Fluminense planeja renovação de contrato com Diniz para 2023

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A volta de Fernando Diniz ao Fluminense ainda não resultou em títulos – e dificilmente resultará em 2022 com a vantagem de nove pontos do líder Palmeiras no Campeonato Brasileiro, única frente que restou ao Tricolor. Mas quase cinco meses depois, é possível dizer que a reconciliação entre treinador e clube foi benéfica para os dois lados: o time conseguiu unir futebol vistoso com resultados e “subir de prateleira” no país, enquanto o técnico deu uma nova guinada na carreira após as passagens apagadas por Santos e Vasco nos últimos anos.

E no que depender da vontade do Fluminense, o contrato de Diniz que termina em dezembro será renovado para 2023. Apesar da dura eliminação na semifinal da Copa do Brasil, após a derrota por 3 a 0 para o Corinthians na Neo Química Arena na última quinta-feira, o técnico segue prestigiado internamente. A diretoria tricolor confia em sua permanência “por muito tempo” e já faz planos em caso de reeleição do presidente Mário Bittencourt.

Até o momento, Diniz comandou o Flu em 32 jogos em 2022, com aproveitamento de 64,5%: são 18 vitórias, oito empates e seis derrotas.

Uma das ideias, por exemplo, é elaborar um projeto para implementar o Dinizismo, modelo de jogo característico do treinador, desde as categorias de base do clube. Ainda não há detalhes de como seria o processo, se o técnico indicaria profissionais de sua confiança para cargos em Xerém ou se daria treinamento aos atuais funcionários. Independentemente da forma, a intenção é que Diniz supervisione o desenvolvimento do trabalho, mesmo que à distância.

“O nosso trabalho, especialmente com relação ao trabalho dele (Diniz), de reestruturação no campo, o futebol que a gente joga… A gente obviamente não está preocupado e avaliando a questão de resultados, e, sim, a continuidade desse trabalho. É um ano de eleição no Fluminense, já disse a ele que caso eu continue a partir de 2023 tenho interesse que ele fique conosco por muito tempo”, disse Mário Bittencourt, que complementou:

“ Inclusive, estruturando um trabalho que possa começar desde as divisões de base, para a gente criar uma identidade de jogo, um estilo de jogo que venha desde a base, porque a gente gosta muito do estilo de jogo que ele implementou. Eu acho que o futebol brasileiro precisa disso, precisa de modernidade, de um jogo de futebol que traga nossas características, que é ter posse de bola, que é jogar, agredir. A gente tem isso na cabeça”, finalizou.

Fonte: ge

Foto: Marcelo Gonçalves 

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