Zé Paulo Sierra celebra regravação de hino do Flu: “Sonho realizado”

No pré-jogo de São Paulo x Fluminense, confronto que terminou em 0 a 0, sábado, no Morumbi, o Boteco Brahma Tricolor apresentou como convidado o sambista Zé Paulo Sierra. Acompanhado por Robertinho no cavaco, o músico abriu a transmissão da FluTV para a estreia da equipe no Campeonato Brasileiro com uma sequência de músicas das arquibancadas tricolores.

Em seguida, o artista divulgou o clipe da regravação do hino do clube, fruto de uma ideia que nasceu em uma de suas três participações no programa. A canção é interpretada ainda por MC Gorila, Toni Platão e Xamã.

“Na minha primeira vez no Boteco, eu cantei o hino à capela e senti uma emoção incrível. Aquilo não saiu da minha cabeça. Queria fazer algo que ficasse para o clube. Tive a ideia, junto com o Dhaniel (Cohen), de chamar cantores da atualidade para fazer o hino de uma forma um pouco mais moderna”, diz.

“Mantivemos a pegada do Lamartine, de samba. Começamos com Xamã e eu no samba. Aí vem o Gorila com um hip-hop, rap, meio funk. E o Toni dá o rock and roll. Finalizamos com uma escola de samba para evidenciar que é algo popular. O hino é do torcedor. O clube tem o privilégio de ter um hino lindo. Eu gostei do resultado. O projeto fica para o Fluminense. É um sonho realizado”, completa.

O clipe que exibe a música é introduzido pelo centroavante Fred, que só recebeu elogios de Zé Paulo Sierra. “Hoje, as crianças têm um ídolo atuante. O vídeo que ele postou nas redes sociais é sensacional. Emociona um cara de 45 anos. Imagina uma criança? Você vê o quanto ele se dedica ao clube. Está bem treinado, com o físico em dia. Está mais maduro. É a evolução do ser humano, mesmo. Acho que é o melhor momento da vida dele. O carinho pelo clube é surreal. Não o conheço pessoalmente, mas é como se fosse da família”.

Ao expressar a emoção em comandar o projeto, o músico destacou sua paixão pelas cores verde, branco e grená. “É indescritível. Me lembra o meu pai. Para mim, o Fluminense é inexplicável. É por isso que nós somos a história. É por isso que eles não entendem o porquê de tanto amor. Eles jamais entenderão. A verdade é essa”.

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