Um pouco de História Tricolor. “O eterno Gílson gênio” Opinião Eduardo Coelho

NUNCA FOI SÓ FUTEBOL!
Amizade, afeto, amor, carinho, solidariedade e gratidão, são algumas coisas que considero que estão acima de muitas outras. Na manhã de 26 de janeiro de 2017, tive o grande prazer de encontrar-me com “Gílson Gênio”. Ninguém recebe o apelido de “Gênio” sem grandes serviços prestados. Gílson jogava muita bola! Era muito driblador! Surgiu no Fluminense nos tempos da Máquina do Dr°. Horta.
Encontrei o Gílson na Inca (Instituto Nacional do Câncer), na Praça Cruz Vermelha, no Centro do Rio. Gílson estava se recuperando e dando sequência ao seu tratamento de saúde. Então, fiz questão de dar pessoalmente meu abraço, apoio e solidariedade ao Gílson. Mas, também ofereci de presente ao Gílson uma foto sua publicada na Revista do Fluminense de nov/dez de 1977. Ao receber a foto, todo feliz e sorridente, Gílson me disse: “Eu tinha 18 anos!”
Mas, na manhã de 28 de maio de 2017, há quatro anos, eu recebia com tristeza a notícia do falecimento do nosso querido “GÍLSON GÊNIO”. Gílson foi um grande artista da bola! Dignificou o futebol brasileiro e o nosso querido Fluminense F. C. Tive uma alegria imensa em dar um afetuoso abraço no Gílson quando nos encontramos.
Gílson foi um “grande guerreiro” e enfrentou seu problema de saúde com a força de um gigante. A sua fibra será sempre um exemplo para todos nós. Deixo aqui o meu carinho para seus familiares, amigos e admiradores.

OeternoGílsonGênio

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