“A gente tem que saber colocar nossa opinião para o chefe”, James Freitas explica parceria e detalha montagem tática do Fluminense

Auxílio de Roger e seus “olhos na arquibancada”, James foi técnico nas categorias de base por quase duas décadas até desbravar o profissional a partir de 2015.

Aos 52 anos e em sua primeira experiência no futebol carioca, James faz parte da comissão técnica trazida por Roger, que tem ainda o auxiliar Roberto Ribas e o analista de desempenho Jussan Anjolin Lara. Em entrevista ao GE, falou sobre sua parceria com o técnico tricolor:

-Tem alguns momentos que os assuntos são colocados em pauta, logicamente que nosso trabalho como comissão técnica é muitas vezes dar nossa opinião, e nem sempre a opinião é a mesma do treinador. A gente algumas vezes diverge, é natural dentro do processo, somos pessoas diferentes, faz parte do contexto.

– A gente tem que saber colocar nossa opinião para o chefe. Na realidade, a opinião que vai prevalecer sempre é a do treinador, ele é a cabeça pensante, é com ele que está praticamente a responsabilidade do trabalho. Nós somos o suporte, entender os contextos e momentos. Algumas vezes, mesmo a gente com uma opinião distinta, é o momento para gerar segurança para todo mundo. E para a equipe também é importante a concordância com o professor para que o trabalho tenha um bom andamento.

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