Os Vikings – “FLU” – Opinião Rodrigo Amaral

Os Vikings – “FLU”

A Mitologia Nórdica dos Vikings sempre foi muito especial pra mim, a identificação com THOR, desde pequeno era tremenda, tanto que confesso algumas “expressões” pela cidade com este nome, inclusive em peças de roupa, “Kid” quem o diga. Mas ver a Torcida do Fluminense, entusiasmada seguindo a proposta do “FLU” do meu amigo Wanderson, o Barba, isso mesmo, um verdadeiro Viking não só pelo seu estilo barbudo, cervejeiro e roqueiro, mas pela essência, pela conduta e pelo carinho entre os amigos e seus afetos.

As navegações Vikings não se fizeram apenas por aventuras, pilhagens ou comércio, mas também para se estabelecerem em novas regiões, ou seja, os VIKINGS queriam mais, sempre mais, expandir, novos lugares, liberdade e disseminar sua forma de ser. A familiaridade com a cultura nórdica nos remete à sua característica fisionômica e principalmente pela sua religião de caráter Xamãnico, não Casagrande, não é um ancestral do cantor Tricolor Xamã, é apenas porque ela tem a mágia e o êxtase como características fundamentais, eram politeístas, tinham dois deuses THOR e ODIN, como os Deuses mais famosos.


O “FLU” resgata essa essência do Guerreiro, mas não dá para fazer deste resgate um suplicio aos Deuses nórdicos, pois Thor, Deus do Trovão, da tempestade e da agricultura, mas também conhecido como o Protetor da Humanidade, um matador de Gigantes, será que se assemelha com outro santo, São Jorge? Não estará intercedendo a ODIN, seu pai, por nós, pois a Luta é nossa e que me perdoem o trocadilho, mas O DINIZ, não é ODIN.


O reconhecimento tem que ser dado, é um ato de nobreza, um verdadeiro Guerreiro sabe fazer isso e o Diniz tem muitos méritos no crescimento do nosso sentimento de torcedor, pois nos deu esperança, coisa que não conseguíamos dar as mãos, a confiança de ir para uma batalha e sentir no astral que a vitória estava quase certa de vir, sim, isso ele nos deu, mas como disse, ele não é ODIN, falhas, erros e atitudes devem ser analisadas, o altar não o serve como um referendo, o mortal Diniz não pode ser indiferente a isso, mas será que é predisposto a humildade? Ao reconhecimento de algo diferente de suas atuais convicções não passam lhe pela cabeça? A preocupação de mostrar o que pensa e afirma-las, tira a vontade e inclusive a necessidade de fazer o óbvio, só para que o óbvio não lhe dê uma rasteira em sua própria arrogância? Pois é nobres Guerreiros e Guerreiras, nas trincheiras, pelo fronte ou pelos flancos, nós guerreiros também sabemos quando estratégias diferentes precisam ser tomadas. Um exército, um grupo, um time, uma equipe, sempre estarão diretamente ligados a ações individuais, mas também e quem sabe, tão importante quanto, à ações coletivas estimuladas pelos seus líderes e a mesmice cansa, cansa os comandados, os comandantes e quem vê a movimentação das tropas.


Sejamos óbvios, claros, diretos, mas também sejamos analíticos, perceptivos e críticos, sem sermos arrogantes e queremos ser os donos das verdades, mas que um grande comandante tem que saber a hora certa de mudar sua tática, sua forma de conduta para atingir o objetivo, isso creio que ninguém tenha dúvidas.


O grande troféu da batalha não é a cabeça do inimigo e sim a satisfação da sua tropa!
Me assustou a forma de explicar o porque do revés, vou abrir aspas para O DINiz: “… no segundo tempo se o campo fosse aqui do lado que eu estava, quem sabe a gente poderia ser mais assertivo… tínhamos que fazer um jogo convencional, faltou perceber o que o jogo estava pedindo…” – não vou analisar, deixo esse exercícios para vocês irmão tricolores, o que você faria se tivesse detectado todas essas variantes? Falaria desta forma numa entrevista, mostrando que você, mesmo detectando tudo isso foi incapaz de observar de que forma superaríamos estas adversidades? Estaria ele imputando, com já fez outras vezes, a responsabilidade para os seus comandados, no melhor estilo, não fizeram o que mandei deu no que deu?

Arestas precisam ser aparadas, condições físicas devem ser analisadas e priorizadas, não se pode ser refém das nossas próprias convicções, devemos por a frente de tudo o objetivo comum, que neste momento soa como certo, mas que com um futuro nem tanto assim caso a luz amarela não seja reconhecida, a VAGA NA FASE DE GRUPOS DA LIBERTADORES É OBRIGAÇÃO, não só para o CLUBE, para os TORCEDORES, para os JOGADORES, mas também e inclusivamente e estonteantemente também para O DINiz.

Que venha o Coelho Mineiro no Domingo e que nos nossos domínios o lado do campo não atrapalhe!

Repinicadas:
• sexta-feira 07/10 – 23h na quadra do Paraíso do Tuiuti teremos a Grande Final de Samba Enredo, com Gravação para a TV GLOBO, Coroação da Rainha do Povo, Mayara Lima, não percam, entrada a R$30,00.


• 26/10 – SÁBADO – No Clube Marabu, Rua Clarimundo de Melo 197 o BLOCO MINHA RAIZ, fará a apresentação dos Sambas concorrentes deste ano, entrada 0800.

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