João Garcez fala sobre o momento do Flu: “Sempre acho que vai vingar”

Jornalista acerta placar de jogo contra o Sport, elogia elenco de Roger Machado e analisa campanha na Libertadores

No sábado, o Fluminense visitou a Ilha do Retiro e, de virada, venceu o Sport, por 2 a 1, em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Presente no Boteco Brahma Tricolor, o jornalista João Marcelo Garcez acertou a aposta do placar e, de brinde, ganhou uma almofada do mascote do clube, o Guerreirinho.

De olho no duelo de ida das oitavas de final da Libertadores, contra o Cerro Porteño, o Time de Guerreiros enfrentou o Leão com uma equipe formada em sua maioria por reservas. “Temos um bom elenco, de modo que podemos contar com Kayky, Muriel, Abel Hernández… São reservas de luxo, que podem entrar e fazer a diferença”, opinou.

O convidado do programa lamentou o longo intervalo entre o fim da fase de grupos e o início do mata-mata, mas se mostrou otimista com a campanha do Tricolor na competição. “Se o jogo (contra o Cerro) fosse na semana seguinte à vitória contra o River, seria melhor para nós. Estávamos em boa fase. Mas eu sou sempre confiante. As pessoas têm até raiva de mim, porque eu sempre acho que o Fluminense vai vingar. Estou esperançoso”.

Ao destacar a convocação de Nino pela Seleção Brasileira para as Olimpíadas de Tóquio, a atração da FluTV discutiu sobre o provável substituto, Manoel. “Achei que ele não estivesse fisicamente bem, mas entrou e deu conta. Fiquei mais confiante e tranquilo depois de suas recentes atuações. Embora o Nino seja craque e, inegavelmente, faça falta, estamos bem servidos”, avaliou João Garcez, que prosseguiu: “O trabalho de Roger Machado é intensamente cobrado, mas é recente. Tem pouco mais de três meses. É jogo em cima de jogo. É cedo para avaliar”.

Dono de um dos primeiros blogs tricolores, o “Terno e Gravatinha”, João Marcelo Garcez alertou sobre o valor da credibilidade. “É importante que o torcedor saiba filtrar para ter um canal em que ele confie e encontre a verdade. Eu, particularmente, sou seletivo na minha leitura. Até porque o tempo é exíguo. É importante que o jornalista tenha rosto, para que eu saiba quem é que escreve a matéria, se é confiável, se apurou… Não é que só as mídias tradicionais sejam boas. É importante que o jornalista ou a pessoa que escreve o texto tenha rosto e credibilidade, para que se confie naquilo. Você quer se informar e saber o que está acontecendo, mas que seja factível. Para construir a credibilidade, leva tempo. Mas, para desconstruir, em um segundo, ela desmorona”.

Foto: Reprodução/FluTV

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