Luiz Henrique completa um ano no profissional. Veja entrevista completa.

Luiz Henrique completa nesta quinta, um ano como profissional do Fluminense e o palco do primeiro aniversário será o mesmo da estreia: o Maracanã. Se há 365 dias, o desafio foi contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, desta vez, será diante do Barcelona de Guayaquil, pelas quartas de final da Libertadores. Desafio à altura de quem, mesmo jovem, já se diz mais maduro:

– De um ano para cá, mudou muita coisa, amadureci muito, tenho uma mente mais avançada, mais experiente. Fico feliz de estar jogando pelo profissional no Fluminense e atingir essa marca muito boa de um ano. É continuar trabalhando para ter mais marcas como essa – disse em bate-papo com o ge.

– Me enxergo (no futuro) um jogador realizado, com boa saúde e boa cabeça para manter o foco. Quero estar igual ao Nenê, com 40 anos, jogando futebol (…) A gente brinca muito, chama de velhinho, de vovô. Ele fica louco (risos), mas é brincadeira, e ele gosta muito da resenha também. O Nenê ensina muito e passa muita confiança para nós, sempre fala para gente fazer o que a sabe fazer, o que sabe jogar.

Você já trabalhou com Odair, Marcão e, agora, com o Roger. Os três são muito diferentes? Como foi/é trabalhar com cada um deles?

– Cada treinador tem um tipo de jogo, mas sempre dou o meu melhor. Seja qual treinador for, sempre estou dando o meu melhor, sempre tentando jogar, fazer o que eu sei fazer. Fico muito feliz de estar com o Roger agora, ele me passou muitas coisas boas, falou muito comigo, estou bastante adaptado.

Um ano de profissional e, por conta da pandemia, ainda não jogou com torcida no estádio. Sonha com esse momento?

– No meu começo, foi bom não jogar com torcida para me adaptar aos jogos. Mas agora, se Deus quiser, vai voltar o público. Vai ser muito bom, a torcida gritando meu nome, me apoiando, falando para eu jogar, dar o meu melhor.

Ano passado, você foi convocado para a seleção brasileira sub-20, e havia expectativa de estar na lista do Sul-Americano da categoria, que acabou não acontecendo. Quais são seus planos com a Seleção?

– Eu queria muito jogar o Sul-Americana Sub-20, mas teve essa pandemia… Quando tudo passar, espero que tenha um Sul-Americano Sub-20 ou Sub-23. E, primeiro, é sempre dar o meu melhor no Fluminense e aí “pegar” uma seleção brasileira.

Você já conhecia muitos atletas dos tempos da base. Como eles ajudaram no seu início de profissional? E quem do grupo você tem mais proximidade hoje em dia?

– Eles me ajudaram muito. O Martinelli, o Calegari… Me ajudaram também dentro de campo para me soltar, fazer o que sei fazer. Agora, já estou tranquilo, até para entrar dentro de campo eu já fico mais tranquilo.

– O Gabriel Teixeira, faço parceria de quarto com ele quando tem jogo. É meu parceiro, o mais chegado, que eu mais converso. Jogar com gente que eu já conheço, que eu já jogava na base, fica mais tranquilo dentro de campo também.

Você vai completar um ano logo em dia de Libertadores. Como tem sido disputar o torneio pela primeira vez?

– Libertadores é um campeonato muito difícil, nós sabemos a dificuldade da competição, mas o time está trabalhando muito, dando o máximo na Libertadores. Se Deus quiser, vamos chegar até a final, ser campeões e trazer essa taça para o Fluminense, que merece muito.

foto Mailson Santana Flick Fluminense Football Club

Fonte Globo esporte

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