“DETALHE” É O NOME DO JOGO! , Opinião Rafael Ladewig

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Olá, Guerreiros!
Nós amamos esse “jogo”, nós romantizamos esse “espetáculo” e nós ficamos cegos para os “DETALHES” que transformaram esse esporte chamado futebol.
Na sua origem, Inglaterra/Escócia, o jogo era brutal. Portanto, a imposição física reinava em campo. Na sequência, alguns “gênios” compreenderam que também era necessário utilizar-se de “táticas”, eis que surge o “WM” e outros professores a reboque. Até que a “cintura mole” latina começa a impor arte na disputa e diante do maior aproveitamento do grande campo (105 x 68), encontra-se espaço para ser efetivo, tático, mas conduzindo o baile, vide Copa de 1970…
Mas convenhamos, em 50 anos alguém também olhará para nosso período atual observando “DETALHES” que apontam às mudanças de rumos, pois o atleta virou uma máquina fisicamente, mesmo tendo cada vez mais seu psicológico em colapso; os goleiros se transformaram em gigantes com envergadura e reflexo quase robótico; as táticas são desenhadas e lidas em software com assertividade incrível; a bola mais leve, com gramado mais curto transforma o jogo ainda mais rápido; e por fim, mais de dez câmeras vão acabando com o imponderável, com a malandragem e em alguns casos, até mesmo com a famosa “La mano de Dios”.
Olhando para nosso FLU, precisamos enaltecer a preparação física/fisiológica. Pouco rodamos o elenco e temos um índice de lesões baixíssimo, se comparado aos anos anteriores; o lado humano/psicológico transborda e isso evidencia a união de um grupo realmente focado no objetivo maior; temos uma espinha dorsal, começando por um magnífico goleiro, zagueiros sérios/técnicos, laterais que cumprem funções além do trivial, um meio campo que sabe o que fazer com a bola, um ataque fulminante, os moleques de Xerém, um banco que mantém sintonia sem vaidade com os que jogam e quando são chamados representam, mas acima de tudo temos um “gestor, professor, estrategista, técnico, psicólogo e sujeito homem” que conhece o peso da nossa armadura, nos honra e merece demais a glória!
Considerando o orgulho dos passos até aqui dados, chegamos ao famoso “DETALHE”:
Uma semifinal, em especial contra Paulistas, cabe todas as observações possíveis. André, Ganso e Manoel, por exemplo, estão pendurados e apesar do grupo coeso e bem treinado, eu diria que os 3 estão entre os 4 titulares mais “regulares” no ano. Que seja lembrado isso no pré jogo (nada de cartão bobo, vide Ganso contra o Fortaleza).
Não esqueçamos 2015, semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. Jogamos para sair do Maracanã com boa vantagem, abrimos 2×0, poderíamos ter liquidado a fatura, mas em um pênalti duvidoso eles acharam um gol, que lá pesou.
Certamente o “Grande Diniz” está cuidando dos “DETALHES”, como a bola parada com Gil, a força do corredor com Fagner no C.Paulista, como bloquear as ações do Renato Augusto…e certamente cada torcedor se apegará aos seus “DETALHES”, muitos supersticiosos, muitos contando com o João de Deus, o Sobrenatural de Almeida, entre outros…eu me sintonizando com meu amado filhão!
Que o torcedor entenda que nosso time/treinador não se abate ao primeiro revés. Nosso time entrará em campo para a máxima vantagem possível, mas que estejamos preparados para jogar com eles durante os 90 minutos, independentemente das circunstâncias.
Fizemos a diferença contra o Fortaleza e precisamos “guerrear com os guerreiros” hoje por 90 minutos, independentemente de política ou gosto/desgosto por jogador A ou B
Muito confiante…dia de tricolor ficar “louco da cabeça”, mas com atenção aos detalhes!l

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Filho, “Te levarei no peito; desde o berço até….o Reencontro”!

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