Duílio vê Nino entre os melhores zagueiros do Brasil.

Ex-jogador participa pela segunda vez do Boteco Brahma Tricolor e acompanha triunfo do Tricolor sobre o Bragantino

Na quarta-feira, o Fluminense venceu por 2 a 0 o Red Bull Bragantino, no Maracanã, pelo confronto de ida da 3ª fase da Copa do Brasil. Duílio compareceu ao Boteco Brahma Tricolor pela segunda vez e ainda assinou a bola dada ao comentarista Phill como prêmio pelo acerto na aposta do placar. Durante a live, o ex-jogador elogiou a dupla de zaga composta por Nino, representante do clube na Seleção Brasileira Olímpica, e Luccas Claro.




“Nino é um dos melhores zagueiros do Brasil. É de encher os olhos vê-lo jogar. Tem uma atitude positiva na partida. É raro ter zagueiros que saiam carregando a bola, fazendo a equipe jogar. Ele está numa forma excelente. Os zagueiros do Fluminense se posicionam bem. É claro que se toma gol. Ninguém é infalível. Mas eu penso que o Nino se destaca na nossa zaga”, disse.


“O zagueiro só se torna grande quando o outro o completa. Luccas Claro é um grande jogador e cresceu no Fluminense. O torcedor gosta que o jogador sue, honre a camisa. E ele é assim. Estamos bem servidos de zagueiros”, completou.


Com três competições em andamento, o convidado do programa da FluTV reforçou a importância de “virar a chave” a cada compromisso. Por outro lado, questionou a maratona de jogos enfrentada pela equipe.

“O jogador tem que estar preparado. Ele não pode pensar no passado. Tem que pensar sempre no presente e no futuro. É para isso que ele treina. Esperamos que o Fluminense dê conta, porque tem um grande elenco. Jogamos Copa do Brasil, Libertadores e Brasileiro. O jogador precisa ser o super-homem”.

O ídolo contou como vê o reflexo do bom momento vivido pelo Time de Guerreiros em campo no comportamento dos torcedores. “Houve o resgate daqueles tricolores que estavam para baixo. Eu vejo nas ruas as pessoas com a nossa camisa. As três cores que traduzem tradição brilham onde quer que seja”, destacou.

“Que a torcida nunca deixe de acreditar no Fluminense. O clube vive no nosso coração. Uma vez, perguntaram se eu torcia para o Fluminense. Eu amo o Fluminense, é a minha segunda casa. É diferente de torcer. Todo mundo que jogou aqui, leva o Fluminense no coração. Eu, principalmente, por ter sido campeão. O clube é um dos maiores do Brasil e, talvez, do mundo”, concluiu.

Campeão brasileiro em 1984 e bi carioca em 1983 e 1984, Duílio virou um dos responsáveis pelo trabalho desenvolvido nas categorias de base tricolores, em Xerém. De acordo com ele, há a expectativa pela revelação de grandes atletas.

“Tem meninos ali que terão um belo futuro vestindo a camisa do Fluminense. Lá nós dizemos que, se fizermos grandes homens, teremos grandes jogadores. Todo mundo é acarinhado, se sente bem. É um local bom de se trabalhar. É um prazer trabalhar em Xerém. Vou para lá com a maior alegria e saio satisfeito. Porque lá nós crescemos. Os treinadores são especiais, de alto nível. É por isso que o Fluminense consegue vários títulos desde a base”.


Fred marcou um dos gols que deram ao Flu o triunfo sobre os paulistas. Duílio elegeu o centroavante o “alicerce” do grupo e rasgou elogios ao camisa 9.


“Temos um capitão que, na minha opinião, é o nosso alicerce. Fred, hoje, é o Fluminense. Todo mundo sabe que a identificação não é por acaso. Temos um grande jogador e uma equipe capaz de coisas incríveis. Só nos resta torcer e acreditar. Não é achar que não vai dar certo. O clube é capaz de proezas incríveis”, frisou.


“Fred é um grande jogador, uma figura fantástica. Acho que ele é um dos grandes motivos de o Fluminense se encontrar onde está hoje”.

Texto: Flu-Memória
Foto: Reprodução FluTV

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