“O Dossiê de Odessa” – Opinião José Florêncio K, The Second (pseudônimo de André Ferreira de Barros)

“O Dossiê de Odessa”

À primeira vista, referir-me-ia ao frenético filme dirigido por Ronald Neame (1974) sobre um repórter que, em 1963, por obra do acaso, se depara com “Odessa”, uma sociedade secreta que aninhava ex oficiais da SS.

Não, meus caros, o aludido dossiê é muito mais explosivo. Sugiro, até, um nome para ele: “Dossiê Barros – O incorrigível punheteiro”.

Aos fatos.

Há cerca de um ano, um FILHO DA PUTA me encaminhou, anonimamente – como sói ocorrer com os covardes –, via zap, um suposto dossiê contra o meu amigo Marcelo Jorand, ácido crítico da gestão Mário Bittencourt. Como não sou dado a “leva e traz”, não li aquela merda, muito menos a repassei. Mais, só em 24/12/2021 levei o fato ao conhecimento do ilustre influencer tricolor, que é igual à massa de bolo: quanto mais apanha, mais cresce.

Aliás, só perturbei o Natal do Marcelo Jorand porque um FILHO DA PUTA – que pode ser ou não o mesmo de um ano atrás – me ligara, em 23/12/2021, de um número desconhecido, ameaçando-me com a publicação de um dossiê contra mim. Não sem antes decantar seu (falso) amor pelo Fluminense. Cara de pau!

Ajudá-lo-ei na elaboração do dossiê, filho da puta!

Em 1978, eu “matava” aulas de catecismo para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Falava para a impoluta D. Maria Elisa que estava passando mal. Ela, sempre atenciosa e despida de maldade, me liberava da aula. ERA MENTIRA MINHA! Como já me confessei perante o padre, isso talvez não tenha nenhuma serventia. Ou tenha, sei lá….

Em 1979, fiz uma das maiores sacanagens da minha vida. Escondi a apostila da Maria Isabel e disse que foi o Alberto. Putaria das grandes. Nunca falei a verdade sobre isso! Eis um ponto que pode ser explorado pelos sacripantas confeccionadores de dossiê.

Em 1981, catei um punhado de grilos e coloquei na mochila da Cristina. Fi-lo, pois ela me mandava calar a boca rude e constantemente, a pretexto de “… prestar atenção na aula…”. Quer saber? Não me arrependo!

Em 1983, espalhei, no colégio inteiro, que comera a Iracema. Mentira! Sequer dei-lhe um beijo. Invenção para aparecer.

Em 1984, “homenageei” a Elaine diversas vezes no chuveiro. Aliás – e isso vai me dar uma grande confusão – mesmo casado, até hoje mando uma no banheiro.

De 1985 a 1989, cursei Engenharia na UFRJ. COLEI PRA CARALHO!!!

Pensemos em algo mais recente… faço Mestrado na FGV. Quando a aula está muito chata, acesso o xhamster.com na segunda tela, com um olho no gato e outro na sardinha.

A isso se somam pecadilhos mil.

ZERO desvio de dinheiro público ou de terceiros.

Pois bem, FILHO DA PUTA, publique, imediatamente, o tal dossiê ou enfie-o no rabo. Desconfio que você preferirá a segunda opção.

José Florêncio K, The Second[1]

Em tempo: Sr. Mário Bittencourt, o senhor é inteligente demais para fazer uma burrice como a aqui descrita. Mas os idiotas que o apoiam, não. Lembro-lhe, então, da tal “Teoria do Domínio do Fato”, segundo a qual a responsabilidade penal alcança escalões superiores da instituição a despeito de a execução ser levada a cabo por um zé-ninguém.

O texto é de responsabilidade do autor.


[1] “José Florêncio K, The Second” é pseudônimo de André Ferreira de Barros.

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