“Despedidas” Opinião por Antonio Gonzalez

Toda despedida tem 3 faces: a do até amanhã, a do até qualquer dia (que ocorre nas viagens de turismo) e a de mudança de ritmo (fim de relações, afetivas ou não) com início de novos ciclos.

A nossa vida é assim: idas, vindas, partidas, lenços chorosos, risos raivosos, promessas e repromessas, lutas, brigas, cair, levantar e voltar a cair.

Hoje, despeço-me sem despedida… talvez sem até breve…

A minha realidade está cansada, o que mais me irrita é a falta de identidade que traz consigo ausências de compromissos.

Que Fluminense é isso que se apresenta pelos gramados desse Brasil afora?

Obviamente não é o clube que aprendi a amar: vitorioso, campeão, invejado, de caráter ilibado.

Dirão os new experts em Fluminensismo que o mundo dos dias de hoje é diferente ao que se viveu no século XX, que a dinâmica é outra, etc…

Também comentarão os pseudos influenciadores de plantão e de Platão, que a torcida tem que apoiar, não pode vaiar, só elogiar e, de preferência, enaltecer à mediocridade.

Existem presentes que chegam em forma de vitórias mentirosas, da mesma forma que derrotas, verdadeiras, demonstram o quão feia é a realidade que se varre para debaixo do tapete.

É muita mentira junta.

Entretanto tem gente batendo palmas… graciosamente como bobalhões úteis ou remunerados como corja rastejante.

Reflitam.

Que seja rápido porque o tempo não gosta de parar, tampouco espera.

Por que somos Fluminense?

Por que escolhemos ser Fluminense?

No meu caso faz-se necessária profunda reflexão: até quando valerá a pena?

Tempos sombrios diante de uma oposição sem (com raras exceções) coragem, também refém de vaidades, impessoal e de amiguetes descompromissados.

Dizem que o problema sou eu.

E se é esse o problema… uma caixa de Kleenex por favor!

No meu humilde caso… LOADING.

Antonio Gonzalez

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