” E o seu povo” Opinião Rodrigo Amaral

Queridos irmãos e irmãs, GUERREIROS das três cores, a Guerra do Paraguai não terminou, teremos mais uma batalha nesta Terça, o Cerro vem de uma sequencia de quatro jogos de invencibilidade, 0x0 com o Deportivo Luqueño, 1×1 com o Libertad, 2×0 no Club Dr. Benjamin Aceval e 0x0 com o River Plate de Assuncion, temos uma boa vantagem, 2×0 no jogo de ida gols de Nenê e Egídio, esse segundo tão contestado, marcou seu primeiro gol pelo Flu e fez uma grande partida, mas como já é de costume quase estragou tudo num pênalti não marcado pelo VAR, no que pese

o Cerro levar poucos gols, ele também faz poucos e com isso nossa vantagem nos dá um certo conforto, mas o time do Roger não pode atrair o adversário para o nosso campo, temos que nos impor em nossa casa.
Por falar em Egidio, ele foi um dos principais alvos do protesto do nosso povo, não por não saber cruzar, mas sim por saber entregar, parece até que trabalha de bike no aplicativo, entrega em qualquer lugar, o protesto teve grande repercussão, poderíamos até fazer uma grande análise sobre o ocorrido, mas prefiro falar de forma geral, afinal se os profissionais que

trabalham no Fluminense não querem sentir pressão, que procurem outro clube. O FLUMINENSE não sobrevive de passado, ele vive de fazer história a cada instante, se você andar pela sede da rua Álvaro Chaves, você tropeça nas glórias conquistadas por este clube, e todos têm que entender isso. Críticas , protestos e diálogos, sem violência ou depredação do patrimônio são muito bem vindos, afinal temos um POVO que anseia por Vitória e Glórias, refletimos nossos sentimentos em cima desse time e não podemos ter uma postura covarde, ganhar e perder faz parte

do esporte, mas covardia não, entendemos que estratégias podem e devem ser feitas em diversas situações, mas não aguentamos mais escutar nas coletivas a palavra SOFRER, em diversas conjugações, queremos vencer com menos sofrimento, ou ainda, não ficaremos tão revoltados com derrotas inesperadas depois de apresentar um futebol vistoso.
Neste periodo de pandemia, onde o público está proibido de frequentar o lugar mais popular do futebol, as arquibancadas, travamos uma guerra de festas sem publico, mas com gente e sentimento através dos mosaicos e ornamentaçôes das

“bancada” e as logisticas têm sido feitas com maestria por todas as organizadas que nos representam, mas nossa diretoria, depois de cometer atos ditatoriais proibindo algumas faixas em jogos passados, novamente age de forma que lhe parece mais facil e confortavel e com isso esquece de seu POVO, ignora-o. Após um protesto lícito, afinal amigo leitor você se sentiu representado ou não por aqueles que estavam na porta do CT? Aconteceu um desentendimento entre componentes de duas organizadas na logística do jogo contra o Criciúma e o que nossa diretoria

faz? Pune seu POVO, mas não é a diretoria que diz que seu POVO através do programa de sócio pode ser o maior patrocínio do Fluminense? Ora amigos, organizar é não ficar parado, é ter atitude e pensar no bem comum, direcionado para o desenvolvimento da organização, hoje vivemos num grande “Big Brother”, com câmeras em todos os lugares, com isso fica facil punir os envolvidos, mas para isso tem que querer, tem que ser proativo, não ter essa atitude investigativa é dar uma banana para o nosso POVO e falar nas entrelinhas que não se importam com ele, afinal ja não temos público

e por atitude de 4 ou 5 pessoas ficamos sem mosaico, sem representatividade no lugar mais popular do estádio. NIGUEM PODE SER MAIOR QUE O FLUMINENSE e o FLUMINENSE É OU NÃO SUA TORCIDA? Não vou entrar no mérito do porquê houve a discussão, mas incrivelmente ela ocorre após um protesto e com isso entre notas oficiais e acusações vem a tona situações que não eram faladas anteriormente, o que se justifica? Assumam os erros e pensem no Fluminense e no sei POVO.
Como sempre digo, na boa malandragem, de um bom papo ninguém escapa, nos entendemos e

caminhamos juntos, bastar não ter medo de conversar e aceitar o argumento alheio, ou pelo menos escuta-lo, ter humildade e saber reconhecer virtude no alheio.
Que Venha o Cerro!

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