“Ademar 2022” – Opinião de André Ferreira de Barros (Colunista)

Ademar Arrais – Candidato a Presidente do Fluminense FC.

“Ademar 2022”

Em primeiro lugar, por honestidade intelectual, destaco a pluralidade política característica do “Flunews”. A um só tempo, abriga colunistas dos mais diversos matizes e, enquanto portal, não apoia este ou aquele candidato à Presidência do Fluminense F.C

Por outro lado, também é digna de destaque a tradição dos grandes jornais norte-americanos de franquearem a seus colunistas a oportunidade de declarar as suas preferências político-eleitorais.

É o que faço aqui neste espaço, que me foi generosamente ofertado pelo “Flunews”!

De cara, explicito o meu ponto de observação da matéria: por mais que o passado recente e o presente nos condenem, não consigo me desapegar de um Fluminense íntegro, gigante e vencedor. Sobrevivem vívidas em minha mente imagens mil, por mais que sacripantas operem contra isso.

Não por acaso, principiei o rol pela integridade – mãe de todos os atributos indispensáveis a um bom gestor de coisa alheia -, que, de há muito, anda em falta nas Laranjeiras. Contratos e contatos nebulosos passaram a fazer parte do nosso dia a dia, transformando o Fluminense F.C no paraíso de empresários – no mais das vezes picaretas – e no inferno de seus apaixonados torcedores. Sendo mais incisivo, os conchavos, os disse que disse e os cofres-fortes passaram a ser parte integrante do embaçado cotidiano tricolor, aproximando-o, ao menos numa primeira mirada, a uma ORCRIM. A competente retórica de um certo janota dá ares de normalidade à escuridão. E, lembra-nos o Chief Justice Louis Brandeis, a luz do sol é o melhor detergente.

Prosseguindo, estamos caminhando para o décimo ano sem títulos relevantes no futebol profissional. Se, em 1995, isso causava grandes comoção e furor, hoje grita um silêncio sepulcral nas Laranjeiras. Desafortunadamente, na atualidade, somos um clube situado na terceira – ou na quarta – prateleira do futebol brasileiro. E isso passa impercebido para a legião de alienadas marionetes. A propósito, principal – mas não o único – desditoso subproduto dessa mediocridade é o Sr. Mário Bittencourt, um rematado oportunista que pensa, somente, em si e no seu inapetente entorno. Aliás, o termo “inapetente” deve ser bem contextualizado. Refiro-me, estritamente, à ambição por títulos relevantes no futebol profissional.

Continuando, com raríssimas exceções, de Gil Carneiro de Mendonça a Mário Bittencourt, imperou, nas Laranjeiras, a máxima de Pierre de Frédy – o Barão de Coubertin, então Presidente do Comitê Olímpico Internacional: “… o importante é competir…”. Decerto, o francês só falou isso porque não tinha vizinhos “molambos” que berram como se fosse o fim do mundo. Aliás, o Sr. Mário Bittencourt deve morar numa ilha, pois tais gritos não parecem incomodá-lo.

Com as vênias de estilo ao francês, sigo os ideais da “… maior Força-Flu de todos os tempos…”: temos que ganhar, porra! E tome paralelepípedo. Heróis anônimos, defensores da vergonha tricolor. R.I.P (para um deles).

Ao pensar em Francisco Horta, em Manoel Schwartz, em Antônio de Castro Gil, em Rafael de Almeida Magalhães, em Newton Graúna e em outros grandes dirigentes de nossa História, ressai a pequenez, a insignificância, a indigência – moral e intelectual – do Sr. Mário Bittencourt, cuja aparição no Fluminense equiparo a uma praga bíblica que necessita de urgente esconjuração.

Pôr fim nisso é preciso! O Fluminense não resistirá a mais um triênio nas mãos de Mário et caterva.

E a esconjuração do mal está logo ali, mora ao nosso lado, integra o nosso grupo de zap: Ademar Arrais.

Homem de fala mansa, mas firme. Ademar Arrais assumiu, sem mais, a sua candidatura à presidência, enquanto o “favorito da galera”, o respeitável Sr. Pedro Antônio, não diz se casará ou se comprará a bicicleta.

Não sou idiota! Sei quando a pessoa é “… do bem…”.

ADEMAR ARRAIS É DO BEM!

Da boca de Ademar Arrais, jorra credibilidade; de sua cabeça, brotam boas ideias – nada mirabolante, tudo factível.

Descartem a contratação do Messi.

Esperam times fortes, dignos de nossa tradição.

Enfim, da equilibrada conduta de Ademar Arrais, transborda integridade.

Do outro lado, sombras e retórica vazia. Infelizmente, existem otários no mundo. Com direito a voto…

De mais a mais, as palavras de Ademar Arrais são impregnadas de amor ao tricolor.

As derrotas malferem a sua alma, como castigam a nossa.

Ademar Arrais sente o que o tricolor-raiz sente – inclusive a repulsa pelos repulsivos e os seus atos repulsivos, com o perdão do pleonasmo.

Desfechando:

EU QUERO UM FLUMINENSE PASSADO A LIMPO!

EU QUERO UM PRESIDENTE RESPONSIVO ÀS COBRANÇAS DA TORCIDA TRICOLOR!

EU QUERO VOLTAR A IMPERAR NOS CLÁSSICOS ESTADUAIS!

EU QUERO VOLTAR A SER MULTICAMPEÃO!

EU QUERO VOLTAR A SER ODIADO PELAS TORCIDAS ADVERSÁRIAS DEVIDO À FORÇA DE MEU TIME!

EU QUERO ENTOAR “SORRIA…”, EMUDECENDO AS TORCIDAS ADVERSÁRIAS!

EU QUERO MÁRIO ET CATERVA LONGE DAS LARANJEIRAS – SEM PREJUÍZO DE UMA ESPÉCIE DE TOMADA DE CONTAS ESPECIAL.

COMO O PRANTEADO MANOEL SCHWARTZ DISSE CERTA FEITA, “EU QUERO O MEU VERDADEIRO FLUMINENSE DE VOLTA”.

POR ISSO TUDO – E MUITO, MUITO, MAIS – EU APOIO ADEMAR ARRAIS À PRESIDÊNCIA DO FLUMINENSE EM 2022!

André Ferreira de Barros.

O texto é de responsabilidade do autor.

PS.: O Canal Flunews dá total liberdade para que seus Colunistas expressem e publiquem suas opiniões.

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