Fluminense chega a último destino de maratona de 9.000 km em seis jogos

A maratona de jogos na temporada do Brasil já costuma ser cansativa por si só pela grande quantidade de jogos concentrados em um pequeno espaço de tempo. No entanto, não é só a rotina de partidas às quartas e aos domingos que vem sendo intensa para o Fluminense. A equipe encara o Santos, nesta segunda, para finalizar uma série de seis jogos atuando longe do Maracanã que vão totalizar mais de 9.000 km percorridos.

A última vez que o Fluminense jogou no Maracanã foi há quase um mês, na despedida de Fred, que terminou com vitória da equipe sobre o Ceará por 2 a 1. De lá para cá, o time venceu o Cruzeiro no Mineirão, empatou com o São Paulo no Morumbi, venceu o Goiás em Goiânia, bateu o Bragantino em Volta Redonda e levou a melhor sobre o Fortaleza no Castelão. Os jogos contra a Raposa e o Leão foram pela Copa do Brasil, e o restante pelo Brasileirão.

Ter essa sequência de jogos é muito desgastante, às vezes as logísticas são extremamente desfavoráveis, porque as distâncias no Brasil são muito grandes”, disse Diniz após a vitória sobre o Fortaleza, na última quinta.

A partida contra o Bragantino até foi com o mando do Fluminense, mas a equipe precisou levar o jogo para o Estádio Raulio de Oliveira, em Volta Redonda, já que o Maracanã precisou ser fechado em julho. Laudos técnicos indicaram a necessidade da medida por 20 dias para “manter a excelência do campo na fase decisiva da temporada”, de acordo com a gestão do estádio.

Nas últimas seis partidas, o maior intervalo entre um jogo e outro foi no início da atual maratona, entre os duelos com Cruzeiro e São Paulo: foram cinco dias entre os dois confrontos. Apesar da alta intensidade, o Fluminense vem apresentando um baixo número de lesões. O zagueiro Nino chegou a elogiar, na última semana, o trabalho de fisiologia e preparação física do clube.

A gente em um calendário muito congestionado por diversas coisas que aconteceram nos últimos anos, temos muitas viagens no Brasileiro, um espaço muito curto de um tempo para outro. Tudo isso coopera para que lesões aconteçam, que os desgastes sejam maiores, mas eles têm nos ajudado muito e feito de tudo para que a gente esteja sempre em campo”, disse o zagueiro.

Fonte: ge

Foto: Divulgação Flu

Sobre o autor

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.