais quanto aos aspectos morais, comerciais e de marketing.
Quando na sequência dos fatos esse cidadão hostiliza o maior patrimônio do clube, nós torcedores, caberia ao nosso Presidente fazer a “DEFESA INSTITUCIONAL”! Creio que todos lembrem dessa promessa de campanha. No entanto, diferentemente disso, essa aberração, O.O, deu entrevista após o jogo e saiu do estádio ainda empregado.
Não é possível que nossos grandes juristas não tenham observado uma série de prejuízos à instituição e danos morais aos seus torcedores!
Se imaginem como patrocinador. Pensem que sua empresa é do ramo de educação. Daí, tentem compreender sua imagem associada a um homem, o líder maior do time, “dando dedo” para seu torcedor, para o torcedor do adversário ou para qualquer pessoa, até mesmo uma criança que pudesse estar com a TV ligada!
O final dessa história já conhecemos. A demissão técnica era óbvia e mesmo diante de todos os danos sofridos pela instituição ainda vamos ao tribunal para recebermos uma condenação trabalhista. O cenário só não foi pior, pois o “cara de pau”, invertendo completamente os fatos, não logrou êxito no pedido de danos morais.
Chegamos às seguintes conclusões: 1-O clube continuará sangrando no futuro por ações trabalhistas e o discurso de que todos os problemas são herdados é mentiroso; 2-Nossa gestão de futebol inexiste. Assim como os Prefeitos que recebem pela extração do Petróleo, gastam demais e não reinvestem para o futuro, vivemos dos royalties de Xerém, sempre bancando a teta dos “meia dúzia de senhores feudais” de sempre; 3-Precisamos urgentemente convocar advogados tricolores a promoverem ações coletivas com objetivo de defender a honra dos que estiveram no estádio e se sentiram atingidos por esse cidadão que nos hostilizou.
Como sugestão, daria como valor da causa os mesmo R$ 600.000,00 que ele ganhou na ação trabalhista, destinando todo valor para projetos de formação educacional para jovens de Xerém!
Alguém precisa fazer a DEFESA INSTITUCIONAL e consequentemente, defender o maior patrimônio do clube, nós torcedores!
Sou apaixonado. No próximo jogo estarei torcendo e acreditando muito em classificação direta para Libertadores, mas já prometi pra mim mesmo que meu orgasmo só acontecerá com pleno prazer e isso só irá acontecer se meu FFC voltar a ser o gigante de sempre, fora do campo. Do contrário, iremos comemorar batalhas, mas nunca a Guerra!
Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

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