Unidos por um Fluminense forte – de Ayrton Senna à Simone de Beauvoir – Opinião Antonio Gonzalez

Unidos por um Fluminense forte – de Ayrton Senna à Simone de Beauvoir  (por Antonio Gonzalez)

Feliz 2022 multiplicado 365 vezes!

Ano novo… vida nova?  Queremos realmente mudar ou, reiteradamente, seremos reféns da ambiguidade de palavras que voam sem asa delta?

Prefiro valer-me das frases de gênios  genealidades. Simples assim.


Para começar a temporada recordo o pensamento do ÚNICO Ayrton Senna do Brasil:
 
“O segundo nada mais é que o primeiro dos perdedores“.


Concordo integralmente, é o nosso DNA, tem que ser assim. Não dá para negociar sentimento. Sou cria do “1, 2, 3… campeão mais uma vez!”.


Já Simone de Beauvoir abalizou:

“Todas as vitórias ocultam uma abdicação.”.  CAMINHAR PARA A FRENTE é o verbo. Assim confirmam as palavras de Napoleão Bonaparte:

A vitória é daqueles que mais perseveram.”.


Que Fluminense vemos? Que Fluminense queremos?

Sem milongas, nem pero que si, nem pero que no.

Cristalino!

Somos um clube que significa um somatório de raças, de culturas, de opções sexuais, de credos – religiosos e de política nacional. Tudo isso regado à muita história.  Essa é uma nova forma de definir o tamanho dessa grandiosidade universal que se chama Fluminense Football Club.


“A verdade consegue impor-se apenas na medida em que nós a impomos; a vitória da razão só pode ser a vitória daqueles que a possuem.” —  Bertolt Brecht.


Não dá para dar espaço, os verdadeiros e reais inimigos pertencem aos extra-muros das Laranjeiras.  Ou o Professor de História do Fluminense ainda não ensinou a vocês que a TORCIDA ARCO-ÍRIS nasceu em 1976 quando jogamos contra o Corinthians debaixo de inigualável temporal? Que tal falarmos de dezenas de milhares de flamenguistas, botafoguenses, vascaínos, americanos e banguenses…  Acreditem: tinha bandeira do Bangu (jurando pelas almas dos meus PAIS).


O ensaísta francês Joseph Jouber que em pleno século XVIII foi da revolução à desilusão revolucionária sentenciava: 

“O objetivo do argumento, ou da discussão, não deve ser vitória, mas progresso.”.


Já o bilbaíno Adolfo “Fito” Cabrales, band leader do “Fito & Fitipaldis canta “Puedo escribir y no disimular, es la ventaja de irse haciendo viejo, no tengo nada para impresionar, ni por fuera ni por dentro.”… Precisa de tradução?


Vou repetir:

Que Fluminense vemos? Que Fluminense queremos?


Mas com estratégia.  Plano diretor, por exemplo. Gestão e governança.  Planificar! Resgatar dívidas, negociando acordos.  Incrementando o poder da base. Criando dinheiro novo.


O Prêmio Nobel de Literatura (bem mais do que um político), o por 2 vezes primeiro-ministro britânico, Winston Churchill não foge da bola dividida:

“‘Qual é a nossa meta?’ Posso responder numa única palavra: ‘Vitória!’ Vitória a todo custo, vitória apesar de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que o caminho possa ser, pois sem vitória não há sobrevivência.”. 

DEFINITIVO. Matou no peito e saiu jogando tal qual o menino Edinho fazia na Máquina que era “covardia… Rivelino, Paulo César e companhia.


E falando de Máquina, um grande piloto, Ayrton Senna, também tricampeão…

“Vencer é o que importa. O resto é a consequência!”.


Mas não dá para propor que os outros se molhem, sem que eu me jogue de cabeça na piscina.

Vejo uma situação financeira muito complicada, ao mesmo tempo observo confiança no taco de quem dirige, ousando no carro chefe. O futebol, somos futebol club.


Apesar da previsível e fraca presença do Ronaldo França a seu lado, vejo na figura do Presidente Mario Bittencourt bastante ilusão. Inclusive presente na mesma cena também cantada por Fito em “Viene y va”:

“Que pena estar siempre pegado al suelo, el cielo queda demasiado lejos. Tendré que soñar que puedo volar.”.


Pois torço para que o Presidente Mario Bittencourt consiga voar! Muito alto!


Um dos papas do rock progressivo, vocalista, também, da banda Gênesis, de forma visionária na canção dedicada à memória de Stephen Bantu Biko foi um ativista anti-apartheid da África do Sul na década de 1960 e 1970 (líder estudantil, fundou o Movimento da Consciência Negra, que capacitava e mobilizava grande parte da população negra urbana – desde sua morte sob custódia da polícia, ele foi chamado de mártir de um movimento anti-apartheid), fala de passos de conscientização: 

“Você pode soprar uma vela… Mas não pode apagar a fogueira… Quando as chamas começam a aumentar…  O vento as torna ainda maiores.”.


Transparente! Esse tem que ser e vai ser o papel da nossa torcida: “Unidos por um forte!”… a frase do imenso tricolor e de imensa trajetória – Heitor D’Alincourt – é concludente.  Com esse espírito aquela Força Flu pisou forte de 1979 a 1985. Dispenso comentários de analfabetos idiotizados.


Em novembro próximo teremos eleições no clube.


E equivoca-se aquele que pense que vou levantar bandeiras de radicalismos, de sujeiradas, de punhaladas trapeiras… geralmente produzidas por comedores de esterco com etiqueta de preço.


Sim… Já falei e explico: parece 1997 no tocante ao número de contratações e a que havia muito dinheiro circulando.

Nada além disso.

Apenas um alerta pensando num outro modelo de contratações.

A escritora, filósofa, intelectual, ativista e professora e integrante do movimento existencialista francês Simone de Beauvoir foi considerada uma das maiores teóricas do feminismo moderno.  É dela esta sentença:

“É horrível assistir à agonia de uma esperança.”.


Portanto urge que não se brinque com sentimentos. A nossa torcida é apenas uma vibrante torcida cada vez mais distante da sua essência… a de amar em TODAS as formas e sentidos.


Em “Don’t you” a banda escocesa Simple Minds, na  voz de Jim Kerr alerta:

“Conte-me suas preocupações e dúvidas, entregando-me tudo, por dentro e por fora.
O amor é estranho, tão real no escuro.
Pense nas coisas ternas, com que estivemos ocupados.
A mudança lenta pode nos separar, quando a luz entrar dentro do seu coração, baby.”.

Nem precisa explicar o que não necessita.

Queremos time, queremos gritar é campeão!

Nada além disso.

E apesar de uma oposição com pouco poder de articulação, sem nenhum traquejo da arte de conversar, debater e propor… sou obrigado a recorrer ao novo rei do Youtube, desde Serra Talhada, capital do xaxado em Pernambuco, o neo-mestre Tiringa decreta como bom matuto:

“Coragem eu tenho, mas deixei em casa.”.


É mais fácil criticar o corajoso. Isso é feio! Por isso me querem distante.


É URGENTE UNIR O FLUMINENSE e isso só vai acontecer a partir do momento que a oposição, como um todo, se uma:

“Se você achar que eu estou derrotado… Saiba que ainda estão rolando os dados…  Porque o tempo, o tempo não para!”.

Cazuza… Tático e manhoso.

É tempo de reflexão.

Odiando não iremos a nenhum lugar.  Não pratico qualquer opção de politicagem.


Abel Braga tem o meu voto de confiança, vamos ver com o que ele nos surpreende, gratamente, mais uma vez.

Youtubers e donos de canais, pessoal do bem da mídia independente tricolor, que não passa pano,fez a sua parte.

Agora, É GUERRA!

E a volta de pole position só poderia ser dele, do Magic Senna:

“O importante em cada vitória foi a emoção.”.


Vou além… A verdadeira emoção é gritar É CAMPEÃO!

Antonio Gonzalez


Vou aproveitar para convidar a você leitor que conheça o meu trabalho junto ao Claudio Kote. “Fluminense eu sou!” é para todos nós tricolores

https://www.youtube.com/watch?v=QJbB2FA5fzo

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Obrigado

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