Ramon cria de Xerém, primo de Marcelo, busca espaço no Japão. Flu ainda tem parte de seus direitos. Veja!

Imagem: Masashi Hara/Getty Images

Cria da base do Fluminense, o atacante Ramon busca ainda mais espaço no futebol japonês. Com uma relação quase familiar com o lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, da Espanha.

Em 2018, o Tricolor chegou a alinhar o empréstimo do atleta, com opção de compra, à equipe B do Real Madrid, da Espanha. À época, porém, ele não foi aprovado nos exames médicos devido a questões relacionadas ao joelho esquerdo, onde havia passado por cirurgia dois anos antes.

Não conseguiu se firmar no grupo principal. Primeiramente, foi emprestado ao CSA e, depois, foi para o Ryukyu, onde atua até os dias de hoje. Ele admite que almejava que relação com o Tricolor pudesse ter rumos diferentes, mas garante não ter mágoas. Disse:

“Cheguei tinha 5, 6 anos, ainda muito novo. Foram momentos incríveis nesta minha relação com o Fluminense. Tenho um carinho enorme pela instituição. Foi aonde eu cresci, aprendi muita coisa. Se eu sou quem sou hoje, como homem, agradeço ao clube” completou

” Pela minha história no clube, desde 6 anos lá, gostaria. Na minha trajetória na base, passei pela seleção em todas categorias, mas, infelizmente, não foi como eu esperava. Mas não tenho mágoas, não. Fiquei chateado, mas são coisas do futebol. Eu aprendi”,

O clube das Laranjeiras, inclusive, tem 40% dos direitos econômicos do jogador. Em 2015, ainda no sub-17, realizou treinamentos com o elenco profissional e pôde estar lado a lado com Ronaldinho Gaúcho.

” Foi um momento único, inexplicável! Ele é meu ídolo e me recebeu com maior carinho, já me chamou para ficar no time dele (risos). Me zoava muito. Foi um momento muito bom na minha vida como jogador”, lembrou.

relação com Marcelo primo

Ramon tem relação quase familiar com um outro jogador , o lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, da Espanha. A amizade entre as família, fez com que eles criassem um laço forte, quase que de primos, como chegam a se chamar.

“Primo porque, desde sempre, ele me chamou de primo. Os nossos pais são muitos amigos desde da adolescência, meu pai viu Marcelo bebê, e Marcelo me viu bebê também. Nos consideramos uma família. Ele me chama de primo e chamo ele assim também. É assim, sempre fomos primos (risos). Nossa relação é muito boa. Até antes de eu vir para o Japão, nos falávamos mais vezes. Hoje nos falamos menos, mas o carinho é o mesmo. Tenho ele como meu ídolo, ele é fenômeno dentro e fora de campo. Sou muito grato a Deus pela nossa amizade”, contou.

Fonte UOL .

fotos arquivo pessoal do Jogador

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